segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A geração que verá a volta de cristo

Sempre me pareceu estranho que o teólogo reformado R. C. Sproul começasse sua defesa do Preterismo moderado (do qual ele declaradamente é um dos adeptos) com uma citação do famigerado filósofo cético e ateu Bertrand Russell. Em seu livro The Last Days According to Jesus1 [Os Últimos Dias Segundo Jesus], Sproul parecia tentar agradar a Russell e seus seguidores com uma resposta à questão que Russel levantara sobre a divindade de Cristo. Ele tentou fazer com que a expressão “não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (Mt 24.33-34), se referisse à geração dos discípulos, alguns dos quais ainda eram vivos quando o exército romano (não o Anticristo, como mostra a profecia) destruiu a cidade de Jerusalém no ano 70 d.C. Russell, que corretamente demonstrara o fato de que aqueles discípulos não viram a volta de Cristo nem o cumprimento de muitas profecias proferidas naquele sermão do monte das Oliveiras, deu então um “salto” interpretativo para chegar à conclusão errônea de que Jesus não podia ser Deus em carne humana, visto que fracassara em cumprir aquela profecia durante o tempo de vida daqueles discípulos. Ao que parece, nunca lhe ocorreu que a expressão “esta geração” não era uma referência àquela geração de discípulos do primeiro século, mas sim uma alusão à geração que veria a seqüência de eventos do fim dos tempos que acontecerá conforme Jesus profetizou. Eu pessoalmente não acredito que Russell tenha sido movido por um forte desejo de identificar Jesus como “o profeta” que Moisés predissera ser o Messias em Deuteronômio 18.18-19. É provável que ele tenha sido influenciado pelos céticos acerca de Jesus que viveram em sua própria geração ou pelos racionalistas alemães ou, ainda, pelos céticos franceses que o antecederam, os quais negaram a divindade de Jesus e a inspiração sobrenatural das Escrituras. O uso equivocado que ele fez de Mateus 24.32-34 foi, muito provavelmente, uma tentativa descarada de tirar a credibilidade de Jesus.
Essa é apenas uma das razões pelas quais o Pre-Trib Research Center [Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], o Dr. Thomas Ice e tantos outros escritores eruditos abordaram esse assunto em livros, folhetos e periódicos. É importante que se faça isso, não pelo texto das Escrituras em si mesmo, mas por causa da interpretação errada. Uma das coisas básicas que aprendi no estudo da lógica é que se você começa um argumento baseado numa premissa falsa, chegará a uma conclusão falsa. Essa é a razão pela qual a primeira coisa que se faz num debate é averiguar a veracidade ou falsidade da premissa básica (i.e., primeira premissa). Infelizmente, nossos amigos ligados à Igreja Reformada (na sua maioria, amilenistas ou pós-milenistas), que chegaram às suas conclusões em virtude de seu sistema teológico e não pelo sentido claro da interpretação das Escrituras, tentam ler nesse texto aquilo que simplesmente nele não está escrito. Erram em não aceitar a declaração feita por Jesus de que “não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (v. 34) dentro de seu contexto, a qual refere-se à geração que veria os eventos que Ele acabara de profetizar. Jesus respondeu à pergunta levantada pelos discípulos em Mateus 24.3, “...que sinais haverá da tua vinda e da consumação do século?”. Contudo, os preteristas cometem o erro de pular falaciosamente para a conclusão de que Jesus se referia àqueles que estivessem vivos quando o templo fosse destruído. Daí, então, os preteristas ficam presos à obrigação de dizer, por exemplo, que Nero (o qual nunca esteve em Jerusalém para cumprir o que está escrito em 2 Tessalonicenses 2.8) é o Anticristo ou a “besta” de Apocalipse 13 (a qual ainda se manifestará no futuro) e que Satanás está preso. Alguns chegam mesmo a dizer que a Segunda Vinda de Cristo já aconteceu no ano 70 d.C. (ainda que tal “cumprimento” não preencha os requisitos das promessas feitas por Jesus acerca de Sua Vinda, muito menos do que foi predito pelos anjos e pelos apóstolos). A concepção de que estejamos vivendo hoje em dia no reino é ridícula; várias outras idéias, igualmente sem base nas Escrituras, têm sido por eles propagadas e parece que não se dão conta [do seu engano] (tudo isso tem sido cuidadosamente abordado nos livros e artigos escritos pelo Dr. Thomas Ice). Em vez de adotar o sentido claro desse texto das Escrituras a fim de entender seu significado, nossos colegas de linha reformada e preterista querem nos levar a crer que Jesus fazia uma alusão aos discípulos do primeiro século. Sua