segunda-feira, 23 de abril de 2012

7 cartas as 7 igrejas da ásia

As igrejas de 7 cidades receberam uma carta apocaliptica do senhor escrita por meio do apostolo joão.atravéz de elogios,repreensões e advertencias,o povo de Deus foi exortado a manter-se fiel na adversidade.Essas igrejas desempenharam papeis importantes na prática cristã da ásia menor por causa de sua localização em uma rede de transportes,ligando diferentes partes da região.As 7 igrejas mencionadas, eram igrejas reais nas cidades mencionadas.ELAS representam todas as igrejas daquela época, bem como as igrejas das gerações subsequentes.AS cartas devem
ser interpretadas historicas,pastoral e praticamente,com aplicação imediata instruindo aquelas igrejas asiáticas;com aplicação continua a todas as igrejas locais e pela toda história da igreja,mostrando dircenimento a respeito de onde elas se situam espiritualmente perante ao senhor;e com aplicação continua, exortando o individuo a ser um vencedor.A estrutura das cartas representam um padrão sétuplo;1)Uma comissão para o mensageiro da igreja nomeada.2)Uma descrição do carater de Cristo;3)Uma recomendação,com exceção de sardes e laodicéia;4)Uma censura com exceção de esmirna e filadélfia;5)Uma correção com vários imperativos;6)Um desafio repetido 7 vezes,começando com a quarta carta,O desafio segue a promessa de aliança;7)Uma promessa de aliança, que é uma faceta do proprio cristo e é um dom para cada membro do corpo de cristo.

sábado, 21 de abril de 2012

Aceitar a Jesus!?

