sexta-feira, 16 de março de 2012

A BÍBLIA, UMA REVELAÇÃO DE DEUS

Tendo visto agora que a existência de Deus é um fato estabelecido, um fato mais certo que qualquer conclusão de um raciocínio formal, porque é o fundamento necessário de toda a razão, passamos à consideração de uma outra matéria. Há agora, e tem havido por séculos, um livro peculiar neste mundo, chamado Bíblia, que professa ser a revelação de Deus. Os seus escritores falam nos termos mais ousados de sua autoridade como interlocutores de Deus. Esta autoridade tem sido admitida por milhões de habitantes da terra, tanto no passado como no presente. Desejamos perguntar, portanto, se este livro é o que ele professa ser e o que tem sido e crido por uma multidão de gente - uma revelação de Deus. Se não é uma revelação de Deus, então os seus escritores ou foram enganados ou foram enganadores maliciosos. I. É a Bíblia historicamente autêntica? Por esta pergunta queremos dizer: É a Bíblia exata como um arquivo de fatos históricos? Há mais ou menos um século, críticos sustentaram que a Bíblia não era exata como história. Disseram que os quatro reis mencionados em Gênesis 14:1 nunca existiram e que a vitória dos reis do Ocidente contra os do Oriente, como descrita neste capítulo, nunca ocorreu. Negaram que um povo tal como os hititas sequer existiram. Sargon, mencionado em Isaías 20:1 como rei da Assíria, foi considerado como um personagem mitológico Além disso, suponha-se que Daniel errara ao mencionar Belsazar como um rei babilônico. Dan. 5:1. Exemplos típicos do Novo Testamento do supostos erros históricos podem ser encontrados em Lucas - representação da ilha de Chipre, sendo governado por um "cônsul" (Atos 13:7) e Lisânias como tetrarca de Abilene, enquanto Herodes tetrarca da Galiléia (Lucas 3:1.) Mas como é agora? Podemos dizer hoje, após as investigações de longo alcance sobre as antigas nações que têm sido feitas, que não há uma única instrução na Bíblia que seja refutada. As recusas confiante dos primeiros críticos têm provado os pressupostos da ignorância. A.H. Prof Sayce, um dos mais eminentes arqueólogos, diz: "Desde a descoberta dos comprimidos de Tel el-Amarna, até agora grandes coisas foram levadas a cabo pela arqueologia, e cada um deles foi em harmonia com a Bíblia, enquanto quase cada um deles foi morto contra as afirmações da crítica destrutiva. "Alguns anos atrás, a United Press transmitiu o testemunho de Yahuda AS, ex-professor de História Bíblica na Universidade de Berlim e, posteriormente, das línguas semíticas da Universidade de Madrid, no sentido de que "toda descoberta arqueológica da Palestina e Mesopotâmia, do período bíblico confirma a exatidão histórica da Bíblia. " II. É a Bíblia revelação de Deus? Estamos agora na consideração de uma outra questão. Um livro historicamente correto podia ser de origem humana. É isto verdade da Bíblia? 1. UMA PROBABILIDADE ANTECEDENTE. O pensamento cuidadoso, além da questão de saber se a Bíblia é a revelação de Deus, vai convencer qualquer crente imparcial na existência de Deus, que é altamente provável que Deus deu ao homem uma revelação explícita e duradoura por escrito da vontade divina. A consciência do homem o informa da existência da lei, como foi bem dito: "A consciência não estabelece a lei, mas adverte para a existência de uma lei" (Diman, Argumento Teistico). Quando o homem tem a consciência do que ele tem feito de errado, ele tem indicação de que tenha quebrado alguma lei. Quem mais, diferente de Jeová, cuja existência temos encontrado para ser um fato estabelecido, poderia ser o Autor dessa lei? E desde que o homem pensa intuitivamente de Deus como sendo bom, ele deve pensar do propósito de Sua lei ser boa. Portanto, não podemos pensar nesta lei como sendo para o mero propósito de condenação. É preciso que esta lei seja para a disciplina do homem em justiça. Também devemos concluir que Deus, que está sendo mostrado por ser sábio por suas obras maravilhosas, utilizaria todos os meios mais eficazes para a realização de seu objetivo através da lei. Este argumenta em favor de uma revelação escrita; de qualquer grau de obediência a uma lei justa é impossível ao homem sem o conhecimento dessa lei. Natureza e razão são muito incertas, indistintas, incompletas e insuficientes para o efeito. James B. Walker resume a questão da seguinte forma: "Toda a experiência do mundo confirmou o fato de além da possibilidade de cepticismo que o homem não pode descobrir e estabelecer uma regra perfeita do dever humano "(Filosofia do Plano de Salvação, p. 73). Se isso for verdade da lei da conduta humana, então quanto mais é a verdade do caminho da salvação? "A luz da natureza deixa os homens totalmente sem o conhecimento da forma de salvar o homens pecador... anjo... eles mesmos não seria capazes de saber a forma de salvar os homens pecadores, ou como os homens pecadores podem ser justificados diante de Deus,...... portanto , a fim de saber isso, "desejo de olhar para ele," 1Pedro 1:12 "(Gill, Corpo da Divindade, p. 25). Além disso, EY Mullins diz: "A própria idéia de religião contém no seu cerne a idéia de revelação. Nenhuma definição de religião, que omite a idéia pode ficar à luz dos fatos. Se o adorador fala com Deus, e Deus sempre calado ao adorador, temos apenas um lado da religião. Religião se torna então um sentido de faz de conta "(A religião cristã em sua expressão doutrinária). 2. UMA PRESUNÇÃO RAZOÁVEL "Se a Bíblia não é o que o povo cristão do mundo pensa ser, então temos em nossas mãos o tremendo problema de dar conta de sua crescida e crescente popularidade entre a grande maioria do povo mais iluminado da terra e em face de quase toda a oposição concebível" (Jonathan Rigdon, Ciência e Religião). Grandes esforços se fizeram para destruir a Bíblia como nunca antes se produziram para a destruição de qualquer outro livro. Seus inimigos tentaram persistentemente deter sua influencia. A crítica assaltou-a e o ridículo escarneceu-a. A ciência e a filosofia foram invocadas para desacreditá-la. Á astronomia, no descortinar das maravilhas celestes, pediram-se alguns fatos para denegri-la e a geologia, nas suas buscas na terra foi importunada para lançar-lhe suspeita." (J. M. Pendleton, Doutrina Cristã). Contudo, "Firme, serena, imóvel, a mesma Ano após ano... , Arde eternamente na chama inapagável; Fulge na luz inextinguível". Whitaker A Bíblia levanta-se hoje como uma fênix do fogo com um ar de mistura de dó e desdém pelos seus adversários, tão ilesa como foram Sadraque, Mesaque e Abdenego na fornalha de Nabucodonozor" (Coleção, Tudo sobre a Bíblia). Não é provável que qualquer produção meramente humana pudesse triunfar sobre semelhante oposição como a que se moveu contra a Bíblia. 3. PROVAS DE QUE A BÍBLIA É A REVELAÇÃO DE DEUS. (1) As grandes diferenças entre a Bíblia e os escritos dos homens evidenciam que ela não é uma simples produção humana. Estas diferenças são: - A. QUANTO ÁS SUAS PROFUNDEZAS E ALCANCES DE SENTIDO. "Há infinitas profundezas e alcances inexauríveis de sentido na Escritura, cuja diferença é de todos os outros livros e que nos compelem a crer que o seu autor deve ser divino" (Strong). Podemos apanhar as produções dos homens e ajuntar tudo quanto eles têm a dizer numa só leitura. Mas não assim com a Bíblia. Podemos lê-la repetidamente e achar novos e mais profundos sentidos. Vacilam nossas mentes ante sua profundeza de sentido. B. QUANTO AO SEU PODER, ENCANTO, ATRAÇÃO E FRESCOR ETERNO. Os escritores bíblicos são incomparáveis no "seu poder dramático"; esse encanto divino e indefinível, essa atração misteriosa e sempre atual que neles achamos em toda a nossa vida como nas cenas da natureza, sempre um encantador frescor. Depois de estarmos deliciados e tocados por essas incomparáveis narrativas em nossa infância remota, elas ainda revivem e afetam nossas ternas emoções mesmo numa idade respeitável. Deve haver, certamente, algo sobre-humano na humanidade dessas formas, tão familiares e tão singelas" (L. Gaussen, Theopneustia). E este mesmo autor sugere uma comparação entre a história de José na Bíblia e a mesma história no Al-Korão. Outro autor (Mornay) sugere uma comparação entre a história de Israel na Bíblia e a mesma história em Flavio Josefo. Diz ele que ao ler a história bíblica, os homens "sentirão vibrar todos os seus corpos, mover seus corações, sobrevindo-lhes um momento uma ternura de afeto, mais do que se todos os oradores da Grécia e Roma lhes tivessem pregado as mesmas matérias por um dia inteiro". Diz ele dos relatos de Josefo, "que se deixarão mais frio e menos emocionado do que quando os achou". Acrescenta: " O que, então, se as Escrituras tem na sua humildade mais elevação, na sua simplicidade mais profundeza, na sua ausência de todo esforço mais encantos, na sua rudeza mais vigor e alvo do que podemos achar noutro lugar qualquer?" C. QUANTO A SUA INCOMPARÁVEL CONCISÃO. No livro do Gênesis temos uma história que fala da criação da terra e sobre ela ser feita num lugar adequado para habitação do homem. Fala da criação do homem, animais, plantas e da sua colocação na terra. Fala da apostasia do homem, do primeiro culto, do primeiro assassinato, do dilúvio, da repopulação da terra, da dispersão dos homens, da origem da presente diversidade de línguas, da fundação da nação judaica e do desenvolvimento e das experiências dessa nação durante uns quinhentos anos; tudo, todavia, contido em cinqüenta capítulos notavelmente breves. Comparai agora com isto a história escrita por Josefo. Tanto Moisés como Josefo foram judeus, ambos escreveram sobre os judeus, mas Josefo ocupa mais espaço com a história de sua própria vida do que Moisés consome no arquivo da história desde a criação até ä morte de José. Tomai também os escritos dos evangelistas. "Quem entre nós podia ter sido durante três anos e meio testemunha constante, amigo apaixonadamente chegado, de um homem como Jesus Cristo; quem poderia ter escrito dezesseis ou dezessete curtos capítulos, a história inteira dessa vida: - do Seu nascimento, o Seu ministério, dos Seus milagres, das Suas pregações, dos Seus sofrimentos, de Sua morte, de Sua ressurreição, de Sua ascensão aos céus? Quem entre nós teria julgado possível evitar de dizer uma palavra sobre os primeiros trinta anos de semelhante vida? Quem entre nós podia ter relatado tanto atos de bondade sem uma exclamação; tantos milagres sem uma reflexão a respeito; tantos sublimes pensamentos sem uma ênfase; tantas fraquezas sem pecado no seu Mestre e tantas fraquezas pecaminosas nos Seus discípulos, sem nenhuma supressão; tantos casos de resistência, tanta ignorância, tanta dureza de coração, sem a mais leve desculpa ou comento? É assim que os homens escrevem história? E mais, quem entre nós podia ter sabido como distinguir o que exigia ser dito por alto do que exigia sê-lo em minúcia?" (Gaussen). (2) A revelação de coisas que o homem, deixado a si mesmo, jamais podia ter descoberto dá evidência da origem sobre-humana da Bíblia A. O relato da Criação. Onde pôde Moisés ter obtido isto, se Deus não lho revelou? "A própria sugestão de ter Moisés obtido sua informação histórica dessas legendas caldaicas e de Gilgamesh ... é simplesmente absurda; porque, interessantes como são, estão de tal modo cheias de asneiras, que teria sido impossível a Moisés ou a qualquer outro homem praticamente de evoluir tais legendas místicas os registros sóbrios, reverentes e científicos que se acham no livro do Gênesis" (Collett). Além disso, Moisés não obteve sua informação sobre a Criação da ciência e da filosofia do Egito. "Moisés, como o Príncipe do Egito, frequentou a melhor das escolas e foi instruído em toda a sabedoria dos egípcios! - a maioria dos quais é considerado hoje um total absurdo. – mas ele não escreveu em seus livros. As teorias estranhas e fantásticas realizadas pelos egípcios sobre a origem do mundo e do homem se passou completamente; e no primeiro capítulo do Gênesis na língua majestosa, que nunca foi superada até hoje - ele dá conta da criação de Deus - do mundo e do homem, qualquer declaração é refutado pela ciência moderna "(Boettner, Estudos em Teologia, p. 34). B. A doutrina dos anjos. "Foi alguma coisa parecida com os anjos concebida pela imaginação do povo, pelos seus poetas, ou pelos seus sábios? Não; nem mesmo mostraram jamais aproximar-se disso. Perceber-se-á, quão impossível foi, sem uma operação constante da parte de Deus, que as narrativas bíblicas, ao tratarem de um tal assunto, não tivessem considerado constantemente a impressão humana demais de nossas acanhadas concepções; ou que os escritores sagrados não tivessem deixado escapar de