motivação ao fazê-lo não é porque o texto bíblico em questão ensine isso, mas porque suas pressuposições teológicas o exigem; do contrário, teriam de abandonar suas crenças amilenistas e pós-milenistas. Aqueles que “interpretam as Escrituras em seu sentido literal, a menos que os fatos do contexto imediato nitidamente indiquem o contrário”, crêem, na sua esmagadora maioria, que Jesus voltará imediatamente após a concretização de muitos sinais que Ele apresentou nessa passagem como placas sinalizadoras em resposta às seguintes perguntas dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinais haverá da tua vinda e da consumação do século” (Mt 24.3). "Porque se levantará nação contra nação, reino contra reino." Portanto, é importante examinar os eventos preditos por Jesus acerca de dias obviamente futuros, a fim de constatar se Ele aludia àquela geração do primeiro século ou fazia referência aos crentes que hão de contemplar os eventos profetizados. Estude a relação abaixo e chegue à sua própria conclusão. A Introdução do Discurso no Monte das Oliveiras • Mateus 24.4-5: “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos”. Desde o momento da ascensão de Jesus aos céus, centenas de falsos cristos já apareceram. • Mateus 24.6: “E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras...”. Desde que Jesus predisse isso, já houve, pelo menos, 12 mil guerras. • SUA MENSAGEM: “...vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”. Jesus Predisse Sinais Que Antecederiam a Tribulação • Mateus 24.5: “Porque virão muitos em meu nome [...] e enganarão a muitos”. Centenas de falsos mestres apareceram em cena desde o primeiro século até agora. • Mateus 24.7 – O primeiro sinal ou “dor de parto”: “Porque se levantará nação contra nação, reino contra reino”. Uma vez que a visão apresentada por Jesus neste versículo era de amplitude mundial, poderia ser uma alusão à I Guerra Mundial (1914-1917), a qual, historicamente, foi o primeiro conflito de proporções mundiais, iniciada por uma nação contra outra e que acabou por envolver as nações do mundo. “...e haverá fomes [a versão Almeida Revista e Corrigida acrescenta: ‘...e pestes’,] e terremotos em vários lugares”, que, literalmente, significa “em vários lugares ao mesmo tempo”. Isso ocorreu, pela primeira vez, depois da I Guerra Mundial. Nos idos de 1918 a 1920, a influenza foi provavelmente a “peste” mais letal do mundo em toda sua história. Os quatro elementos do primeiro sinal referiam-se à I Guerra Mundial. • Mateus 24.8: “...tudo isto é o princípio das dores” (i.e., dores de parto) ou sinais da Sua Vinda. É interessante que depois disso, muitos outros sinais do fim dos tempos começaram a aparecer – Israel recebeu permissão para retornar à sua terra (em 1917, através da Declaração Balfour) e a Revolução Russa, que resultou no erguimento dessa nação como uma potência mundial, dentre outros sinais. • Mateus 24.11: “Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”. • Mateus 24.12-13: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (ou seja, entrará no Milênio). E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. • Mateus 24.14: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”. (Temos nos aproximado rapidamente do cumprimento dessa profecia à medida que o Evangelho se torna conhecido ao redor do mundo). Muitos expositores da Bíblia crêem que os versículos acima descrevem os primeiros três anos e meio do período da Tribulação, tratado detalhadamente nos capítulos 6 a 12 de Apocalipse. A Grande Tribulação • Mateus 24.15: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel...”. Esse texto ensina que a [segunda metade da] Grande Tribulação terá inicío no momento em que o templo for profanado e destruído. • Mateus 24.21-22: “porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais”. (Para mais detalhes sobre esses três anos e meio da Tribulação, leia Apocalipse 13 a 18, período esse após o qual Jesus Cristo voltará com poder para estabelecer Seu Reino, conforme os capítulos 19 e 20 de Apocalipse). Visto que nunca houve um tempo como esse na história, fica evidente que os versículos profetizam eventos ainda futuros. • Mateus 24.24: “Porque surgirão muitos falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito”. Embora a Igreja tenha ficado infestada de falsos mestres que alegam ser “Cristo” ou “profetas”, os tais nunca realizaram “sinais e prodígios” capazes de enganar até mesmo os eleitos. A batalha entre os seguidores de Satanás e do Anticristo contra o Espírito Santo e os servos de Deus, durante a última metade do período da Tribulação será a maior