A. W. Tozer Nosso relacionamento com Cristo é uma questão de vida ou morte. O homem que conhece a Bíblia sabe que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que os homens são salvos apenas por Ele, sem qualquer influência por parte de quaisquer obras praticadas. "O que devo fazer para ser salvo?", devemos aprender a resposta correta. Falhar neste ponto não envolve apenas arriscar nossas almas, mas garantir a saída eterna da face de Deus. Os cristãos "evangelicais" fornecem três respostas a esta pergunta ansiosa: "Creia no Senhor Jesus Cristo", "Receba Cristo como seu Salvador pessoal" e "Aceite Cristo". Duas delas são extraídas quase literalmente das Escrituras (At 16:31; João 1:12), enquanto a terceira é uma espécie de paráfrase, resumindo as outras duas. Não se trata então de três, mas de uma só. Por sermos espiritualmente preguiçosos, tendemos a gravitar na direção mais fácil a fim de esclarecer nossas questões religiosas, tanto para nós mesmos como para outros; assim sendo, a fórmula "Aceite Cristo" tornou-se uma panacéia de aplicação universal, e acredito que tem sido fatal para muitos. Embora um penitente ocasional responsável possa encontrar nela toda a instrução que precisa para ter um contato vivo com Cristo, temo que muitos façam uso dela como um atalho para a Terra Prometida, apenas para descobrir que ela os levou em vez disso a "uma terra de escuridão, tão negra quanto as próprias trevas; e da sombra da morte, sem qualquer ordem, e onde a luz é como a treva". A dificuldade está em que a atitude "Aceite Cristo" está provavelmente errada. Ela mostra Cristo suplicando a nós, em lugar de nós a Ele. Ela faz com que Ele fique de pé, com o chapéu na mão, aguardando o nosso veredicto a respeito dEle, em vez de nos ajoelharmos com os corações contritos esperando que Ele nos julgue. Ela pode até permitir que aceitemos Cristo mediante um impulso mental ou emocional, sem qualquer dor, sem prejuízo de nosso ego e nenhuma inconveniência ao nosso estilo de vida normal.
Para esta maneira ineficaz de tratar de um assunto vital, podemos imaginar alguns paralelos; como se, por exemplo, Israel tivesse "aceito" no Egito o sangue da Páscoa, mas continuasse vivendo em cativeiro, ou o filho pródigo "aceitasse" o perdão do pai e continuasse entre os porcos no país distante. Não fica claro que se aceitar Cristo deve significar algo? É preciso que haja uma ação moral em harmonia com essa atitude! Ao permitir que a expressão "Aceite Cristo" represente um esforço sincero para dizer em poucas palavras o que não poderia ser dito tão bem de outra forma, vejamos então o que queremos ou devemos indicar ao fazer uso dessa frase. "Aceitar Cristo" é dar ensejo a uma ligeira ligação com a Pessoa de nosso Senhor Jesus, absolutamente única na experiência humana. Essa ligação é intelectual, volitiva e emocional. O crente acha-se intelectualmente convencido de que Jesus é tanto Senhor como Cristo; ele decidiu segui-lo a qualquer custo e seu coração logo está gozando da singular doçura de Sua companhia. Esta ligação é total, no sentido de que aceita alegremente Cristo por tudo que Ele é. Não existe qualquer divisão covarde de posições, reconhecendo-o como Salvador hoje, e aguardando até amanhã para decidir quanto à Sua soberania. O verdadeiro crente confessa Cristo como o seu Tudo em todos sem reservas. Ele inclui tudo de si mesmo, sem que qualquer parte de seu ser fique insensível diante da transação revolucionária.
Além disso, sua ligação com Cristo é toda-exclusiva. O Senhor torna-se para ele a atração única e exclusiva para sempre, e não apenas um entre vários interesses rivais. Ele segue a órbita de Cristo como a Terra a do Sol, mantido em servidão pelo magnetismo do Seu afeto, extraindo dEle toda a sua vida, luz e calor. Nesta feliz condição são-lhe concedidos novos interesses, mas todos eles determinados pela sua relação com o Senhor. O fato de aceitarmos Cristo desta maneira todo-inclusiva e todo-exclusiva é um imperativo divino. A fé salta para Deus neste ponto mediante a Pessoa e a obra de Cristo, mas jamais separa a obra da Pessoa. Ele crê no Senhor Jesus Cristo, o Cristo abrangente, sem modificação ou reserva, e recebe e goza assim tudo o que Ele fez na Sua obra de redenção, tudo o que está fazendo agora no céu a favor dos seus, e tudo o que opera neles e através deles. Aceitar Cristo é conhecer o significado das palavras: "pois, segundo ele é, nós somos neste mundo" (1 João 4:17). Nós aceitamos os amigos dEle como nossos, Seus inimigos como inimigos nossos, Sua cruz como a nossa cruz, Sua vida como a nossa vida e Seu futuro como o nosso. Se é isto que queremos dizer quando aconselhamos alguém a aceitar a Cristo, será melhor explicar isso a ele, pois é possível que se envolva em profundas dificuldades espirituais caso não explanarmos o assunto. Autor: A. W. Tozer Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

domingo, 15 de abril de 2012

será que o irã está preparando uma surpresinha para israel ou será apenas especulação?