suas penas - toques imprudentes ao vestirem os anjos com atributos divinos demais ou afetos humanos demais." (Gaussen). C. A ONIPRESENÇA DE DEUS. As seguintes passagens representam a conclusão da filosofia humana? "Sou eu um Deus de perto, diz Jeová, e não sou um Deus de longe? Pode alguém esconder-se em lugares secretos de modo que eu não o veja? diz Jeová. Não encho eu o céu e a terra? diz Jeová (Jr. 23:23,24). "Para onde fugirei do Teu Espírito, ou para onde fugirei da Tua face? Se subir ao céu, lá Tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a Tua mão me guiará e a Tua destra me susterá." (Sl. 139:7-10). Estas passagens e outras na Bíblia ensinam, não o panteísmo, nem que Deus está em diferentes lugares sucessivamente senão que Ele está em toda a parte ao mesmo tempo e contudo separados como Ser - fora da Criação. O intelecto sozinho do homem originou esta concepção, vendo que, mesmo quando ele tem sido acomodado, a mente do homem pode compreendê-lo só parcialmente? D. O PROBLEMA DA REDENÇÃO HUMANA. Se fora submetido ao homem o problema de como Deus podia ser justo e justificador do ímpio, teria o homem proposto, como solução, que Deus se tornasse carne e sofresse em lugar do homem? "Que a criatura culpada fosse salva a custa da encarnação do Criador; que a vida viesse aos filhos dos homens através da morte do Filho de Deus; que o céu se tornasse acessível à população distante da terra pelo sangue de uma cruz vergonhosa; estava totalmente remoto a todas as concepções finitas. Mesmo quando a maravilha se torna conhecida pelo Evangelho, excitou o desprezo dos judeus e dos gregos; Para o antigo era uma pedra de tropeço e ofensa, para o último era a loucura. Os gregos eram um povo altamente cultivados, agudos em intelecto, de profunda filosofia e sutil de raciocínio, mas ridicularizavam a idéia de salvação através de alguém que foi crucificado. Eles podem muito bem ser considerados como representando as possibilidades do intelecto humano - o que pode fazer, e, de longe afirmar a doutrina cristã da redenção como uma invenção dos filósofos, eles riram como se fosse filosofia indigna. Os fatos do evangelho que rejeitaram como inacreditáveis, porque eles pareciam estar em conflito positivo com suas concepções de razão" (J. M. Pendleton, Doutrinas Cristãs). "Como podiam esses livros terem sido escritos por semelhantes homens, em semelhantes ambientes sem auxílio divino? Quando consideramos os assuntos discutidos, as idéias apresentadas, tão hostis não só aos seus prejuízos nativos, mas ao sentimento geral então prevalecente nos mais sábios da humanidade - o sistema todo de princípios entrelaçados em toda parte da história, poética e promessa, bem como de insignificantes maravilhas e singulares excelências da palavra; nossas mentes se constrangem a reconhecer este como o Livro de Deus num sentido elevado e peculiar" (Basil Manly, A Doutrina Bíblica da Inspiração). (3) A unidade maravilhosa da Bíblia confirma-a como uma revelação divina. "Eis aqui um volume constituído de sessenta e seis livros escritos em seções separadas, por dezenas de pessoas diferentes, durante um período de mil e quinhentos anos - um volume que antedata nos seus registros mais antigos todos os outros livros no mundo, tocando a vida humana e o conhecimento em centenas de diferentes pontos. Contudo, evita qualquer erro absoluto e assinalável ao tratar desses inumeráveis temas. De que outro livro antigo se pode dizer isto? De que livro mesmo centenário se pode dizer isto?" (Manly, As Doutrinas Bíblicas da Inspiração). A Bíblia contém quase toda a forma de literatura, história, biografia, contos, dramas, argumentos, poesias, profecias, parábolas, rogos, filosofias, lei, letras, sátiras e cantos. Foi escrita em três línguas por uns quarenta autores diferentes, que viveram em três continentes. Esteve no processo de composição uns mil e quinhentos ou seiscentos anos. "Entre esses autores estiveram reis, agricultores, mecânicos, cientistas, advogados, generais, pescadores, estadistas, sacerdotes, um coletor de impostos, um doutor, alguns ricos, alguns pobres, alguns citadinos, outros camponeses, tocando assim todas as experiências dos homens." (Peloubet, Dicionário Bíblico). Entretanto, a Bíblia está em harmonia em todas as suas partes. Os críticos têm imaginado contradições, mas estas desaparecem como a cerração ao sol matutino quando se sujeitam à luz de uma investigação inteligente, cuidadosa, cândida, justa e simpática. Os seguintes sinais de unidade caracterizam a Bíblia: A. É uma unidade no seu desígnio. O grande desígnio que percorre toda a Bíblia é a revelação de como o homem, alienado de Deus, pode achar restauração ao favor e à comunhão de Deus. B. É uma unidade no seu ensino a respeito de Deus Toda declaração na Bíblia a respeito de Deus é compatível com qualquer outra declaração. Nenhum escritor desmentiu qualquer outro escritor escrevendo sobre o tema estupendo o inefável, Deus infinito! Isso é verdade, apesar dos esforços dos modernistas para representar o Deus do Antigo Testamento como um Deus de vingança e de guerra, o Deus do Novo Testamento como um Deus do amor e paz. Modernistas propositadamente ignoram fato de que, no Antigo Testamento, Deus lidou com uma nação, enquanto que no Novo Testamento Deus está lidando com pessoas. Não há uma palavra no Novo Testamento, que ensina que as nações não devem resistir à agressão. Modernistas grosseiramente pervertem Novo Testamento quando eles insistem em aplicar ás nações os ensinamentos de Jesus com relação aos crentes individuais. C. É uma unidade no seu ensino a respeito do homem. Em toda a parte da Bíblia o homem é mostrado como criatura por natureza corrupta, pecaminosa, rebelde e falida sob a ira de Deus e carecendo de redenção. D. É uma unidade no seu ensino a respeito da salvação. O caminho da salvação não foi tão claro no Velho Testamento, como era no Novo Testamento. Mas pode ser visto facilmente que o que é claramente revelada no Novo Testamento foi prefigurado no Antigo Testamento. Pedro afirmou que santos do Antigo Testamento foram salvos exatamente da mesma maneira que os santos do Novo Testamento são salvos. Atos 15:10,11. Leia, neste contexto, os capítulos quinquagésimo terceiro e quinquagésimo quinto de Isaías. Observe também que Paulo faz a Abraão um exemplo típico da justificação mediante a fé (Rm 4) e diz que o evangelho foi pregado a Abraão (Gl. 3:8). Nota, ainda, que Paulo disse a Timóteo que "a Sagrada Escritura" (Antigo Testamento), que ele havia conhecido desde criança fosse capaz de fazer um sábio "para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus (2 Tm. 3:15). O suposto conflito entre Tiago e Paulo sobre a justificação será tratado no capítulo sobre a justificação. E. É uma unidade quanto à Lei de Deus. Um ideal perfeito de justiça está retratado por toda a Bíblia a desrespeito do fato que Deus, em harmonia com as leis do desenvolvimento humano, ajustou Seu governo às necessidades de Israel para que pudesse erguer-se do seu rude estado. Este ajustamento da disciplina de Deus foi como uma escada descida a um fosso para prover um meio de escape a alguém lá enlaçado. A descida da escada não visa a um encorajamento ao que está no fundo para deter-se lá, mas intenciona-se como meio de livramento; de modo que a condescendência da disciplina de Deus no caso de Israel não foi pensada como um encorajamento do mal, mas como uma regulação do mal com o propósito de levantar o povo a um plano mais elevado. Negar a unidade da Lei de Deus por causa de adaptações às necessidades de povos particulares é tão tolo como negar a unidade dos planos do arquiteto pelo fato de ele usar andaimes temporários na execução deles. F. É uma unidade no desenredo progressivo da doutrina. A verdade toda não foi dada de uma vez na Bíblia. Contudo, há unidade. A unidade no desenredo progressivo é a unidade do crescimento vegetal. Primeiro vemos a erva, depois a espiga e então o grão cheio na espiga" (Marcos 4:28). A força desta unidade maravilhosa na sua aplicação à questão da inspiração da Bíblia está acentuada por David James Burrell como segue: - "Se quarenta pessoas de diferentes línguas e graus de educação musical tivessem de passar pela galeria de um órgão em longos intervalos e, sem nenhuma possibilidade de acordo prévio, cada uma delas tocasse sessenta e seis teclas, as quais, quando combinadas, dessem o tema de um oratório, submeter-se-ia respeitosamente que o homem que considerasse isso como uma "circunstância fortuita" seria tido por consenso unânime universal - para dizê-lo modestamente - tristemente falto de senso comum" (Por Que Eu Acredito na Bíblia). (4) A exatidão da Bíblia em matérias científicas prova que ela não é de origem humana. A. A Bíblia não foi dada para ensinar ciência natural. Diz-se corretamente que a Bíblia não foi dada para ensinar ciência natural. Não foi dada para ensinar o caminho que os céus vão, mas o caminho que vai para o céu. B. Todavia, ela faz referência a matérias cientificas. "Por outro lado, contudo, vendo que o universo inteiro está de tal modo inteira e inseparavelmente ligado com leis e princípios, é inconcebível que este livro de Deus, que confessadamente trata de tudo no universo quanto afeta os mais altos interesses do homem, não fizesse referência alguma a qualquer matéria científica; daí acharmos referência incidentais a vários ramos da ciência... (Sidney Collett, Tudo Sobre a Bíblia). C. E quando a Bíblia faz referência a matérias cientificas, é exatíssima. A Bíblia não contém os erros científicos do seu tempo. Ela antecipou as gabadas descobertas dos homens centenas de anos. Nenhuma das suas afirmações provou-se errônea. E é somente nos tempos hodiernos que os homens chegam a entender alguns deles. [Os conflitos supostos por muitos existente entre a Bíblia e a ciência no que diz respeito à criação da terra e dos seres vivos são tratados em capítulos posteriores na relação de Deus para o Universo e A Criação do Homem. Além disso, provas científicas da enchente, serão dadas no capítulo dedicado à criação do homem. Além disso, este último capítulo vai lidar também com a suposta antiguidade homem.] Notai as seguintes referências bíblicas a matérias cientificas: (a) A rotundidade da terra. Séculos antes de os homens saberem que a terra é redonda a Bíblia falou do "circulo da terra" (Isaías 40:22). (b) O suporte gravitacional da terra. Os homens costumavam discutir a questão do que é que sustenta a terra, sendo avançadas diversas teorias. Finalmente os cientistas descobriram que a terra é sustentada por sua própria gravitação e a de outros corpos. Mas, muitos antes de os homens saberem isto, e enquanto contendiam por este ou aquele fundamento material para a terra, a Bíblia declarou que Deus "pendura a terra sobre o nada" (Jó 26:7). (c) A natureza dos céus. A Bíblia fala dos céus como "expansão" e isto estava tão adiante da ciência que a palavra hebraica (raquia) foi traduzida por "firmamento" (Gênesis 1; Sl. 19:6), que quer dizer um suporte sólido. (d) A expansão vazia do Norte. Foi só na metade do século passado que o Observatório de Washington descobriu que, dentro dos céus do Norte, há uma grande expansão vazia na qual não há uma só estrela visível. Mas antes de três mil anos a Bíblia informou aos homens que Deus "estendeu o Norte sobre o espaço vazio" (Jó 26:7). (e) O peso do Ar. Credita-se a Galileu a descoberta que o ar tem peso - algo com que os homens jamais tinham sonhado; mas, dois mil anos antes da descoberta de Galileu a Bíblia disse que Deus fez "um peso do vento" (Jó 28:25). (f) A rotação da terra. Ao falar de sua segunda vinda, Cristo deu indicação de que seria noite numa parte, dia na outra (Lucas 17:34-36), implicando assim a rotação da terra sobre seu eixo. (g) O número de estrelas. No segundo século antes de Cristo, Hiparco numerou as estrelas em 1.022. Mais de 300 anos mais tarde, Ptolomeu acrescentou mais quatro. Mas a Bíblia antecipou as revelações do telescópio moderno, comparando as estrelas com grãos de areia à beira-mar (Gênesis 22:17; Jeremias 38:22.), com somente Deus sendo capaz de enumerá-las (Sl 147:4) . (h) A lei da evaporação. Muito antes que os homens soubessem que é a evaporação que evita que o mar transborde e mantém os rios correndo, fazendo possível chover, todo o processo surpreendente foi notavelmente representado com precisão científica o seguinte: "Todos os rios correm para o mar, e contudo o mar não é completo; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr (Ecl.1:7) (i) A existência de ventos alisados. Hoje sabemos que a subida do ar quente nos trópicos faz com que