batalha da história deste mundo. • Mateus 24.29-30: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias [...] todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”. O texto insiste em repetir veementemente que a Segunda Vinda de Cristo acontecerá imediatamente depois do pior período da história humana. Para qualquer leitor imparcial, a conclusão óbvia é a de que tal período ainda não ocorreu, mas aguarda sua concretização no futuro [...] futuro esse que, segundo a opinião de muitos, pode estar bem próximo. Conclusão E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. A geração que, conforme os versículos 32-34, contemplará todas essas coisas, de modo nenhum podia ser a geração de discípulos que viveu no primeiro século. Infelizmente, até onde se sabe, Bertrand Russell morreu e foi sepultado com a enganosa concepção de que Jesus cometeu um erro ao profetizar que Sua geração veria a Segunda Vinda dEle, concluindo, assim, que as palavras de Cristo não eram confiáveis. Na verdade, Jesus se referia à geração acerca da qual os discípulos indagaram ao perguntarem: “que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século”. Cristo descreveu “esta geração” como aquela que estará viva no momento em que “sucederão todas estas coisas”.2 Visto que muitos sinais, ao que parece, já começaram a se cumprir, todos nós deveríamos orar e trabalhar a fim de advertir as pessoas para que não percam a oportunidade de encontrá-lO na Sua Vinda para buscar a Igreja, por ocasião do Arrebatamento. Tenho certeza de que eu e você temos o mesmo desejo de que muitos não sejam Deixados Para Trás! (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O que representa a babilonia na profecia biblica

“Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo” (Ap 18.10). A guerra no Iraque – a antiga Babilônia – tem ocupado as manchetes nos últimos anos. Será que a Bíblia tem algo a dizer sobre o papel a ser desempenhado pela Babilônia no futuro? A Babilônia mencionada na Bíblia tem alguma relação com o Iraque de nossos dias? Essas questões podem ser solucionadas respondendo à seguinte pergunta: todas as referências bíblicas à Babilônia devem ser interpretadas literalmente ou não? Eu creio que sim. O Dr. Charles Dyer declara: A Bíblia menciona o termo Babilônia mais de duzentas e oitenta vezes, e muitas dessas referências dizem respeito à futura cidade de Babilônia que será edificada na areia fina do atual deserto.[1] Na verdade, depois de Jerusalém, Babilônia é a cidade mais citada em toda a Bíblia. Mas qual será o seu destino profético? Para entendermos esse assunto de maneira adequada, precisamos iniciar a nossa viagem explorando o passado da Babilônia, já que os fatos relacionados ao seu nascimento prestam auxílio no esclarecimento de seu papel futuro. O Passado de Babilônia A antiga cidade de Babilônia começou imediatamente após o Dilúvio e simboliza a expressão da rebelião direta do homem contra Deus e contra a Sua ordem: “Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra” (Gn 9.1b). Portanto, o reinado humano começou na Babilônia com uma rebelião clara e evidente contra Deus. O Senhor interveio e espalhou a humanidade rebelde confundindo seus idiomas. O nome “Babel” foi dado à cidade de Ninrode, por causa da sentença de Deus sobre seus habitantes (Gn 11.1-9). O Dr. Dyer explica: Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder. Babilônia, a cidade feita por homens, que tenta se elevar até o céu, foi construída em direta oposição ao plano de Deus.[2]
A Babilônia estava novamente em primeiro plano no sexto século antes de Cristo[3] quando Deus enviou o Reino do Sul de Israel (Judá) para os setenta anos de cativeiro. Foi nessa época que Daniel recebeu de Deus muitas de suas visões proféticas. Nessas revelações, a Babilônia foi o primeiro dos quatro grandes impérios que se levantaram durante os “tempos dos gentios” (Dn 2 e 7). A história revela que a Babilônia sofreu um declínio até o segundo século depois de Cristo, quando ficou deserta. Essa cidade soterrada sob as areias do tempo durante os últimos mil e setecentos anos recomeçou sua ascensão no século passado. Espere mais um pouco e você verá a Babilônia tornando-se uma força religiosa, comercial e politicamente dominante no mundo, pois os capítulos 17 e 18 de Apocalipse predizem sua destruição, mas, para ser a cidade que essas profecias projetam, Babilônia precisa ser reconstruída em grande escala, voltando a ser como nos dias de Nabucodonosor. O Futuro de Babilônia Como a Babilônia desempenhou um importante papel no passado, também já está agendado por Deus – segundo foi revelado