ANDRÉ LACHINI - Agência Estado O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que o Irã recebeu um "presente" das potências mundiais, ao ganhar tempo durante as negociações sobre o programa nuclear neste fim de semana. No último sábado, representantes dos cinco países membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), mais a Alemanha, descreveram como "positiva" a primeira rodada de negociações com o Irã, e marcaram um segundo encontro para 23 de maio em Bagdá. Netanyahu afirmou que nessas cinco semanas o Irã ganhou mais tempo para continuar a enriquecer urânio sem restrições. Ele afirmou que o Irã deveria ser forçado a suspender o enriquecimento de urânio imediatamente.
"Minha impressão inicial é que o Irã ganhou um ''brinde''", disse Netanyahu durante uma conversa com o senador norte-americano Joe Liberman, que está em visita a Israel. "O Irã terá agora cinco semanas para continuar a enriquecer urânio sem nenhum limite, nenhuma inibição. Eu acho que o Irã deveria tomar passos imediatos para suspender o enriquecimento de urânio, entregar todo o urânio enriquecido e desmantelar a usina nuclear de Qom", disse o premiê de Israel. Nas negociações do sábado em Istambul, entre os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Rússia e China, mais a Alemanha (o chamado 5+1) e o Irã, ambas as partes concordaram em continuar as negociações em Bagdá em 23 de maio. A chefe de política externa da União Europeia (UE), Catherine Ashton, que formalmente liderou as negociações a mando das seis potências em Istambul, afirmou que as conversas foram "construtivas e úteis". Ela expressou a esperança de que elas levarão a "um processo sério de diálogo sustentado com o Irã, onde poderemos dar passos práticos e urgentes para construir a confiança. Isso levará o Irã a cumprir com os seus compromissos internacionais", afirmo Ashton. O chefe negociador do programa nuclear iraniano, Saed Jalili, disse que as negociações tiveram "algum avanço", mas reconheceu que também existem "alguns pontos de divergências".
Em Londres, o secretário do Exterior da Grã-Bretanha, William Hague, disse neste domingo que as negociações foram "os primeiros passos" para encontrar "uma solução negociada e pacífica para a questão nuclear iraniana". "Ainda existe um longo caminho pela frente", disse Hague. Tanto Ashton quanto Jalili disseram que houve acordo para que as seis potências e o Irã avancem lentamente em uma agenda guiada pela reciprocidade - o que significa que o Irã se beneficiará com concessões, ao tomar medidas que reduzam os temores do Ocidente sobre seu programa de enriquecimento de urânio. Nessa agenda, ambas as partes terão de fazer concessões, as quais não foram especificadas. Antes do começo das negociações em Istambul, o Irã aventou com a hipótese de parar de enriquecer urânio a 20%, mas continuar a enriquecer o combustível a 3,5%, o que permite que o urânio seja usado para gerar eletricidade em usinas atômicas. O Irã afirma que seu programa nuclear tem apenas finalidades pacíficas, como a geração de eletricidade. Para construir uma bomba atômica, é preciso enriquecer urânio acima de 90%. Segundo os cientistas, o Irã não tem essa capacidade, mas já conseguiu enriquecer urânio a 20% na sua usina em Fordo, perto de Qom. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

sábado, 14 de abril de 2012

prepara te o israel para encontrar com o senhor teu Deus

O Dicionário Webster define supressão como “ato de excluir intencionalmente da consciência um pensamento ou sentimento”. As más intenções dos inimigos de Israel e do povo judeu não poderiam ser mais claramente afirmadas, exceto pelo que consta nas Sagradas Escrituras. O desejo mais profundo dos fanáticos da guerra santa [jihad] e de seus companheiros é reduzir Israel a uma mera mancha na memória da história do Oriente Médio. Foi por isso que eles apagaram Israel de todos os mapas árabes e palestinos. Revisionistas reescrevem a história e têm prazer em afirmar que nunca houve um Holocausto, que nunca houve um número significativo de judeus em Israel, que templos judeus nunca foram construídos no Monte Moriá, que nenhum Estado Judeu moderno deveria existir. Em outras palavras, para eles Israel é uma criação fantasmagórica que serve apenas para ser destruída e depois esquecida. Infelizmente, a luta do pequeno Israel pela sobrevivência continuará e será acelerada até que o último capítulo seja escrito: “Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém” (Zc 14.2). Mas as ambições sinistras das nações que se enraivecem contra Deus, Sua cidade, e Seu povo judeu não serão realizadas: “Então, sairá o Senhor e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da batalha” (Zc 14.3).
Esses relances de profecias são marcadores na progressão em direção aos dias finais que levam à consumação dos séculos. Mas, em vez de se tornarem fonte de depressão e medo, eles se firmam como implementos de discernimento e segurança de que há um fim à vista para os excessos pecaminosos que cobrem a paisagem global de imundície. Além do mais, recebemos essa informação de um Deus que promete não nos afligir com o desconhecimento sobre nosso tempo e o futuro. A linha de chegada está á vista? Vivemos realmente nos últimos dias? Num sentido mais amplo, cada dia poderia ser o último dia dos últimos dias antes de ouvirmos o chamado que nos levará à presença de Deus. Conseqüentemente, estamos “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13). Creio, pessoalmente, que estamos vivendo os últimos dias? Sim, estou convencido de que já estamos avançados em tais dias. Tal convicção vem de observar as tendências desenvolvendo-se rapidamente, tendências que correspondem ao que a Palavra profética nos ensina. Não, não sabemos o dia ou a hora; mas temos as promessas dEle e as evidências diante de nós. Ora, “Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20).(Elwood McQuaid - Israel My Glory