o ar frio do norte a se deslocar no seu lugar, causando o que chamamos de "ventos alisados". Sabemos também que "em alguns lugares, eles explodem em uma direção pela metade do ano, mas na direção oposta à outra metade (Novos Alunos Obras de Referência, p. 1931). A Bíblia antecipou este conhecimento em uma declaração muito notável : "O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte, continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos" (Eclesiastes 1:6). (j) A importância do sangue. Somente há cerca de três séculos e meio que temos sabido que o sangue circula, levando oxigênio e alimento para todas as células do corpo, removendo o dióxido de carbono e outros resíduos do organismo através dos pulmões e órgãos excretores, e promovendo a cura e combate a doenças. Mas há muito tempo a Bíblia declara que "a vida da carne está no sangue". Veja Gênesis 9:4; Lev. 17:11,14. (k) A união da raça humana. Antiga tradição representava homens originalmente como brotando individualmente - a partir do solo - sem relação linear. Mas o conhecimento moderno tem revelado muitas evidências física, fisiológica, geográfica e linguística da união da raça. [Uma extensa discussão sobre a união do homem é encontrada no Novo Guia Bíblico (Urquhart, a partir da página 381 do Vol. 1.), onde é feita referência a uma discussão sobre as variações na família humana por Pritchard nos Vestígios da Criação, e Pritchard é citado como tendo dito: "Nós temos noções obscuras das leis que regulamentam essa variabilidade dentro de limites específicos, mas vê-los operar continuamente, e eles são, obviamente, favoráveis à suposição de que todas as grandes famílias dos homens podem ter sido de uma origem." Além disso Pritchard é citado como tendo dito: "A tendência do estudo das línguas modernas é o mesmo ponto." Então Urquhart diz do eminente e graduado Quatre-Fages: "Ele manifestou a convicção de que a única conclusão possível da ciência é que a raça humana surgiu a partir de um único par."] A evidência mais forte, no entanto, encontra-se no fato de que, enquanto a ciência médica pode distinguir entre o sangue humano e o sangue animal e pode distinguir entre o sangue de diferentes espécies de animais, contudo não pode distinguir entre o sangue das diferentes raças da humanidade. Mas Moisés não teve que esperar por esse conhecimento moderno. Sem hesitação ou equívoco, ele declarou que a raça se espalhou pelos descendentes dos filhos de Noé (Gênesis 9:19; 10:32). Nem Paulo hesita em afirmar que Deus "fez de um sangue todas as nações dos homens" (At 17:26). (5) A profecia cumprida testemunha ao fato que a Bíblia veio de Deus. A. A referência profética a Ciro. Cinqüenta anos antes do nascimento de Rei Ciro o qual decretou que os filhos de Israel voltassem à sua terra, Isaías falou de Deus como "aquele que disse de Ciro, ele é meu pastor e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Tu serás edificada; e ao templo: Tu serás fundado." (Isaías 44:28). B. A profecia do cativeiro babilônico. Vide Jr. 25:11. C. Profecias a respeito de Cristo. (a) Os soldados repartindo as Suas vestes. Salmos 22:18. Para cumprimento: Mt. 27.35. (b) O fato de Seus ossos não serem quebrados. Sal. 34:20. Cumprimento: João 19:36. (c) Sua traição. Sal. 41:9. Cumprimento: João 13:18. (d) Sua morte com os ladrões e enterro no túmulo de José. Isaías 53:9, 12. Cumprimento: Mt. 27:38, 57-60. (e) O Seu nascimento em Belém. Miquéias 5:2. Cumprimento: Mt. 2:1; João 7:42. (f) Sua entrada triunfal em Jerusalém. Zacarias 9:9. Cumprimento: Mt. 21:1-10; Mc. 11. 1-8; Lc. 19. 29-38. (g) Seu traspasse. Zc. 12:10. Cumprimento: João 19:34,37. (h) Dispersão dos Seus discípulos. Zc. 13:7. Cumprimento: Mt. 26:31. Há, porém, uma explicação plausível da maravilha da profecia cumprida e essa explicação é que Ele "que faz todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade" (Ef. 1:11) moveu a mão do escritor da profecia. (6) O testemunho de Cristo prova a genuinidade da Bíblia como uma revelação de Deus. Jesus considerou o Velho Testamento como a Palavra de Deus, a ele se referiu freqüentemente como tal e disse: "A Escritura não pode ser anulada" (João 10:35). Ele também prometeu ulterior revelação por meio dos apóstolos (João 16:12,13). Temos assim Sua pré-autenticação do Novo Testamento. O testemunho de Jesus é de valor único, porque Sua vida provou-O ser o que Ele professou ser - uma revelação de Deus. Jesus não se enganou; "porque isto alegaria (a) uma fraqueza e loucura montando a positiva insanidade. Mas Sua vida inteira e caráter exibiram uma calma, dignidade, equilíbrio, introspecção e autodomínio totalmente inconsistente tal teoria. Ou alegaria (b) auto ignorância e auto exagero que podiam provir apenas da mais profunda perversão moral. Mas a pureza absoluta de Sua consciência, a humildade do Seu espírito, a beneficência abnegada de Sua vida mostram ser incrível esta hipótese". Nem Jesus foi um enganador, porque (a) a santidade perfeitamente compatível de Sua vida; a confiança não vacilante com a qual Ele desafiava para uma investigação de suas pretensões e arriscava tudo sobre o resultado; (b) a vasta improbabilidade de uma vida inteira de mentira aos declarados interesses da verdade e (c) a impossibilidade de decepção operava tal benção ao mundo, - tudo mostra que Jesus não foi um impostor cônscio" (A. H. Strong). III. O que constitui a Bíblia? Do que já se disse, manifesto é que o autor crê que a Bíblia, revelação de Deus, consiste de sessenta e seis livros do que é conhecido como o Cânon Protestante. Aqui não é necessário um prolongado e trabalhado argumento e nada será tentado. A matéria inteira, tanto quanto respeita aos que crêem na divindade de Cristo, pode ser firmada pelo Seu testemunho. Notemos: 1. Cristo aceitou os trinta e nove livros de nosso Velho Testamento como constituindo a revelação escrita que Deus tinha dado até aquele tempo. Esses livros compunham a "Escritura" (um termo que ocorre vinte e três vezes no Novo Testamento) aceita pelos judeus. Crê-se que eles foram reunidos e arranjados por Esdras. Foram traduzidos do hebraico para o grego algum tempo antes do advento de Cristo. Não pode haver dúvida de que Cristo aceitou esses livros e nenhum outro como constituindo os escritos que Deus inspirou até aquele tempo. Ele citou esses livros na fórmula: "Está escrito". Ele referiu-se a eles como "Escritura". E Ele disse: "... a Escritura não pode ser anulada" (João 10:35). Por outro lado, nem Cristo nem os apóstolos aceitaram os quatorze livros e partes de livros (conhecidos como os Apócrifos), a maioria dos quais foram acrescentados ao cânon protestante, para compor o Antigo Testamento na Bíblia Católica Romana (Versão Douay). "E embora existam no Novo Testamento, cerca de 263 citações diretas e cerca de 370 referências a passagens do Antigo Testamento, mas entre todas estas não há uma única referência, quer por Cristo ou Seus apóstolos, aos escritos apócrifos" (Collett , Tudo Sobre a Bíblia, p. 50). Nem eram esses livros recebidos pela nação de Israel. [Isto é admitido pelas autoridades católicas romanas. Em Um Catecismo da Bíblia, escrito pelo "Rev. John J. O'Brien, MA," e publicada com a autorização da Sociedade Católica Internacional da Verdade, do Brooklyn, na página 10, esta pergunta foi feita sobre estes livros: "Eram os livros adicionados aceitos pelos hebreus?" E a resposta dada é: "Não, os hebreus se recusaram a aceitar estes livros adicionados."] Josefo, por escrito contra Apion ( Livro 1, V. 8), diz: "Nós não temos uma multidão inumerável de livros entre nós, discordando e contradizendo um ao outro entre si, mas apenas 22 livros (este número foi estabelecido por certas combinações de nossos trinta e nove livros). . . para durante tantos anos já passaram, ninguém foi tão ousado, quer para acrescentar nada a eles, para tirar qualquer coisa deles, ou fazer qualquer alteração nos mesmos. "Tampouco foram esses livros parte da Septuaginta original, como foi suposto muitas vezes. Cirilo de de Jerusalém (nascido em 315 dC) falou da Septuaginta da seguinte forma: "Leia a divina Escritura, ou seja, os 22 livros do Antigo Testamento que os setenta e dois intérpretes traduziram." Eles provavelmente foram adicionados ao Septuaginta em meados do século IV, desde as mais antigas cópias da Septuaginta possuímos (Vaticano versão) os contém, e isto é suposto que data do século IV. Talvez tenha sido a adição desses livros que levou a igreja grega em Concílio de Laodicéia (363 dC) para negar a sua inspiração. Mesmo tão tarde quanto 1546, o Concílio de Trento considerou necessário declarar que esses livros sejam canônicos. 2. Cristo também prometeu outra revelação indo além de tudo que Ele tinha ensinado. Em João 16:12,13 achamos Cristo falando aos apóstolos como segue: "Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. ". Além disso, Cristo constituiu os apóstolos um corpo de professores infalível quando em Mt. 18:18 Ele disse: "Em verdade eu vos digo: tudo o que ligardes na terra será ligado nos céus, e tudo quanto desligares na terra será desligado nos céus". "Ligar" significa proibir, isto é, ensinar que uma coisa está errada. "Desligar" é permitir , sancionar, para ensinar que uma coisa é certa. Assim, Cristo prometeu sancionar no céu o que os apóstolos ensinarassem na terra. João 20:22, 23 é da mesma importância. No Novo Testamento temos esta revelação que Cristo deu por meio do Seu corpo infalível de mestres. Os poucos livros não escritos pelos apóstolos receberam o seu lugar no cânon, evidentemente, porque os apóstolos os aprovaram. De qualquer maneira, o seu ensino é o mesmo como o dos demais livros do cânon. O Novo Testamento veio á existência da mesma maneia que o Velho, isto é, o cânon foi determinado pelo consenso de opinião da parte do próprio povo de Deus. O fato que Deus deu e conservou uma revelação infalível da velha dispensação prova que Ele fez o mesmo com referência ao novo. A tese católica romana que aceitamos nossa Bíblia com a sua autoridade é esplendidamente nula e eloquentemente vã. O cânon da Bíblia inteira foi estabelicida antes que houvesse uma coisa como a Igreja Católica Romana. (Veja o capítulo sobre "A Doutrina da Igreja para uma discussão sobre sua origem.) Se aceitássemos a nossa Bíblia na autoridade da Igreja Católica Romana, então devemos aceitar os livros apócrifos que foram adicionados, juntamente com sua tradução deturpada deles . Além disso, nesse caso, devemos aceitar as suas tradições vãs. As decisões dos concílios da Igreja são considerados de valor para nós apenas como eles são aceitos como evidência histórica rumo para o consenso de opinião entre os verdadeiros santos de Deus e como expressar a verdade que é confirmado por outras evidências. IV. É a Bíblia suficiente e a ultima revelação de Deus? A suficiência e o término da Bíblia são rejeitadas hoje pelos católicos romanos em favor da "tradição", e os devotos da neo-ortodoxia em favor de uma revelação contínua. A base da disputa Católica Romana para a autoridade da tradição é a idéia de que o clero católico romano são sucessores dos apóstolos. Esta é uma invenção da imaginação pervertida. Nem Jesus nem os apóstolos davam o menor indício sobre um sucessor apostólico, com exceção de Judas, e era necessário que ele seja aquele que tinha convivido com eles desde o batismo de João. Veja Atos 1:21,22. Tradição católica romana, não apenas suplementam a Bíblia, mas também a contradizem. Eles surgiram da mesma maneira que as tradições judaicas, e, hoje eles estão na mesma relação com a verdadeira Palavra de Deus. Assim, a condenação de Jesus é tambem aplicável a eles como a tradição judaica - “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mateus 15:8,9). Paulo claramente indicou que o plano de Deus era para dar ao homem uma revelação escrita completa assim "para que o homem de Deus, seja perfeito, e perfeitamente instruido para toda a boa obra" (2 Tm. 3:17) A idéia moderna da "autoridade do Espírito", que é realmente a autoridade da razão humana, como dando revelação contínua, é igualmente inútil. Devemos voltar a Cristo como nossa única autoridade de confiança, e Cristo não deu nenhuma promessa de ensinamentos autorizados além dos apóstolos. Essa idéia não será adotada por ninguém, exceto os modernistas ou aqueles grandemente afetados pelo modernismo. Aqueles que aceitam essa idéia serão encontrados de forma aberta ou na pratica negando a inspiração da Bíblia. Nós não nos importamos com suas noções nebulosas. Elas são tão frágeis que elas entram em colapso sob seu próprio peso. O Novo Testamento é manifestamente completo, suficiente e final.