na profecia – que ela desempenhará um papel central no futuro. Ela se tornará, provavelmente, a capital do Anticristo durante os futuros sete anos de tribulação, conforme retratado na série de ficção Deixados para Trás de Tim LaHaye e Jerry Jenkins. A Babilônia foi a cidade mais importante do mundo por quase 2000 anos, e a Bíblia nos diz que será reerguida e colocada no palco mundial do fim dos tempos para representar um papel de destaque (Ap 14.8; Ap 16.19; Ap 17 e Ap 18). A profecia referente ao final dos tempos exige que a Babilônia seja reconstruída e se torne uma cidade importante aos interesses mundiais durante a Tribulação. O texto de Isaías 13.19 diz: “Babilônia, a jóia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”. O contexto de Isaías 13 é “o Dia do Senhor”, expressão mais utilizada no Antigo Testamento para o termo largamente conhecido como “Tribulação”. Além disso, no passado a Babilônia foi conquistada por outros povos mas nunca foi destruída num cataclismo (ou seja, “como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”). Atualmente a [região de] Babilônia tem aproximadamente 250.000 habitantes. O texto de Apocalipse 18.16,19 fala de uma súbita destruição pela mão de Deus: “Ai! Ai! da grande cidade,... porque, em uma só hora, foi devastada!” O Dr. Arnold Fruchtenbaum declara: As profecias referentes à cidade de Babilônia nunca se cumpriram no passado, o que qualquer enciclopédia pode testificar. Para que as profecias bíblicas se cumpram, é necessário que a cidade de Babilônia seja reconstruída na mesma área de outrora. A antiga Babilônia é o atual Iraque.[4] A Babilônia tem um importante papel na história futura, mas será totalmente destruída num determinado momento ainda por vir. Em Apocalipse 17-18 Babilônia é citada como sendo a fonte da religião, do governo, e da economia ímpios. Todos os aspectos injustos da sociedade do fim dos tempos são, finalmente, derivados de uma fonte babilônica. O verdadeiro caráter de Babilônia é revelado a João em Apocalipse 17.5 como um mistério assim descrito: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”. Como a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde nasce o falso cristianismo de nossos dias e, certamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão convergir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação. O Dr. Dyer nos informa:
Uma Babilônia Literal Ao longo da história da Igreja, grande parte dos intérpretes da Bíblia pensava que essa Babilônia fosse um tipo de palavra-código referente a alguma entidade como o Império Romano, o catolicismo romano, o cristianismo apóstata ou mesmo os Estados Unidos ou a Inglaterra. Entretanto, creio que, assim como o termo “Israel” na Bíblia sempre se refere a Israel, o termo “Babilônia” sempre se refere à Babilônia. Como a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde nasce o falso cristianismo de nossos dias e, certamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão convergir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação. Em primeiro lugar, creio que o livro de Apocalipse é uma grande estação central para onde convergem todas as profecias bíblicas referentes ao futuro. O Dr. Fruchtenbaum explica esse fato da seguinte maneira: As profecias do Antigo Testamento estão espalhadas pelos livros de Moisés, de vários profetas e pelos livros históricos. Seria impossível desenvolver qualquer seqüência cronológica dos eventos mencionados nessas profecias. O valor do livro de Apocalipse não está no fato de oferecer novas informações, mas em ordenar as profecias do Antigo Testamento em seqüência cronológica, possibilitando determinar a ordem dos eventos.[6] Quando se estuda o que Deus declara acerca da Babilônia no livro de Apocalipse, obviamente vemos que essas profecias não se cumpriram em acontecimentos passados e, portanto, terão seu cumprimento em eventos futuros. Os capítulos 17 e 18 de Apocalipse, que falam sobre a Babilônia, fazem muitas alusões a ela citando profecias do Antigo Testamento como Isaías 13 e 14, Jeremias 50 e 51 e Zacarias 5.5-11.[7] A única interpretação plausível para um literalista é que as referências são à “Babilônia às margens do Eufrates”.[8] O Dr. Robert Thomas prossegue, dizendo: ...no dia vindouro, predito nas páginas dessa profecia, essa cidade se tornará o foco central de todo o sistema religioso que se opõe decididamente à verdade da fé cristã. O sistema religioso prosperará durante algum tempo, exercendo influência sobre as instituições comerciais e políticas de sua época, até que a Besta e os dez reis determinem que esse sistema já não tem qualquer utilidade para seus propósitos. Eles, então, o desmantelarão.