O crescimento da apostasia

“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto [a Segunda Vinda do Senhor] não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição” (2 Ts 2.3).
A preparação para a chegada do Anticristo é o “abandono” da fé verdadeira. É uma forma de apostasia, uma condição na qual as pessoas que têm a informação correta sobre Deus e Sua verdade se afastam dela, negando e repudiando-a. Hoje, o mundo está se afastando mais rapidamente do que nunca do cristianismo ortodoxo, avançando para uma fusão com todas as formas de religiões e seitas. Como disse o rei Abdullah, da Arábia Saudita, isso acontece sob a bandeira da fé em “um só Deus”. Essa posição não é nada mais que o politeísmo redelineado e institucionalizado. E, no âmago desse sistema de inclusão e negação, estão (1) a rejeição vigorosa ao Evangelho e (2) a supressão militante de todos os indivíduos e grupos comprometidos em proclamá-lo conforme o mandado da Grande Comissão de Jesus para Sua igreja. Avolumam-se as evidências de que estamos nos movendo em direção a uma religião mundial única – exceto, logicamente, a do Deus único e verdadeiro. Portanto, podemos apenas concluir que estamos avançando na direção da apostasia profetizada.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

a imagem do sonho de Nabucodonosor e sua revelação

O Sonho do Rei da Babilônia Nabucodonosor era um dos grandes conquistadores da história antiga. Numa série de batalhas, ele venceu os assírios, o povo que dominara a Mesopotâmia durante os séculos anteriores. Defendeu-se contra os egípcios e estabeleceu as fronteiras de um império extenso e próspero. Conseguiu dominar a pequena mas importante terra que conhecemos hoje como a Palestina, uma região por onde passavam as principais rotas comerciais entre a Ásia e a África. Passou por Jerusalém em 605 a.C. e levou os jovens mais inteligentes e nobres para a Babilônia, onde seriam educados na sabedoria babilônica e teriam oportunidades de até participar do governo do império. Daniel foi um desses jovens. Nabucodonosor ainda não respeitava o verdadeiro Deus. Talvez sentia-se superior ao Deus dos judeus, pois ele havia conquistado Judá e teria poder para destruir o templo (o que realmente fez menos de 20 anos depois). Confiava nos seus magos e adivinhadores para interpretar a história e predizer o futuro. Deus achou importante ensinar algumas lições para Nabucodonosor. Entre elas foi uma revelação especial na forma de um sonho. Pegue a sua Bíblia e acompanhe a história no segundo capítulo do livro de Daniel. Nabucodonosor teve um sonho (Daniel 2:1-13) Uma noite, Nabucodonosor teve um sonho que o deixou perturbado. Ele confiava muito na sabedoria de seus conselheiros, e os chamou para explicar o sonho. Eles certamente tinham deixado Nabucodonosor e outros reis encantados com as suas supostas interpretações e predições sobre o futuro. Mas as suas interpretações e profecias não vinham de Deus, e estes conselheiros não conseguiram enganar o rei desta vez. Tentaram enganar o monarca para ganhar tempo, mas ele não cedeu. Para provar a veracidade de suas interpretações, os magos teriam que primeiro contar o conteúdo do sonho. Nenhum deles conseguiu, e bem sabiam por que. Esses adivinhadores admitiram: “Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige.... ninguém há que a possa revelar diante do rei, senão os deuses, e estes não moram com os homens” (2:10-11). O rei se irou e mandou matar todos os magos da terra. Ele não suportaria mais esses conselheiros enganadores. Daniel aceita o desafio (Daniel 2:14-30) Estes acontecimentos ocorreram, provavelmente, na mesma época que Daniel estava