O ESTADO ATUAL DOS MORTOS

Que os homens não entram no estado final quando morrem bastante evidentes é para que se requeira provar minuciosa. As ressurreições, que ainda são futuras, provam um estado intermediário para os mortos atuais. A coisa com que estamos especialmente preocupados é a natureza do estado intermediário, matéria esta para a qual nos dirigimos agora. Os adventistas do sétimo dia, russelitas e alguns outros ensinam o que é conhecido comumente por "sono dalma". Mas a substância real deste falso ensino é que dos mortos não é inexistente entre a morte e a ressurreição. Isto é logicamente verdadeiro desta teoria e é assim admitido pelos adventistas, pelo menos. É logicamente verdadeiro, porque um espírito dormente (se tal fosse possível) seria um espírito inexistente. A idéia de o espírito estar vivo e estar incônscio quando livre do corpo é o limite do absurdo. É que este ensino vale pela inexistência do espírito mostrado está nas seguintes palavras de "Signs of the Times", uma revista dos adventistas do sétimo dia (edição de 15 de dezembro de 1931): "Seguramente nenhuma expressão mais vigorosa podia ser possivelmente usada para mostrar a completa cessação da existência do que esta, - Na morte "eu não serei" (Comentário de Jó 7:21, por Carlyle B. Haines, um dos seus escritores notáveis)". I. OS MORTOS NÃO SÃO INEXISTENTES Contra esta teoria afirmamos e nos comprometemos provar pelas Escrituras que o espírito do homem não cessa de existir na morte. Pelo termo "espírito" queremos dizer a natureza imaterial do homem no seu parentesco mais elevado. Empregamos o termo "espírito" de preferência ao termo "alma" porque cremos que espírito melhor expressa a parte imaterial do homem em distinção da vida corporal. "A parte imaterial do homem encarada como uma vida individual e cônscia, capaz de possuir e animar um organismo físico é chamada psuche (alma); como um agente racional e moral, suscetível de influência e moradia divinas, esta mesma parte imaterial chama-se pneuma (espírito)" (A. H. Strong). O espírito é a natureza imaterial do homem olhando na direção de Deus. "O espírito é a parte mais elevada, mais profunda e nobre do homem. Por ele está o homem ajustado para compreender coisas eternas e é, em suma, a casa que residem à fé e a Palavra de Deus. A ... alma é este espírito, segundo a natureza, mas com tudo outra espécie de atividade, nomeadamente, nisto, que ela anima o corpo e opera por meio dele" (Lutero). "A alma é o espírito modificado pela união com o corpo" (Hovey). Algumas vezes as palavras para espírito, tanto no hebreu como no grego, denotam vento ou fôlego, mas que nem sempre são assim está evidenciado em Mat. 26:41; Lucas 23:46; Atos 7:59; 1 Cor. 2:11; 5:5; 7:34; 14:14 e 1 Tess. 5:23. Estudem os interessados estas passagens e substituam espírito por fôlego e vejam que sorte de sentido se forma. Então sabemos que espírito pode significar mais que fôlego, porque "Deus é espírito" (João 4:24). 1. A MORTE FÍSICA NÃO ACARRETA A INEXISTÊNCIA DO ESPÍRITO DO HOMEM, PORQUE O ESPÍRITO NÃO ESTÁ SUJEITO À MORTE FÍSICA. Temos a prova disto em Mat. 10:28. Se o homem não pode matar o espírito, então a morte física não tem poder para dar cabo da existência do espírito. O homem pode matar qualquer coisa que esteja sujeita à morte física. Na morte física o corpo cessa de funcionar e começa a desintegrar-se, o homem cessa de ser uma "alma vivente" no sentido distinto do vocábulo "alma". Ma o espírito não pode ser mata do e dele nunca se fala como cessar na morte. Em vez achamos Jesus, ao morrer, entregando o Seu espírito nas mãos de Deus e Estevão entregando o seu espírito nas mãos de Jesus (Lucas 23:46; Atos 7:59). A morte física é meramente a separação do espírito do corpo. 2. A REPRESENTAÇÃO DA MORTE COMO UM SONO NÃO ENSINA QUE O ESPÍRITO DORME E QUE É, PORTANTO, INEXISTENTE. O sono é puramente um fenômeno físico. A morte é sono só por analogia, não atualmente. E a analogia está na aparência do corpo, não no estado quer do corpo quer do espírito. No sono o espírito ainda está unido com o corpo e, portanto, condicionado por ele. Mas, na morte, como todos são forçados a admitir, espírito e corpo estão separados e o espírito separado do corpo não está mais condicionado pelo corpo. Estevão dormiu (Atos 7:59), mas o seu espírito não cessou de existir, porque Estevão o encomendou nas mãos de Jesus e um espírito inexistente não podia ser encomendado nas mãos de ninguém. Paulo descreveu a morte como um sono (1 Cor. 15:6; 1 Tess. 4:14), mas não ensinou a inexistência dos mortos. Paulo considerou a morte, não como uma cessação da existência, mas como uma partida para estar com Cristo (Fil. 1:23). Estando ausente do corpo, Paulo quis dizer, não inexistente, mas presente com o Senhor (2 Cor. 5:6). Aquilo que é inexistente não pode estar presente em logar algum ou com pessoa alguma. 3. A REFERÊNCIA AOS ÍMPIOS MORTOS COMO "ESPÍRITO EM PRISÃO" MOSTRA QUE OS MORTOS NÃO SÃO INEXISTENTES (1 PED. 3:20). Um espírito inexistente é uma não entidade e uma não entidade não pode estar em qualquer logar, porque ser é existir. 4. MOISÉS NÃO CESSOU DE EXISTIR QUANDO ELE MORREU, PORQUE SÉCULOS DEPOIS ELE APARECEU COM Cristo NO MONTE DA TRABSFIGURAÇÃO (MAT. 17:3) Dirão alguns que Moisés foi ressuscitado imediatamente depois do enterro? Se sim, por eles está esperando uma refutação em 1 Cor. 15:20. Sendo Cristo as primícias dos mortos proíbe a teoria de Moisés ter sido ressuscitado logo depois do seu enterro. 5. OS HABITANTES DE SODOMA E GOMORRA NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM (JUDAS 7). Judas os descreve nos tempos do Novo Testamento como "sofrendo a vingança do fogo eterno". A palavra sofrendo nesta passagem é um particípio presente, que expressa ação durativa progressiva. E que isto não é um presente histórico está mostrado pelo tempo presente do verbo "são postos." 6. O RICO E O LÁZARO NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM (LUCAS 16:19-31). Isto não é uma parábola, mas pouco importa que fosse. O Filho de Deus não recorreu a desvirtuamentos mesmo em parábolas. Todas as Suas parábolas são verdadeiras a fatos. 7. CRISTO E O LADRÃO PENITENTE NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM. Cristo não estava dependendo do corpo para a vida, porque Ele viveu antes que tivesse um corpo (João 1:1, 2, 14). E, na cruz, Cristo asseverou que Ele e o ladrão estariam naquele dia juntos no paraíso. Espírito inexistente não podiam estar em logar algum, muito menos juntos. 8. OS ESPÍRITOS QUE JÃO VIU DEBAIXO DO ALTAR NÃO TINHAM CESSADO DE EXISTIR (APOC. 6:9). 9. A RESSURREIÇÃO PROVA QUE OS MORTOS AGORA NÃO ESTÃO INEXISTENTES. Se fosse inexistente, então seria necessário haver uma recriação em vez de uma ressurreição. E isto destruiria totalmente a base de recompensas, porque os que surgissem da sepultura seriam indivíduos diferentes daqueles que trabalham obras aqui neste mundo. 10. O FATO DE OS MORTOS BEM AVENTURADOS NÃO TEREM ATINGIDO O SEU MAIS ALTO ESTADO DE BEATITUDE, E DEVEM AINDA PASSAR PELA RESSURREIÇÃO, NÃO PROVA QUE ELES SEJAM AGORA INEXISTENTES. "Aquela bem aventurada esperança" (Tito 2:13; 1 João 3:2,3) é a união do espírito com o corpo glorificado. Somente isto trará a satisfação completa da aspiração do crente (Sal. 17:15). Mas Deus escolheu adiar a realização desta esperança até um tempo por vir. E enquanto o estado desencarnado não é o ideal, todavia é melhor do que continuar na carne (Fil. 1:23); e os eu estão neste estado estão presentes com o Senhor (2 Cor. 5:8). 11. O FATO QUE OS ÍMPIOS FALECIDOS AINDA ESTÃO PARA SER JULGADOS E LANÇADOS NO LAGO DE FOGO NÃO PROVA QUE ELES AGORA SEJAM INEXISTENTES. Aprouve a Deus confirmar os espíritos dos ímpios falecidos em prisão (Isa. 24:22; 1 Ped. 3:19), finalmente trazê-los e destiná-los juntos ao lago de fogo (Apoc. 20:11-15); mas que os ímpios falecidos já estão em tormento cônscio de fogo mostramo-lo previamente (Lucas 16:19-31; Judas 7). A miséria final dos ímpios, como a felicidade dos justos, espera a ressurreição do corpo, em cujo tempo os ímpios serão lançados, tanto corpo como alma, no inferno (Mat. 10:28). 12. O FATO DE A VIDA ETERNA SER RECEBIDA PELA FÉ NÃO PROVA QUE OS QUE A NÃO POSSUEM NÃO TEM EXISTÊNCIA ETERNA. A vida eterna nas escrituras quer dizer mais do que existência eterna. Está em contraste com morte espiritual (João 5:24; Efe. 2:1; Col. 2:13; 1 João 3:14). A morte espiritual é escravidão íntima num estado de pecado e separação de Deus, no qual alguém está privado de vida espiritual divina, conquanto possua vida do espírito humano. A vida eterna é liberdade e comunhão com Deus . "A morte espiritual faz alguém sujeito à segunda morte, a qual é uma continuação da morte espiritual numa outra existência sem tempo" (E. G. Robinson). E vida eterna é isenção da segunda morte. 13. A REPRESENTAÇÃO DA IMORTALIDADE COMO ALGO A SER ALCANÇADO NÃO PROVA QUE OS QUE NÃO A ALCANÇARAM NÃO TEM EXISTÊNCIA ETERNA Rom. 2:7 e 1 Cor. 15:53 tem referência ao corpo. O corpo se descreve como sendo mortal, mas o espírito nunca. Revestir-se de imortalidade no sentido da Escritura supra é receber um corpo imortal e, portanto, passar aquele estado no qual não podemos mais ser afetado pela morte. Este se revestir de imortalidade é a junção de um corpo imortal com um espírito imortal. 14. A IMPUTAÇÃO DE IMORTALIDADE SÓ A DEUS (1 TIM. 6:16) NÃO QUER DIZER QUE OUTROS NÃO POSSUEM EXISTENCIA ETERNA. A passagem acima quer dizer que só Deus é totalmente imortal em todas as partes do Seu Ser e não afetado pela morte, que só Ele possui imortalidade inderivada e independente. Ao passo que o homem é imortal quanto a uma só parte de sua natureza, sua imortalidade, tanto do espírito como do corpo, deriva-se de Deus. O caso de Elias é uma resposta suficiente ao argumento de "dormentes dalma" sobre esta passagem. Elias cessou de existir em qualquer tempo? Se não, ele tinha existência imortal. 15. OS ENUNCIADOS DE JESUS EM JOÃO 3:13 E 13:33 NÃO ENSINAM QUE OS JUSTOS FALECIDOS SÃO INEXISTÊNTES. A escritura deve ser interpretada à luz da Escritura. Portanto, a primeira passagem supra não pode ser tomada com absoluta literalidade. Porque em 2 Reis 2:2,11 assevera-se duas vezes que Elias foi recebido no céu. O sentido da afirmação de Cristo aqui, então, não pode ser mais do que ter Jesus só ascendido ao céu e voltado para revelar os mistérios a Ele comunicados lá. A segunda passagem é explicada pelo verso 36. Cristo quis dizer, meramente, que, entrementes, aqueles a quem Ele estava falando não podiam seguir; não que eles nunca O seguiriam, porque nesse caso eles nunca podiam ir ao céu. 16. O ENUNCIADO DE PEDRO EM ATOS 2:34 NÃO QUER DIZER QUE DAVI ERA INEXISTÊNTE. Este enunciado sobre Davi está elucidado pelo de Cristo a Maria Madalena a respeito de Si mesmo (João 20:17). Cristo disse: "Ainda não subi a meu Pai". Mas o espírito de Cristo ascendera ao Pai (Lucas 23:43,46; Apoc. 2:7; 22:1,2). O significado então do enunciado de Pedro a respeito de Davi e o Cristo sobre Si mesmo é que eles não tinham ascendido em corpo. 