[9] A Babilônia de Apocalipse é literal e, por conseguinte, as profecias a seu respeito hão de se cumprir literalmente no futuro, talvez em um futuro próximo.Uma “Exegese de Jornal”? Os preteristas, como Gary DeMar, por exemplo, zombam da perspectiva de voltar a existir uma Babilônia reconstruída no futuro e desempenhando um papel na profecia do fim dos tempos. “Será que deveríamos esperar uma reconstituição de Babilônia no futuro, tendo por base os eventos descritos no livro de Apocalipse?”, pergunta DeMar. “A Babilônia de Apocalipse é a mesma Babilônia do Antigo Testamento?... De jeito nenhum”.[10] DeMar acredita que aqueles que vêem uma correlação entre os eventos atuais e a preparação feita por Deus para o futuro período de Tribulação estão desenvolvendo uma “exegese de jornal”. Diz ele que estamos “lendo a Bíblia pela lente dos acontecimentos atuais”.[11] Porém, eu argumento que ocorre exatamente o contrário. A única interpretação plausível para um literalista é que as referências são à “Babilônia às margens do Eufrates”. Na foto: uma vista do Rio Eufrates a partir da represa de Hadithah. Os intérpretes literalistas da Bíblia há muito tempo têm ensinado que Israel deve retornar à sua terra antes da Tribulação, fundamentados na sua compreensão do cronograma profético. Isso aconteceu com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948. Os judeus estão de volta à sua terra e posicionados para cumprir o seu destino quando a Tribulação começar. No passado, antes de 1948, os intérpretes literalistas não se baseavam naquilo que os jornais diziam para crer no que a Bíblia profetizava. Pelo contrário, eles criam que Israel seria restaurado porque a Bíblia assim o dizia. O que realmente acontece é que Deus está cumprindo Suas profecias perante um mundo observador e os jornais apenas relatam os fatos. Se a convicção de que Deus cumpre o que diz tivesse sido uma espécie de “exegese de jornal”, antes de 1948 não teríamos começado a proclamar a nossa certeza de que Israel seria restabelecido. Contrariando essa “exegese de jornal”, os estudiosos da Bíblia já proclamavam o retorno de Israel à sua terra como um evento futuro centenas de anos antes que ocorresse. Por semelhante modo, estudiosos da profecia também têm ensinado, há muitos anos, que haverá um ressurgimento do Império Romano e que a cidade de Babilônia será reconstruída, já que essas entidades desempenharão um papel específico durante o futuro período da Grande Tribulação. Antes que Saddam Hussein subisse ao poder, Charles Dyer concluiu a sua tese de mestrado no Seminário Teológico de Dallas (em maio de 1979) falando da futura reconstrução de Babilônia. Bem antes de seu tempo, um significativo grupo de estudiosos da Bíblia argumentava “em alto e bom som” que a Bíblia prediz uma futura reconstrução da cidade de Babilônia às margens do Rio Eufrates [ou seja, a idéia de uma Babilônia reconstruída não é tão nova]. Em minha biblioteca limitada encontrei uma porção de autores que, baseados em Apocalipse 17 e 18, ensinaram a respeito de uma futura Babilônia. Nesse grupo estão incluídos: B. W. Newton (1853),[12] G. H. Pember (1888),[13] J. A. Seiss (1900),[14] Clarence Larkin (1918),[15] Robert Govett (1920),[16] E. W. Bullinger (1930),[17] William R. Newell (1935),[18] F. C. Jenings (1937),[19] David L. Cooper (1942)[20] e G. H. Lang (1945).[21] Tenho certeza que muitos outros poderiam ser acrescentados a essa lista. Conclusão Visto que uma Babilônia literal terá uma função na Tribulação vindoura, é razoável que a guerra no Iraque, embora não seja um cumprimento da profecia bíblica, sem dúvida está posicionando a Babilônia para a sua iminente tarefa. Será muito interessante observarmos quais serão os desdobramentos dessa guerra e que reflexões podemos fazer quanto à sua influência ou não na preparação do palco para a Tribulação. Maranata! (Thomas Ice - ...em Apocalipse 17 João descreve a visão em duas partes. A primeira parte fala de uma mulher identificada como Babilônia. Simboliza uma cidade de extrema riqueza que controla – “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.15). Ela é literalmente a cidade de Babilônia reconstruída.[5] Esses povos, multidões, nações e línguas vão continuar sua tarefa de enganar, mas sofrerão o juízo de Deus durante e no final da Tribulação. Encontramos o mesmo parecer sobre Babilônia e a descrição de um destino semelhante em Apocalipse 18 referindo-se à Babilônia comercial.

Uma Profecia Misteriosa do Apocalipse Pode Ter Sido Cumprida nos Acontecimentos Recentes!