terminando seu treinamento para ser um dos sábios na Babilônia. Ele e alguns outros jovens judeus foram obrigados a passar por um curso especial de preparo para esta função. Uma vez que o nome dele se encontrara na lista dos sábios, os servos do rei saíram com ordens para matá-lo. Quando chegaram, Daniel perguntou o motivo, sabendo que não havia cometido nenhum crime. Os servos do rei explicaram o caso, e Daniel pediu um tempo para poder responder ao pedido do rei. Ele e seus companheiros judeus oraram a Deus, pedindo a revelação do sonho. Deus atendeu ao pedido deles, e revelou o sonho a Daniel. Os falsos profetas não receberam ajuda dos falsos deuses que adoravam, mas Daniel recebeu a ajuda do Deus verdadeiro que ele servia. Ele pediu uma oportunidade para falar com o rei. Quando Daniel entrou na presença de Nabucodonosor, ele foi bem humilde. Explicou que a resposta não veio dele, e que nenhum homem seria capaz de revelar e interpretar o sonho por poderes próprios. Somente o Deus no céu, o único verdadeiro Deus, poderia revelar essas coisas aos homens. Aqui Daniel frisou a mensagem principal de seu livro. Independente dos feitos e das circunstâncias dos homens, há um soberano Deus. Nenhum homem pode se esconder dele, e nenhuma criatura tem direito de se exaltar diante do Senhor. Como Nabucodonosor precisava desta mensagem! Como nós precisamos da mesma! Daniel revela o sonho do rei (Daniel 2:31-35) O rei sonhou com uma grande estátua de quatro partes principais. A cabeça era de ouro, o peito e os braços, de prata e o ventre e os quadris, de bronze. As pernas de ferro se apoiaram em pés feitos de uma mistura de ferro e barro. De repente, uma grande pedra, cortada sem ninguém tocar nela, esmagou os pés da estátua, e então esmagou o resto da imagem. O que restou da estátua foi levado pelo vento, mas a pedra se tornou em uma montanha que encheu a terra toda. Daniel revela o significado do sonho (Daniel 2:36-45) A grande estátua do sonho do rei foi composta de quatro partes principais. Daniel as identifica como quatro reinos, começando com a própria Babilônia (a cabeça de ouro). Depois da Babilônia, teria uma sucessão de mais três reinos humanos. O próximo reino seria inferior à Babilônia, e foi representado pelo peito e os braços de prata. O terceiro seria maior, exercendo domínio “sobre toda a terra”. O mais forte dos quatro reinos seria o quatro, feito de ferro. Mas a mistura de barro mostra um reino dividido, com um lado frágil. Este reino seria esmiuçado pela grande pedra. A parte mais importante da interpretação começa no versículo 44. A pedra representa o reino eterno de Deus. Ela não surge da terra; é cortada de um monte e desce para esmagar os reinos humanos. Diferente dos reinos dos homens que levantam e caem, este reino seria eterno e superior a qualquer império humano. Um detalhe que devemos observar é a profecia sobre a época na qual o reino de Deus seria estabelecido. Deus permitiu que Daniel olhasse para o futuro para afirmar que Deus ia fundar os seu reino “nos dias destes reis”, ou seja, durante o quarto império. Numa profecia feita 600 anos antes do nascimento de Jesus, Deus falou para os homens o tempo aproximado do estabelecimento do reino messiânico. Os quatro reinos humanos do sonho No momento da interpretação dada por Daniel, o rei não tinha como saber a identidade dos outros impérios envolvidos nesta profecia. Neste capítulo, Daniel identificou apenas o primeiro reino, o de Nabucodonosor. Nós, porém, temos três vantagens quando estudamos o texto hoje. Primeiro, temos o resto do livro de Daniel, em que mais dois dos reinos são identificados por nome. Segundo, temos a