17. AS ESCRITURAS DO VELHO TESTAMENTO NÃO PROVAM A INEXISTÊNCIA DOS MORTOS. A Escritura deve ser explicado pela Escritura. As revelações incompletas e indistintas do Velho Testamento devem ser explicadas pelas revelações mais amplas e mais claras do Novo Testamento. E à luz destas últimas algumas afirmações no Velho Testamento concernentes ao estado dos mortos podem ser tomadas somente como a linguagem de aparência. Escritores do Velho Testamento, não tendo uma revelação clara concernente ao estado dos mortos, muitas vezes falaram dos mortos do ponto de vista desta vida. É neste sentido que devemos entender passagens tais como Jó 3:11-19; 7:21,22; Sal. 6:5; 88:11,12; 115:17; Ecles. 3:19,20; 9:10; Isa. 38:18. II. OS JUSTOS FALECIDOS ESTÃO COM O SENHOR Já aludimos ao estado tanto dos justos como dos ímpios falecidos. Mas, por causa da clareza, restabelecemos o ensino da Escritura sobre este assunto. Os justos falecidos estão com o Senhor. Isto está provado pelas seguintes passagens: "Enquanto estamos no corpo ausente do Senhor... porém temos confiança e desejamos muito deixar este corpo e habitar com o Senhor" (2 Cor. 5:6-8). Assim, para os justos, estar ausente do corpo, isto é, estar naquele estado ocasionado pela morte é estar na presença do Senhor. "Estou apertado entre os dois, desejando partir e estar com Cristo" (Fil. 1:23). Paulo não podia decidir se ele preferia permanecer na carne, isto é, continuar a viver aqui na terra, ou morrer para estar com Cristo. Assim, para os justos, uma partida desta vida é uma entrada à presença de Cristo. O ladrão arrependido moribundo ouviu de Jesus: "Hoje estarás comigo no paraíso". O paraíso é o terceiro céu dos judeus, o logar do trono de Deus (2 Cor. 12:2,4). Mais prova disto encontra-se no fato de a árvore da vida estar no paraíso (Apoc. 2:7), e perto do trono de Deus (Apoc. 22:1,2). Pode ser, como crêem alguns, que, até a morte de Cristo, os justos não foram à presença de Deus senão a um logar intermediário de felicidade. Conquanto isso possa ser, as passagens supra mostram que os justos agora vão imediatamente à presença do Senhor através da morte. III. OS FALECIDOS ÍMPIOS ESTÃO EM TORMENTO CÔNSCIO E ARDENTE Está isto mostrado na história do rico e Lázaro (Lucas 16:19-31). Respondem alguns que isto é somente uma parábola. Mas não há, sequer, um indício que o seja. E o fato se estar nomeado o nome de uma pessoa envolvida é incoerente com todas as outras parábolas. Mas suponde que é uma parábola, Cristo torceu fatos nas Suas parábolas? Que propósito podia Ele ter tido em assim fazer? Uma caricatura de fatos na passagem em foco não ensina um erro? Os que buscam fugir a isto com fundamento que é uma parábola mostram o desespero de sua teoria com uma semelhante miserável escapatória. Este fato também está patente, como já o frisamos, nas palavras de Judas no verso 7 de sua epístola a respeito dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Ele os descreve como "sofrendo (tempo presente) a vingança do fogo eterno". O lugar onde os ímpios estão confinados é chamado uma prisão (1 Ped. 3:19). São criminosos condenados esperando na prisão até ao tempo de serem colocados na eterna penitenciária de Deus, o lago de fogo (Apoc. 20:15). Isto é para ter logar no juízo do grande trono branco, tempo em que tanto o corpo como as almas dos ímpios serão lançados no fogo (Mat. 10:28). IV. NENHUMA PROVAÇÃO DEPOIS DA MORTE A noção que há provação depois da morte toma duas formas. Contém-se a primeira em: 1. O ENSINO CATÓLICO SOBRE O PURGATÓRIO. "A Igreja Católica ensina a existência do Purgatório, onde aqueles que morrem com leves pecados nas suas almas, ou que não satisfazem a punição temporal devida aos seus pecados estão detidos até que se purifiquem suficientemente para entrar no céu" (O que a Bíblia protestante ensina sobre a Igreja Católica, Patterson). As passagens dadas para substanciarem este ensino são: Mat. 5:26; 12:32; 1 Cor. 3:13-15; Apoc. 21:27; 1 Ped. 3:19. Antes de abreviadamente cometer estas passagens, oportuno é observar a justificação e salvação totalmente de graça por meio da fé em Cristo. Vimos que Deus não cobra pecados ao crente (Rom. 4:8; 8:33). O crente foi eternamente quitado de todo pecado. Mais ainda, Heb. 9:27 implica claramente que não é possível nenhuma mudança entre a morte e o juízo. Estas passagens, para não mencionar muitas outras, mostram que o Purgatório é uma invenção humana. Quanto às passagens empregadas para substanciarem a doutrina do Purgatório: Mat. 5:26 é para ser manifestamente considerada como se referindo à prisão romana. Mat. 12:32 faz simplesmente "uma declaração forte e expandida" que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será jamais perdoada. Achar aqui a insinuação em que alguns pecados possam ser perdoados no porvir é fundar uma doutrina de longo alcance sobre uma inferência incerta. Semelhante doutrina, se verdadeira, acharia certamente afirmação mais clara do que a que esta passagem proporciona. Em 1 Cor. 3:13-15 temos apenas uma forte alusão ao teste das obras humanas nos dias de Cristo. Não há aqui nenhuma purificação ou purgamento, como os católicos supõem ocorrer no Purgatório, mas somente um desejo de obras inaceitáveis. Apoc. 21:27 declara somente que os ímpios não podem entrar em a Nova Jerusalém. O espírito e o corpo glorificado do crente não tem pecado. O espírito se purifica de todo pecado na regeneração. A última passagem (1 Ped. 3:19) será estudada no próximo título. A segunda forma desta noção de provação depois da morte jaz principalmente em: 2. A CRENÇA QUE CRISTO PREGOU AOS ÍMPIOS FALECIDOS. Baseia-se a crença em 1 Ped. 3:19,20. Esta forma da noção de provação depois da morte é diferente do ensino católico do purgatório, em que ela inclui somente incrédulos, ao passo que o ensino católico inclui somente crentes, como tendo provação. Segundo esta forma da doutrina de provação depois da morte, os incrédulos terão a oportunidade de se arrependerem e serem salvos depois da morte. Isto está discutido em extenso em What Happens After Death!(O Que Acontece Depois da Morte!) por William Striker, publicado pela Sociedade de Tratados Americana. Deve ser admitido que as traduções comuns de 1 Ped. 3:19,20, emprestam encorajamento a esta crença; mas, mesmo nisso, estranho é que Jesus tivesse pregado somente aos que foram desobedientes durante os dias de Noé, ou que, se a todos foi pregado, apenas oito almas fossem mencionadas. E não pode insistir-se sobre o verbo "foi" como indicando que Jesus veio em contato pessoal com os espíritos em prisão. "Grande peso se tem dado a esta palavra em sustento da idéia que Cristo foi em prisão a prisão dos perdidos; mas a palavra não implica necessariamente locomoção pessoal" (N. M. Williams, Comment. In loco). Acham-se em Gen. 11:5-7 e Efe. 2:17 casos de uma palavra igual em que não se indica locomoção pessoal. Mas, ainda mais, não é em absoluto necessário traduzir o verso 20 como nas traduções comuns. A idéia de desobediência nesta passagem expressa-se em grego por um particípio aoristo sem o artigo, apiethesasi; e, enquanto é verdade que o particípio sem o artigo pode ser traduzido atributivamente, isto é, como livremente equivalente a uma clausula relativa, contudo, isto é a exceção mais que a regra. A regra é que o particípio sem o artigo é empregado predicativamente, exigindo uma clausula temporal para a sua tradução. Segundo a regra, então, a primeira clausula do v. 20 devera ser traduzida "quando primeiramente foram desobedientes", indicando que a pregação ocorreu (pelo espírito de Cristo operando por Noé) no tempo da desobediência e não dois mil anos depois. Pode ser perguntado porque a versão do Rei Tiago, a Revista e as versões da União Bíblia, todas traduzem esta construção com uma clausula relativa. Respondemos que isto, evidentemente, é por causa da influência da Vulgata e a parcialidade teológica da cristandade que tem favorecido a noção de provação depois da morte. Mas o Novo Testamento está em toda parte oposto à idéia de provação depois da morte, sem a qual esta suposta pregação aos ímpios falecidos foi inútil. Tal probação não é precisa para vindicar a justiça de Deus, porque mesmo os pagãos sem o evangelho estão "sem desculpa" (Rom. 1:20). 1 Pedro 4:6 , que é outra passagem empregada para ensinar a provação depois da morte, significa que o Evangelho foi pregado aos mortos enquanto estiveram vivos.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O MILÊNIO

O MILÊNIO Poucos assuntos na Bíblia são tão controvertidos quanto o do milênio. Muitos teólogos se divergem nesta questão que é de suma importância para o crente em Jesus Cristo. A palavra milênio significa mil anos. Em outras palavras, quer dizer que haverá um período de mil anos que Jesus e seus santos irão reinar aqui na terra. Essa doutrina é amplamente ensinada no Antigo e no Novo Testamento. OS EFEITOS DO PECADO NA TERRA Os crentes que estudam suas Bíblias com freqüência sabem muito bem que Jesus um dia voltará à terra para instalar seu reino. Jesus reinará um determinado tempo (mil anos) para consertar esta terra que foi danificada pelo pecado. A terra está estragada devido ao pecado do homem. "A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade a terra está contaminada debaixo dos seus habitantes; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram o pacto eterno" (Isaías 24:4-5). "A terra está de todo quebrantada, a terra está de todo fendida, a terra está de todo abalada, a terra cambaleia como ébrio, e balanceia como rede de dormir; e a sua transgressão se torna pesada sobre ela, e ela cai, e nunca mais se levantará" (Isaías 24:19-20). TODA CRIAÇÃO FOI ATINGIDA PELO PECADO A Bíblia fala que toda a criação deste planeta está gemendo sob o domínio do pecado. "Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora; e não só ela, mas até nós, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, aguardando a nossa adoção, a saber, a redenção do nosso corpo" (Romanos 8:19-23). Por causa do pecado que entrou no mundo, os animais sofrem tanto quanto o homem. Vamos observar alguns exemplos: Balaão espancou impiedosamente sua pobre jumenta (Números 22:27). Deus mandou Josué jarretar (amputar ou aleijar) os cavalos dos inimigos (Josué 11:6 e 9). O Rei Davi também amputou muitos cavalos (II Samuel 8:4). Na lei de Moisés Deus ordenou explicitamente que o seu povo tivesse compaixão dos animais que sofrem (Êxodo 23:5) e (Deuteronômio 22:4). Até mesmo os animais mais forte, como é o caso do rei dos animais, sofrem as conseqüências do pecado. "Os leõezinhos necessitam e sofrem fome, mas aqueles que buscam ao Senhor, bem algum lhes faltará" (Salmos 34:10). A Bíblia diz que os crentes procuram amenizar os sofrimentos de seus animais, mas os injustos faz com que seus animais padeçam: "Os justos olha pela vida de seus animais; porém as entranhas dos ímpios são cruéis" (Provérbios 12:10). O HOMEM É O RESPONSÁVEL Neste planeta tudo está contaminado pelo pecado. E a culpa de tudo isso é o homem. No dia em que Adão resolveu desobedecer a Deus, comendo daquele fruto que Deus lhe havia proibido, o pecado começou a ter seu efeito destruidor não só nos filhos de Adão, mas em toda a geração da raça humana. "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram" (Romanos 5:12). "Porque, assim como, por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Assim como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados" (I Coríntios 15:21-220). A VINGANÇA DO SENHOR Quando Cristo voltar à terra, Ele virá com juízo abrasador sobre os homens ímpios que não aceitaram a verdade. Há muitos relatos na Bíblia a respeito da vingança do Senhor contra os que não aceitaram o Evangelho. Vejamos algumas passagens que fala desse assunto: "...e a vós, que sois atribulados, alívio juntamente convosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder em chama de fogo, e tomar vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao Evangelho de nosso Senhor Jesus; os quais sofrerão, com castigo, a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder" (II Tessalonicenses 1:7-9). "...mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios" (II Pedro 3:7). "Pois, eis que o Senhor virá com fogo, e os seus carros como o torvelinho, para retribuir a sua ira com furor, e a sua repreensão com chamas de fogo. Porque com fogo e com espada entrará o Senhor em juízo com toda a carne; e os que forem mortos pelo Senhor serão muitos" (Isaías 66:15-16). "Chegará o estrondo até a extremidade da terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo com toda a carne; quanto aos ímpios, Ele os entregará à espada, diz o Senhor" (Jeremias 25:31). A TERRA SERÁ TRANSFORMADA Depois que realizar a sua vingança sobre os homens ímpios e perversos, o Senhor Deus consertará e restaurará esta terra, tornando-a um verdadeiro paraíso aos homens que Nele confiam. No sermão da bem-aventurança Jesus prometeu o seguinte: "Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra" (Mateus 5:5). Vejamos então a descrição das mudanças que este globo terrestre terá no decorrer dos mil anos: "Todo vale será levantado, e será abatido todo monte e todo outeiro; e o terreno acidentado será nivelado, e o que é escabroso, aplanado" (Isaías 40:4). A Bíblia nos ensina que no período de mil anos uma mudança profunda será feita na terra. Por exemplo, muitas montanhas e ilhas desaparecerão ou serão transladados a outros lugares: "Porque eis que o Senhor está a sair do seu lugar, e descerá, e andará sobre as alturas da terra. Os montes debaixo dele se derreterão, e os vales se fenderão, como a cera diante do fogo, como as águas que se precipitam por um declive" (Miquéias 1:3-4). "E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares" (Apocalipse 6:14). "Todas as ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam" (Apocalipse 16:20). O monte das Oliveiras na Palestina se repartirá: "Naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, do oriente para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade dele para o sul" (Zacarias 14:4). A terra tornará excepcionalmente fértil: "O deserto e a terra sedenta se regozijarão; o ermo exultará e florescerá; como o narciso florescerá abundantemente, e também exultará de júbilo e romperá em cânticos; dar-se-lhe-á a glória do Líbano, a excelência do Carmelo e Sarom; eles verão a glória do Senhor, a majestade do nosso Deus" (Isaías 35:1-2) "Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta; o que será para o Senhor por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará" (Isaías 55:13). Os DESERTOS áridos e secos produzirão água em abundância: "Os animais do campo me honrarão, os chacais e os avestruzes; porque porei água no deserto, e rios no ermo, para dar a beber ao meu povo, ao meu escolhido" (Isaías 43:20). No milênio o problema ECOLÓGICO será completamente resolvido. As ÁRVORES crescerão em grande número e não haverá derrubadas indiscriminadas como nos dias de hoje. Veja em Ezequiel 47:7. Na região da Palestina surgirá um novo rio cujas águas conterão elementos que purificará qualquer outra fonte, inclusive o Mar Morto que há milhares de anos está podre, será purificado pelas águas desse novo rio. Veja Ezequiel 47:8-10. A NATUREZA DOS ANIMAIS SERÁ MUDADA No milênio Jesus vai mudar radicalmente este planeta terra. No milênio haverá transformações jamais vistas na história da humanidade Os animais sofrem com os efeitos nocivos do pecado do homem, conforme já vimos em Romanos 8:19-23. Mas Jesus vai transformar toda a criação quando estabelecer o seu reino na terra. A natureza selvagem dos animais será tirada. "Morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará; e o bezerro, e o leão novo e o animal cevado viverão juntos; e um menino pequeno os conduzirá. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as crias juntas se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e a desmamada meterá a sua mão na cova do basilisco" (Isaías 11:6-8). "O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e o pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor" (Isaías 65:25). "Farei com elas (ovelhas, que sãos os convertidos) um pacto de paz; e removerei da terra os animais ruins, de sorte que elas (ovelhas) habitarão em segurança no deserto, e dormirão nos bosques" (Ezequiel 34:25). "Naquele dia farei por eles (seu povo) aliança com as feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra tirarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança" ( Oséias 2:18). NO MILÊNIO MUITOS SE CONVERTERÃO As Sagradas Escrituras diz claramente que quando o Senhor voltar aqui na terra para inaugurar seu reino, a minoria não convertida dos habitantes do planeta, por alguma razão que só o Senhor sabe , não perecerão pelo fogo, mas entrarão no reino de Cristo. Vejamos o que a Bíblia tem a dizer sobre isso: "Por isso a maldição consome a terra; os que nela habitam se tornam culpados. Portanto serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão" (Isaías 24:6). "Então todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorarem o Rei, o Senhor dos exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos" (Zacarias 14:16). Estes restantes não convertidos estarão no reino milenar de Cristo, e naturalmente precisarão aceitar o Evangelho. São estes que terão filhos, se multiplicarão e alcançarão grandes progressos sobre a terra durante o milênio. Veja Isaías 65:20-23. Nações inteiras vão se submeter ao senhorio de Cristo, pois Deus vai facilitar a conversão dos povos, aprisionando o Diabo por mil anos, neutralizando assim, a força do pecado e a influência do mal. Veja Apocalipse 20:1-3. "Todas as nações que fizeste virão e prostrarão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome" (Salmos 86-9). "E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor" (Isaías 66:23). "Naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo; e habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti" (Zacarias 2:11). "Assim virão muitos povos, e poderosas nações, buscar em Jerusalém o Senhor dos exércitos, e suplicar a bênção do Senhor" (Zacarias 8:22). As nações que tradicionalmente são inimigas de Israel durante centenas de anos, também se converterão ao Senhor Deus. As nações Egípcia e Assíria são bons exemplos disso: "Naquele dia haverá um altar dedicado ao Senhor no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, na sua fronteira. E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia; e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão. Naquele dia haverá estrada do Egito até a Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra; porquanto o Senhor dos exércitos os tem abençoados, dizendo: Bem-aventurado seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança" (Isaías 19:19, 21, 23, 24 e 25). A Etiópia, nação do continente africano, que também se destacou como inimiga do povo de Deus durante séculos, se converterá ao Senhor. "Naquele tempo será levado um presente ao Senhor dos exércitos da parte dum povo alto e tez luzidia (pele lisa devido sua forte cor negra), e dum povo terrível desde o seu princípio, uma nação forte e vitoriosa, cuja terra os rios dividem; um presente, sim, será levado ao lugar do nome do Senhor dos exércitos, ao monte Sião" (Isaías 18:7). O PROGRESSO ESPIRITUAL NO MILÊNIO Conforme já vimos, Deus vai prender o Satanás no grande abismo durante o milênio (Apocalipse 20:1-3). Deus vai tirar não só o Diabo da face da terra, mas também todos os demais espíritos demoníacos. "Naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, cortarei da terra os nomes dos ídolos, e deles não haverá mais memória; e também farei sair da terra os profetas (falsos) e o espírito da impureza. E se alguém ainda profetizar, seu pai e sua mãe, que o geraram, lhe dirão: Não viverás, porque falas mentiras em nome do Senhor; e seu pai e sua mãe, que o geraram, o traspassarão quando profetizar" (Zacarias 13:2-3). Haverá a presença do pecado na terra, mas com a erradicação de Satanás e dos espíritos caídos, os habitantes desse novo e glorioso mundo, poderão resistir ao pecado. Porém, alguns homens ainda deliberadamente vão pecar contra o Senhor. Veja Isaías 65:20. Mas a grande maioria procurará servir ao Senhor. "Assim diz o Senhor dos exércitos: Naquele dia sucederá que dez homens, de nações de todas as línguas, pegarão na orla das vestes de um judeu, dizendo: iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco" (Zacarias 8:23). "Assim diz o Senhor: A riqueza do Egito, e as mercadorias da Etiópia, e os sabeus, homens de alta estatura, passarão para ti, e serão teus; irão atrás de ti; em grilhões virão; e, prostrando-se diante de ti, far-te-ão as suas súplicas, dizendo: Deus está contigo somente; e não há nenhum outro Deus" (Isaías 45:14). "Irão muitos povos, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor" (Isaías 2:3). Que época fantástica!!! Hoje em dia não temos este privilégio de ver nações e mais nações interessadas em servir o grande e Todo-Poderoso Deus, como vimos acima. Para os homens que confiam em Cristo, este período milenar será o mais ditoso de toda a história da humanidade. Nesta época os homens possuirão poderes extraordinários concedidos pelo Senhor Deus. "O mais pequeno virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, apressarei isso a seu tempo" (Isaías 60-22). A MORTE SERÁ UMA RARIDADE NO MILÊNIO Não devemos supor que no reino dos mil anos não haja a morte. Lembre-mo-nos que a presença do pecado estará no milênio, mas sua força será profundamente diminuída com a prisão de Satanás no abismo (Apocalipse 20:1-3). Com a prisão de Satanás e a eliminação dos espíritos demoníacos da terra (Zacarias 13:2), os homens podem resistir o pecado e aceitar a Cristo como seu Salvador com mais facilidade. Porém, muitos homens decididamente e deliberadamente vão escolher o mal e rejeitar o bem. Apesar de toda a facilidade que haverá nesta época áurea da raça humana, muitos se rebelarão contra a soberania de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Eis o triste relato que a Bíblia diz da reação negativa do homem no milênio: "Ainda que se mostre favor (misericórdia) ao ímpio, ele não aprende justiça; até na terra da retidão (no milênio) ele (o ímpio) pratica a iniqüidade, e não atenta para a majestade do Senhor" (Isaías 26:10). Esses ímpios serão severamente punidos pelo Senhor Deus. Ao que parece Deus vai conceder uma idade mínima para o perverso morrer no milênio. Veja Isaías 65:20. Ser menino na idade de cem anos, parece uma história imaginária. Mas é exatamente isso que podemos ler no livro de Isaías 65:20. Ainda no Livro de Zacarias podemos ler o que se segue: "Assim diz o Senhor dos exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém sentar-se-ão velhos e velhas, levando cada um na mão o seu cajado, por causa da sua muita idade. E as ruas da cidade se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão" (Zacarias 8:4-5). "...porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus escolhidos gozarão por longo tempo das obras das suas mãos" (Isaías 65:22). NÃO HAVERÁ GUERRAS NO MILÊNIO Pela primeira vez na história do homem, a guerra