Por muitos anos os estudiosos da Bíblia estiveram perplexos sobre o significado da profecia em Apocalipse 13:1, que retrata a besta com sete cabeças e dez chifres. Os novos acontecimentos podem finalmente ter criado a resposta. Você ficará chocado! A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado? Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!! Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados! Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma. Agora você está na "THE CUTTING EDGE" Profecia Bíblica Misteriosa: Apocalipse 13:1: "E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia." Durante vários séculos os estudiosos da Bíblia não conseguiram entender o significado exato das sete cabeças e dos dez chifres dessa besta, chamada Anticristo, apesar de concordarem em muitos pontos dessa Escritura. Concordância Entre os Estudiosos 1) Esta Escritura está em paralelo com aquela encontrada em Apocalipse 12:3-4: "E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho." Essa Escritura mostra a batalha que ocorreu nos céus quando Satanás se rebelou contra a autoridade de Deus. (veja Isaías 14:12-14) Satanás conseguiu persuadir um terço das hostes angelicais a segui-lo nessa rebelião. A última parte desse verso é claramente identificado como o tempo em que Jesus Cristo nasceu, com Satanás pronto para destruí-lo. No entanto, o dragão (Satanás) que é chamado de "grande dragão vermelho" é retratado com sete cabeças e dez diademas no tempo em que ele se rebelou originalmente, um evento que possivelmente ocorreu bem antes de Jesus Cristo criar o universo. Portanto, a figura do Anticristo que aparece em Apocalipse 13:1 com sete cabeças e dez chifres é simplesmente uma recriação do reino de Satanás muito tempo atrás, antes da criação do mundo; 2) Apocalipse 13:1 é uma figura do aparecimento do Anticristo. Como o "mar" na Bíblia quase sempre se refere às nações gentílicas, o Anticristo deverá vir das nações gentílicas da terra. Posteriormente, no verso 11, Deus diz que o Falso Profeta, um falso cristão, emergirá da "terra". Como a "terra" na profecia bíblica quase sempre se refere a Israel, podemos assumir que o Falso Profeta deverá vir de Israel. A segunda sentença no verso 11 ilustra o Falso Profeta como um falso cristão, isto é, "possuía dois chifres como um cordeiro, mas falava como dragão". Logicamente, os "dois chifres como um cordeiro" é uma referência a Jesus Cristo, o "cordeiro que tira o pecado do mundo". No entanto, o coração do Falso Profeta é totalmente satânico ("mas falava como dragão"); 3) O Anticristo e seu reino são retratados como uma besta com sete cabeças de dez chifres. O termo "chifres" muito possivelmente se refere a líderes, ou reis, uma entidade política. No entanto, esse agrupamento político de dez chifres parece depender do suporte e da vida das sete cabeças. Em Daniel 2:41-44 e 8:23-24, vemos que o Anticristo aparecerá após os dez reinos estarem estabelecidos; 4) Finalmente, em Apocalipse 17:12-17, vemos que os dez reis não precedem o Anticristo, mas que estarão mancomunados em uma conspiração global para conquistar todo o poder político do mundo para si mesmos com o propósito expresso de entregá-lo depois ao Anticristo! Assim, os estudiosos da Bíblia concordam que os dez chifres dessa profecia representam uma reorganização das nações do mundo em dez supernações, cada uma delas liderada por um rei. No entanto, eles não conseguiam entender o significado das sete cabeças que estarão suportando os dez chifres. No entanto, os desenvolvimentos que ocorreram nas duas últimas décadas aparentemente cumprem essa misteriosa profecia. Considere as notícias: As Sete Cabeças Já Estabelecidas Resumo da Notícia: "G-7 Pressiona os Grandes Bancos a Oferecer a Renegociação da Dívida", Michale M. Phillips e Bob Davies, e Pamela Druckerman, The Wall Street Journal, 2/nov/98, pág. A27. "As sete principais potências econômicas do mundo estão pressionando os bancos privados e os investidores a aceitar uma renegociação da dívida em nível internacional, incluindo o resgate que está sendo agora preparado para o Brasil. Em declarações nesta sexta feira, o Grupo dos Sete países mais industrializados apoiou a criação de uma linha de crédito pré-aprovada para os países que estão sob o perigo de serem atingidos por pânico dos investidores... Os líderes do G-7, os ministros da economia e presidentes dos bancos centrais enfatizaram que o setor privado precisa colaborar com o Fundo Monetário Internacional, com o Banco Mundial, e com as nações ricas para o financiamento do plano... 'o setor privado'... precisa estar apropriadamente envolvido na administração e na solução da crise', disseram os ministros da economia e presidentes dos bancos centrais do G-7." O G-7 inclui os sete países mais industrializados do mundo: Grã-Bretanha, Itália, Canadá, Estados Unidos, França, Alemanha e Japão. Desde o início, o objetivo da organização foi planejar uma transição tranqüila das economias individuais dos países para uma economia global e um governo mundial. Muitas vezes desde então, o G-7 é referenciado como os "sete países mais ricos do mundo". Certamente, quando as nações que detêm 75% do Produto Nacional Bruto decidem apoiar algum objetivo e colocam seu peso econômico em uso, você pode ter certeza que o sucesso é muito mais provável que o fracasso. De 1994-1997, a Rússia participa no grupo nas discussões políticas, o que deu origem ao termo G-8; no entanto, os russos não participam nas discussões econômicas. No encontro de 1998, em Birmingham, a Rússia passou a participar do grupo, supostamente como um membro pleno. No entanto, o grupo G-7 original continuou a se reunir como uma entidade separada e a tomar todas as decisões. Com o fracasso da Rússia de se converter para uma Economia do Livre Mercado e sua subseqüente decretação de moratória nos pagamentos da dívida externa, ela está definitivamente "fora do clube" com relação às decisões econômicas. O G-7 foi fundado