história mundial que confirma a identificação dos próximos impérios e mostra, também, o quarto reino. Terceiro, temos os relatos bíblicos, que mostram quando o Cristo veio para estabelecer o reino de Deus. Juntando essas informações, podemos identificar as quatro partes da estátua do sonho de Nabucodonosor. A cabeça de ouro é a Babilônia, o reino do conquistador Nabucodonosor (Daniel 2:37-38). Para identificar os próximos dois, consideramos uma visão de Daniel no finalzinho do domínio babilônico, relatada no capítulo 8. Nesta visão, Deus lhe mostrou mais detalhes sobre os próximos dois reinos, e os identificou como a Média-Pérsia (8:20) e a Grécia (8:21). Ligando as duas profecias, percebemos que a parte de prata representa Média-Pérsia, o reino que venceu a Babilônia em 539 a.C., e que o bronze simboliza a Grécia, o império que conquistou um território enorme no quarto século a.C. O único reino não identificado por nome em Daniel é o quarto. Sabemos da história humana que o reino de Alexandre o Grande se despedaçou depois da morte inesperada deste famoso conquistador. Diversas brigas entre os generais dele e seus descendentes preparou o campo para o surgimento do próximo império na região, o romano. Numa série de vitórias militares entre o terceiro e o primeiro séculos a.C., os romanos tomaram controle de todos os arredores do mar Mediterrâneo, assim dominando uma boa parte do comércio entre os três continentes da Ásia, África e Europa. Foi um reino forte, mas com dificuldades e fraquezas devidas às alianças frágeis forjadas entre líderes e países. O reino de Deus Durante o reino do imperador romano César Augusto, nasceu na cidade de Belém “o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:1,11). Trinta anos depois, ele saiu pregando que o “reino dos céus” estava próximo, e que este reino chegaria com poder naquela geração (Marcos 9:1). Aconteceria exatamente como Daniel explicou para Nabucodonosor mais de 600 anos antes! “Nos dias destes reis [romanos], o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído...” (Daniel 2:44). O prometido reino de Jesus não seria igual aos reinos humanos, pois não é daqui (João 18:36). Depois de sua morte e ressurreição, Jesus mandou que os apóstolos aguardassem em Jerusalém para iniciar o seu trabalho importante na expansão do reino (Atos 1:6-8). Com a vinda do Espírito Santo sobre eles em Atos 2, começaram a pregar a boa nova do reino de Cristo. Rapidamente, a palavra foi divulgada aos judeus e gentios, e o reino cresceu por todos os lados. Desde aquela época, pessoas obedientes à palavra de Cristo vêm sendo libertadas do império das trevas e transportadas para o reino do Filho de Deus (Colossenses 1:13). Os servos do Senhor recebem “um reino inabalável” (Hebreus 12:28). O reino de Cristo não é carnal, e as armas usadas por seus soldados não são carnais (2 Coríntios 10:3-6). O domínio de Jesus é universal e absoluto. Ele recebeu “toda a autoridade ... no céu e na terra” (Mateus 28:18-20). Jesus é “o Soberano dos reis da terra” (Apocalipse 1:5). O mundo inteiro será julgado por ele e, por este motivo, deve se arrepender e servi-lo (Atos 17:30-31). Lições importantes Entre as mensagens importantes deste estudo de Daniel 2 e seu cumprimento são: Œ Deus prevê o futuro porque ele é Deus e domina o universo (Isaías 44:6-8).  Deus decidiu o tempo certo para estabelecer o seu reino, e cumpriu a sua palavra. Ž O reino de Deus já foi estabelecido e existe hoje.  Nós temos acesso ao reino dos céus por intermédio de Jesus, nosso Salvador e Senhor.  Cristo julgará todos nós conforme a sua palavra. ‘ Jesus Cristo é o Rei absoluto e eterno; devemos obedecê-lo!