será completamente banida de entre as nações. O homem, que há milhares de anos vem almejando a paz, mas nunca conseguiu estabelecê-la de forma definitiva na terra, experimentará os efeitos benéficos da tranqüilidade entre seus semelhantes. Deus mesmo, mediante Jesus Cristo, se encarregará de implantar a tão esperada paz. "E ele julgará entre as nações, e repreenderá muitos povos; e estes converterão as suas espadas em relhas de arado, e as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra" (Isaías 2:4). "...e da terra tirarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança" (Oséias 2:18). De Efraim exterminarei os carros (de guerra), e o arco de guerra será destruído, e Ele (Jesus) anunciará a paz à nações; e o seu domínio se estenderá de mar a mar, e desde o Rio (Eufrates) até as extremidades da terra" (Zacarias 9:10). CENTRO DO GOVERNO MILENAR O centro do governo de Jesus Cristo indiscutivelmente será a cidade de Jerusalém. Jerusalém será a capital mundial no reino de Jesus Cristo. "E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de céus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles" (Apocalipse 21:2-3). Conforme é descrito em Zacarias 9:10, Jesus reinará soberanamente nos quatro cantos da terra. Não haverá uma só nação que não esteja sob o domínio de Jesus Cristo e de seus santos. Todos os reinos deste planeta um dia estarão sob a direção de Cristo e daqueles que Nele foram redimidos de seus pecados. A Bíblia diz claramente que o crentes herdarão os reinos da terra. Jesus mesmo prometeu dar aos seus fiéis autoridades sobre as nações (Apocalipse 2:26-27) Veja também as seguintes passagens: (Daniel 7:14, 18, 22 e 27); (Isaías 60:12). Porém, não esqueçamos que Jerusalém será o centro do poder de Cristo. Será em Jerusalém que Ele estará entronizado. De Jerusalém Jesus delegará as suas ordens a toda a face da terra. "...porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor" (Miquéias 4-2). Enquanto este glorioso tempo não vier, continuemos a fazer aquela oração que Jesus nos ensinou: "Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu" (Mateus

terça-feira, 13 de março de 2012

A igreja não passará pela tribulação,são 50 evidencias saibaquais são. saiba porque

Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional Hélio já havia escrito em http://solascriptura-tt.org : 2.4. A Igreja não passará pela tribulação, porque: 1. A Bíblia nunca assim o declarou explicitamente. 2. Ap 1 fala do passado (?as coisas que vistes?); Ap 2,3 do presente (?as coisas que são?) ; Ap 4-22 do futuro (?as coisas que hão de ser?). Depois de Ap 3 a Igreja nunca é mencionada. Em Ap 4 os 24 anciãos (símbolos da igreja local totalizada futura) já estão no trono antes de começar a Tribulação; em Ap 19:8,14 a igreja local totalizada futura VOLTA à terra ao final da Tribulação; logo não estava aqui naquele período! 3. Cristo prometeu aos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais: !Eu te guardarei da hora da provação? Ap 3:10. 4. Ap 15:1; 16:1,19 dizem que a Grande Tribulação é um período de juízo sobre um mundo ímpio, sobre as igrejas apóstatas, e sobre Israel rebelde. Usam expressões fortíssimas: !flagelo?, !vinho do furor de Deus?, !7 taças da cólera de Deus?! Mas Jo 5:24, Rm 5:9, 1Ts 5:9 nos garantem que o salvo !não entra em juízo?, !não foi destinado para a ira?, e !Jesus nos livra da ira vindoura?. 5. A Grande Tribulação, embora afetando o mundo inteiro, é primordialmente para castigar Israel Jr 30:4-9; Dn 12:1; Mt 24:15,21. 6. Não há nenhum sinal cronológico quanto à vinda de Cristo para arrebatar os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais; mas há muitos sinais cronológicos (?1260?, !2520 dias?, !tempo, tempos e metade de tempo?, !42 meses?, etc.) que se aplicam só a Israel. 7. Dn 9:25-27 profetizou 70 semanas para Israel. Na 69a., Israel rejeitou e crucificou seu Senhor, por isso a !fita VHS? de Israel foi interrompida e acionada a da dispensação das igrejas locais. Completada esta, será reacionada a fita de Israel, para cumprir-se a 70a. semana, a Grande Tribulação, chamada !Tribulação de Jacó? em Dn 12:1; Jr 30:7; Ap 12:7-9. Como os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estiveram presente nas primeiras 69 semanas, não estarão na 70a. 8. A trombeta de 1Co 15:52 (instantânea; relacionada com o Arrebatamento) é diferente da de Ap 10:17; 11:15-19 (prolongada Ap 10:7; relacionada com juízo)! 9. José (tipo de Cristo) casou-se com Asená (tipo da Igreja) quando estava rejeitado pelos seus irmãos (tipo de Israel) e antes dos 7 anos de fome Gn 41:45. Enoque foi arrebatado antes do dilúvio Jd 14-16; Gn 5:24; Noé, antes das águas Gn 6; Lc 17:26-27,30; Ló, antes do fogo Gn 19; Lc 17:28-30. 10.Somente quando os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais (?o sal?) forem retirados é que o mundo entrará em completa e veloz putrefação moral e espiritual (2TS 2:67-10). 11.Cada [verdadeiro] crente das [verdadeiras] igrejas locais, o corpo de Cristo, é uma só com Ele e em Ele. Portanto, se os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passassem pela 70a. semana, o próprio Cristo passaria pelo julgamento e castigo de Deus, o que é impossível Hb 9:25-27. 12.Se algum dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passasse pela Tribulação, como todos lá têm que se sujeitar ao Diabo Ap 13:7, então Cristo estaria sujeito ao Diabo ou deixaria de ser o cabeça de cada [verdadeira] igreja local. Agora, vejamos o resumo feito pelo Pr. Mike Walls: Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA 1. As igrejas locais primitivas acreditavam na iminência do retorno do Senhor. Enquanto se pode debater sobre os detalhes de o que os [assim chamados] "pais da igreja" disseram, há uma consistência e unanimidade nas igrejas locais primitivas sobre a iminência do retorno do Senhor para buscar aqueles que verdadeiramente são Seus, sendo tal iminência essencial à posição pré-tribulacional e em oposição a algumas outras posições. 2. A posição pré-tribulacional é a ÚNICA que verdadeiramente ensina a iminência do retorno do Senhor para buscar os [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais. 3. O fato de haver maior desenvolvimento da doutrina pré-tribulacional nos últimos séculos não a impede de provir dos primeiros séculos [mesmo que não usasse a terminologia de hoje]. Nos primeiros anos das igrejas locais pode-se observar o desenvolvimento das grandes doutrinas fundacionais sobre a Trindade, sobre a Deidade do Filho, sobre Cristo ser o Deus-homem, sobre o cânon das Escrituras, etc. Após os concílios das igrejas primitivas [mesmo que já com o fermento da hierarquia e outros males que foram as raízes para o papismo] há um tempo de declínio com a igreja corporativa mergulhando em grande apostasia. Os ensinamentos daquele tempo são construídos sobre muitas das heresias de Agostinho. Quando veio a Reforma, houve um período de restabelecimento das doutrinas fundacionais da salvação. Agora, nestes últimos dias há a habilidade e a necessidade da igrejas locais entender melhor as doutrinas da escatologia, e o Espírito está continuando o Seu ministério de guiar as igrejas locais em toda a verdade. 4. A exortação a sermos confortados pela !vinda do Senhor? (1Tess 4:18) só é válida no contexto da visão pré-tribulacional. Poderia mesmo ser uma coisa temerosa numa visão pós-tribulacional. !Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.? (1Ts 4:18) 5. Somos exortados a [com feliz expectativa] olharmos para e aguardarmos a !Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;? (Tt 2:13) Se há algum evento profético (isto é: a Tribulação) a ocorrer antes disso, então esta passagem é sem sentido. 6. Novamente, devemos !nos purificar? à vista desta vinda (1Jo 3:2-3). Se esta vinda não é iminente, então esta passagem é sem sentido. !2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. 3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.? (1Jo 3:2-3) 7. Foi dito aos crentes da dispensação das igrejas locais para *apenas* [com feliz expectativa] olharem para (e aguardarem pela) a Vinda de Cristo. É para Israel e é para os santos a serem salvos durante a Tribulação que foi dito para [em expectativa] olharem para (e procurarem por) sinais. NATUREZA DAS IGREJAS LOCAIS (As pessoas que não entendem a natureza das igrejas locais como únicas no programa de Deus estarão continuamente confusas sobre a natureza da volta de Cristo para receber os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais). 8. O Translado dos [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais nunca é mencionado em nenhum contexto que fale da Segunda Vinda de Cristo ao final da Tribulação. 9. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais !não são indicadas para a ira? (Ro 5:9; 1 Tes 1:9-10). Portanto, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não podem entrar no !grande dia de Sua ira?. !Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." (Rm 5:9) !9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, 10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.? (1Ts 1:9-10) 10. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não serão !destruídos pelo Dia do Senhor? (1Tes 5:1-9) (Dia do Senhor é outro nome para a Grande Tribulação.) ?1 ¶ Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; 5 Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 ¶ Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; 7 Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; 9 Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,? (1Ts 5:1-9) 11. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais serão ?preservados da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo." (Ap 3:10) ?Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.? (Ap 3:10) 12. O [verdadeiro] crente escapará da Tribulação (Lc 21:36). [Mas é possível que esta passagem se refira mais propriamente aos salvos durante a tribulação. Hélio] ?Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.? (Lc 21:36) 13. É do caráter de Deus livrar os Seus dos tempos das provas. (Lembremos de Noé, Ló, Raabe, Israel, etc). 14. Está claro que há um intervalo de tempo entre o Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o retorno de Cristo. (Jo 14:3). ?E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.? (Jo 14:3) 15. Somente a posição pré-tribulacional não divide o Corpo de Cristo de acordo com um princípio baseado em obras, como tão claramente faz o Arrebatamento Parcial (e outras posições, em menor proporção). O Arrebatamento Pré-Tribulacional dará um grande final, em clímax, ao grande plano de salvação só pela graça. 16. As Escrituras são inflexíveis quanto à igreja local totalizada futura ser sem divisões e ser indivisível. Na presente dispensação cada uma das [verdadeiras] igrejas locais está dividida em trigo e joio [impossíveis de serem diferenciados com toda segurança] e está dividida pela velha natureza dos crentes que neles continua presente. Quando formos glorificados na vinda de Cristo, a igreja local totalizada futura não terá divisões entre membros nem dentro de cada membro. 17. O piedoso grupo remanescente da Tribulação tem os atributos visto em Israel do Antigo Testamento e não nas igrejas locais. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estão presentes nas profecias de Apocalipse. 