originalmente por razões econômicas e não faz sentido permitir que um país que atravessa sérias dificuldades econômicas participe como membro. Como dissemos anteriormente, o G-7 tem o objetivo de preparar a transição para a economia da Nova Ordem Mundial. Como provamos no Seminário 2, "America Determines the Flow of History", muito do ímpeto para alcançar o sistema de síntese da Nova Ordem Mundial foi e é, econômico. [Nota de A Espada do Espírito: Se desejar adquirir os seminários da Cutting Edge em fita cassete, consulte as informações no site deles na Web; o endereço aparece no fim deste artigo.] Jesus falou mais sobre dinheiro e a forma correta de lidar com ele do que qualquer outro assunto, provando que o homem tende naturalmente à cobiça e à avareza. Como o mundo está sendo levado a esse sistema global, os líderes da Nova Ordem Mundial descobriram que as pessoas amam seu dinheiro tanto quanto amam seu país. Verdadeiramente Jesus estava certo quando disse: "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." [Mateus 6:21]. Lenta, silenciosa e gradualmente, o consórcio G-7 dos países mais ricos do mundo está levando o mundo para o Reino do Anticristo. O G-7 fornece a liderança principal para o estabelecimento desse vindouro Reino. O objetivo final é estabelecer a economia e o governo globais para que o Anticristo possa emergir para tomar o controle dele, exatamente como previsto na profecia bíblica. Portanto, as sete cabeças de Apocalipse 13:1, provavelmente é o G-7. Mas, e os dez reis, que estarão sobre as sete cabeças? Felizmente, já identificamos esse fenômeno. No artigo CE1043, "A Nova Ordem Mundial Lutando Contra as Restrições — Parte 4", demonstramos que as muitas nações do mundo (mais de 170) foram reorganizadas em apenas dez supernações! Começando com a unificação da Europa Ocidental em 31/12/1992, e depois passando para o NAFTA em 1994, e depois concluindo com uma série de conferências econômicas que duraram até 1996, o mundo foi sistematicamente reorganizado em somente dez supernações. Nós o incentivamos a ler o artigo CE1043, mas relacionamos essas dez supernações aqui para você. Reorganização das Nações do Mundo em Dez Supernações: 1 América do Norte (NAFTA); 2 Europa Ocidental; 3 Japão; 4 Austrália, África do Sul e o restante da economia de mercado do mundo desenvolvido; 5 Europa Oriental, incluindo a Rússia; 6 América Latina; 7 Norte da África e Oriente Médio; 8 África Tropical; 9 Sul e Sudeste Asiático; 10
China. O propósito dessa reorganização é especificamente facilitar a transição entre as muitas nações individuais do mundo hoje, para o governo global do Anticristo. A razão pela qual o número dez foi escolhido é por que Deus assim determinou na profecia desde o tempo de Daniel, e Satanás não tem alternativa senão cumpri-la à risca. A Identificação Final Agora é Possível Portanto, sabemos agora a identidade da besta de Apocalipse 13:1, que terá sete cabeças e dez chifres. A organização da Nova Ordem Mundial do G-7 cumpre a parte das sete cabeças da profecia, enquanto que a reorganização das nações do mundo em dez supernações cumpre a parte dos dez chifres da profecia! Assim, nas notícias do dia-a-dia, debaixo dos nossos narizes, Deus cumpriu essa misteriosa profecia bíblica! Certamente, o fim dos tempos, o aparecimento do Anticristo e o arrebatamento da igreja de Deus não podem estar muito longe.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Salmo 73:O Dilema de Asafe

O Salmo 73 trata de um dilema muito grande entre muitos cristãos: 'se somos filhos de Deus, porque nem sempre prosperamos e sim os ímpios?' Realmente é um problema que têm trazido várias inquietações à inúmeras pessoas dentro das Igrejas e que às vezes até abandonam a própria fé. O salmista Asafe ao comparar suas dificuldades com a prosperidade e felicidade de muitos ímpios ficou por um tempo, totalmente desanimado. Ele deixa claro isso no vs. 2 e 3: "os meus pés quase que se desviaram (...) Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios." Mais à frente, com certeza tomado de enorme angústia, faz uma afirmação, muitas vezes repetidas no íntimo de muitos crentes nos dias de hoje: "Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração; e lavei as minhas mãos na inocência."(vs 13) E desabafando de forma queixosa, reclama por estar passando dificuldades e duvida se vale a pena continuar acreditando e servindo ao Deus Todo-Poderoso: "Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã." (vs 14) Mas quando ele resolve buscar as respostas do próprio Deus, o Senhor revela o fim dos ímpios e a verdadeira recompensa dos justos: "Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles Certamente tu os puseste em lugares escorregadios; tu os lanças em destruição. Como caem na desolação, quase num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores. Como um sonho, quando se acorda, assim, ó Senhor, quando acordares, desprezarás a aparência deles." (vs 17-20) Deus então mostra para ele a diferença entre os Seus servos e aqueles que vivem firmados nas coisas terrenas. Asafe agora pode compreender que o plano de salvação eterna reservado à todos que seguem ao Senhor e faz a Sua vontade é o que somente importa. O salmista agora proclama em alto e bom som: "Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti."(vs25) e finaliza de forma grandiosa: "A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre."(vs 26) E compreende o mais importante: que se supervalorizasse as coisas terrenas e humanas, certamente continuaria frustrado e desanimado. É como afirma o Apóstolo Paulo: "Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens."(1 Cor 15:19) Portanto, não importa que ímpio prospere: nossa riqueza maior e única é o próprio Deus, Sua Palavra e Seu Espírito. A nossa vida, a nossa existência é Ele! Não importa a situação que estamos vivendo, e sim podermos ratificar a afirmação do Profeta Habacuque : "Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação." (Hc 3:17,18).