18. A visão pré-tribulacionista, diferentemente da visão pós-tribulacionista, não confunde termos (tais como "eleitos" e "santos") que se aplicam aos crentes de todas as épocas, em oposição a termos (tais como "igreja [local]" e "em Cristo") que se aplicam somente aos que são "o corpo de Cristo" e referem-se a esta dispensação. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO 19. O Santo Espírito é o Restringente do mal no mundo. Conforme profetizado, Ele não pode ser removido do mundo a menos que todos os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais, que são moradia do Espírito Santo, sejam também removidos. 20. O Espírito Santo será removido antes de !o iníquo? ser revelado. Esse iníquo será certamente revelado na Tribulação. De fato, a Tribulação começa com a assinatura da aliança entre esse iníquo e Israel. Esse ato o revelará. 21. A !apostasia? em 2Ts 2:3 seria melhor entendido em seu contexto como !a partida?. Esta é uma referência à partida do Espírito Santo como habitando a [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais. ?Que ninguém vos engane, segundo maneira nenhuma: porque não será assim sem que primeiramente venha a retirada (dos crentes) {*}, e tenha sido revelado o homem do pecado, o filho da perdição? (2Ts 2:3, tradução literal e harmônica com a KJV) Nota de Hélio: !a RETIRADA (dos crentes)?: O grego "646 apostasia" muitas vezes não significa "apostasia DA FÉ". . Quando aparece isoladamente (sem ser seguida de "da fé"), então ?646 apostasia? somente significa "SEPARAÇÃO" ou "RETIRADA", e é o contexto que esclarece a que ela se refere: em At 21:21, é "separar [de Moisés]"; somente em 1Ti 4:1 (acompanhado de "da fé"), é que "aposthsontai tinev thv pistewv" deve ser entendido como "alguns se separarão da fé" ou "alguns apostatarão da fé". . A palavra relacionada "apostasion" é "carta de separação [divórcio]" em Mt 5:31 e 19:7 e Mr 10:4. . A palavra relacionada "868 aphistemi" é "separar [do Templo]" em Lc 2:37; é "ausentar" em Lc 4:13; é "apartar" em Lc 13:27 e At 12:10 e 15:38 e 22:29 e 1Ti 6:5 e 2Ti 2:19 e He 3:12; é "levar" em At 5:37; é "deixar" em At 5:38; é "retirar" em At 19:9, e é "desviar" em 2Co 12:8. Portanto, neste presente verso 2Te 2:3, tudo indica que "646 apostasia" se refere ao ARREBATAMENTO dos verdadeiros salvos da dispensação das assembléias, se refere à retirada deles para fora deste mundo. - Todas as 7 traduções (e respeitamos muitíssimo a Tyndale-1522) da Bíblia para o inglês anteriores à KJV traduziram !646 apostasia? para ?partida?, somente à partir da KJV-1611, infelizmente, a palavra foi transliterada ao invés de traduzida, isto sempre tem o perigo de causar confusão... 22. A obra do Espírito Santo toma os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e os torna como Cristo no aspecto em que eles [sem revolta] se submetem à morte e à perseguição. Em oposição a isto, os santos do AT (veja muitos dos Salmos) e os santos da Tribulação gritam por vingança (Ap 6:10). ?E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?? (Ap 6:10) O ARGUMENTO HERMENÊUTICO 23. Somente a visão pré-tribulacional permite uma interpretação verdadeiramente literal em todas as passagens do AT e NT a respeito da Grande Tribulação. 24. Somente a posição pré-tribulacional distingue claramente entre as igrejas locais e Israel, e reconhece como Deus lida diferentemente com cada um deles. Isto exige um intervalo de tempo entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo, sendo esse tempo chamado de a Tribulação (a Septuagésima Semana de Daniel), um tempo destinado exclusivamente ao castigo aos judeus e gentios que recusaram Cristo. 25. Todos os crentes devem comparecer diante do Trono do Julgamento de Cristo (2Cor 5:10). Este evento nunca é mencionado nos relatos dos eventos em torno da Segunda Vinda. ?Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.? (2Co 5:10) 26. Os !vinte e quatro anciãos? em Ap 4:1-5; 5:14 são representantes da igreja local totalizada futura. Portanto, é necessário que esta igreja local totalizada futura, individida e indivisível, em seu número e constituição finais e totais, seja reunida em glória antes dos eventos da Tribulação. ?4:1 ¶ Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. 3 E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus." ... 5:14 !E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre." (Ap 4:1-5;5:14) 27. Há claramente uma vinda de Cristo somente para a Sua noiva, antes da Sua Segunda Vinda à terra. Ap 19:7-10. ?7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.? (Ap 19:7-10) 28. Os santos salvos durante a Tribulação não são transladados [nem glorificados] na Segunda Vinda de Cristo mas, durante o Milênio, executam atividades normais. Elas incluem especificamente agricultura, construção e procriação (Is 65:20-25). ?20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado. 21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. 22 Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos. 23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles. 24 E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.? (Is 65:20-25) 29. O Julgamento das nações gentílicas, o qual se segue à Segunda Vinda (Mt 25:31-46), indica que os salvos e os perdidos estão cada um num corpo natural, o que seria impossível se o Translado ocorresse na Segunda Vinda. ?31 ¶ E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 32 E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. 44 Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. 46 E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.? (Mt 25:31-46) 30. Se o Translado ocorresse ao mesmo tempo que a Segunda Vinda, não haveria necessidade de separar as ovelhas dos bodes no julgamento subseqüente. O ato do Translado já fez a separação. 31. O Julgamento de Israel (Ez 20:34-38) ocorre após a Segunda Vinda e requer um Israel re-unido. Novamente, a separação dos salvos e dos perdidos seria desnecessária se todos os salvos tivessem sido previamente separados por um translado na Segunda Vinda. ?34 E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. 35 E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; 36 Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. 37 Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. 38 E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.? (Ez 20:34-38) DIFERENÇAS ENTRE O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA 32. No Arrebatamento, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais encontram Cristo no ar. Na Segunda Vinda, Cristo retorna ao Monte das Oliveiras. 33. No tempo do Arrebatamento, o Monte das Oliveiras está não será mudado. Na Segunda Vinda ele está dividido formando um vale a leste de Jerusalém. 34. No tempo do Arrebatamento, os santos são transladados. Nenhum dos santos é transladado no tempo da Segunda Vinda. 35. No tempo do Arrebatamento, o mundo não é julgado pelo pecado, mas desce cada vez mais profundamente no pecado. Na Segunda Vinda, o mundo é julgado pelo Rei dos Reis. 36. O Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais é representado como uma libertação do dia da ira, enquanto a vinda de Cristo é a libertação dos que sofreram sob grave Tribulação. 37. O Arrebatamento é iminente [pode ocorrer a qualquer segundo, sem necessidade de condições nem sinais] enquanto há sinais específicos que têm que preceder a Segunda Vinda. 38. O Translado dos crentes vivos é uma verdade revelada apenas no NT. A Segunda Vinda com os eventos que a circundam é proeminente no AT e NT. 39. O Arrebatamento é apenas para os salvos, enquanto a Tribulação e a Segunda Vinda diz respeito ao mundo todo. 40. Nenhuma profecia não cumprida permanece entre os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o Arrebatamento. Mas muitos sinais têm que ser cumpridos antes da Segunda Vinda de Cristo. 41. Nenhuma passagem do AT e do NT diz respeito à ressurreição dos santos na Segunda Vinda nem menciona o Translado dos santos vivos no mesmo tempo. A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO 42. Somente a visão pré-tribulacional mantém a distinção entre a !Grande Tribulação? e as tribulações em geral que experimentamos. 43. A Grande Tribulação é adequadamente entendida na visão pré-tribulacional como uma preparação para a restauração de Israel. (Dt 4:29-30. Jer 30:4-11, Dan 9:24-27, Dan 12:1-2) !29 Então dali buscarás ao SENHOR teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. 30 Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o SENHOR teu Deus, e ouvirás a sua voz." (Dt 4:29-30) !4 E estas são as palavras que disse o SENHOR, acerca de Israel e de Judá. 5 Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. 6 Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? e por que se tornaram pálidos todos os rostos? 7 Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. 8 Porque será naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros. 9 Mas servirão ao SENHOR, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei. 10 ¶ Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize. 11 Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente." (Jr 30:4-11) !24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dn 9:24-27) !1 ¶ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno." (Dn 12:1-2) 44. Em nenhuma passagem do AT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas. 45. Em nenhuma passagem do NT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas. 46. Em contraste com as posições que vêem o Arrebatamento como midi-tribulacional ou pré-ira, a visão pré-tribulacional oferece uma explicação adequada para o começo da Grande Tribulação em Ap. 6. Essas outras duas posições, errôneas, são claramente refutadas pelo claro ensinamento das Escrituras de que a Grande Tribulação começa muito tempo antes da 7ªtrombeta em Ap.11. 47. Não há fundamento adequado para a firmação de que a 7ªtrombeta de Apocalipse 11 é a última trombeta de 1Cor 15. Quem afirma isso o faz com base somente em suposição. A visão pré-tribulacional mantém a distinção própria entre as trombetas proféticas do Arrebatamento dos verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais e as trombetas da Tribulação. 1Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Ap 11:15 E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. 48. A unidade da Septuagésima semana de Daniel é mantida pela visão pré-tribulacional. Em contraste, a visão midi-tribulacional destrói esta unidade e confunde o programa para Israel com o programa para as igrejas locais. A visão pós-tribulacional nega o claro ensinamento das 70 semanas, subvertendo-o em alguma forma de alegoria. !24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dn 9:24-27) 49. A reunião dos santos após a Tribulação é feita por anjos (Mt 25:31-46; ), enquanto a reunião dos [verdadeiros] crentes das verdadeiras igrejas locais é feita pelo !mesmo Senhor?. Mt 13:39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Mt 13:41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. Mt 13:49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, Mt 24:31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. !13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.? (1Ts 4:13-17) 50. Ap 22:17-20 !17 E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. 18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; 19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. 20 ¶ Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.? (Ap 22:17-20)