pare de reclamar de sua vida, leia este salmo com atenção

Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração. Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos. Pois eu tinha inveja dos néscios, quando via a prosperidade dos ímpios. Porque não há apertos na sua morte, mas firme está a sua força. Não se acham em trabalhos como outros homens, nem são afligidos como outros homens. Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno. Os olhos deles estão inchados de gordura; eles têm mais do que o coração podia desejar. São corrompidos e tratam maliciosamente de opressão; falam arrogantemente. Põem as suas bocas contra os céus, e as suas línguas andam pela terra. Por isso o povo dele volta aqui, e águas de copo cheio se lhes espremem. E eles dizem: Como o sabe Deus? Há conhecimento no Altíssimo? Eis que estes são ímpios, e prosperam no mundo; aumentam em riquezas. Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração; e lavei as minhas mãos na inocência. Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã. Se eu dissesse: Falarei assim; eis que ofenderia a geração de teus filhos. Quando pensava em entender isto, foi para mim muito doloroso; Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles. Certamente tu os puseste em lugares escorregadios; tu os lanças em destruição. Como caem na desolação, quase num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores. Como um sonho, quando se acorda, assim, ó Senhor, quando acordares, desprezarás a aparência deles. Assim o meu coração se azedou, e sinto picadas nos meus rins. Assim me embruteci, e nada sabia; fiquei como um animal perante ti. Todavia estou de contínuo contigo; tu me sustentaste pela minha mão direita. Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás na glória. Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti. A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre. Pois eis que os que se alongam de ti, perecerão; tu tens destruído todos aqueles que se desviam de ti. Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras. Salmos 73:1-28

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A Segunda Vinda de Cristo novo estudo

Mt 26:64 Ben Gardner I. Introdução Há apenas cinco dias nós celebramos, com confraternização, comida, e troca de presentes, a primeira vinda de Cristo. Este evento que tanto celebramos era ansiosamente esperado desde os tempos antigos, predito pela profecia, e ainda desacreditado pelos Judeus. O primeiro advento de Cristo era um tempo precioso - pois seu primeiro advento era um tempo de dar; Deus dando Seu filho para que o mundo não perecesse em razão da condenação do pecado. Sua vinda era um evento em qual todo mundo - ambos Judeu e Gentio - poderia olhar para o passado em gratidão, porque ele providenciou salvação para todos. Aquele primeiro dia da Era Cristã era um tempo precioso - um dia em que, por um pouco de tempo, os pastores de ovelhas poderiam esquecer as injustiças da vida, a opressão Romana, e olhar maravilhados para o presente de Deus para o mundo - um pequeno e inofensivo bebê. Talvez sejam por estas razões que nós nos seguramos às tradições vazias do passado - repetindo-as ano após ano. Por causa destes razões, sem duvida, nós colocamos os nossos mentes no bebê na manjedoura, relemos as histórias do seu nascimento com tanta reverencia, e contamos as nossas crianças a história de uma outra criança que em tudo era sujeito a seus pais (Lu. 2:51) - assim como eles deveriam ser! O primeiro advento de Cristo não promete mal a ninguém; não ameaça ninguém. O segundo advento de Cristo é um evento também predito pela profecia e esperado ansiosamente por muitas pessoas - mas não pode nem igualar a fama e prestígio de seu primeiro advento. Será por quê? Primeiramente, será um tempo de tomar, e não de dar. Segundo, a sua vinda não será para todo mundo. É claro, ele voltará para ambos Judeu e Gentio, mas nem todo Judeu e Gentio será o alvo da sua vinda. Para os não salvos, a segunda vinda de Cristo significa ser deixado. O segundo advento marca uma nova fase, talvez mais terrível, na separação da humanidade pecaminosa e Deus santo. II. Ele Está Voltando. Cristo está voltando. Como sabemos? Primeiro, temos a testemunha da profecia Velho-Testamentaria - Malaquias 4:1 fala de julgamento e fogo sobre os ímpios. Como ainda veremos, o julgamento do pecado é uma das razões por que Cristo virá. Temos ainda as testemunhas daqueles que andaram com Cristo aqui na terra. Tiago (Tg 5:8), João (I Jo 2:28), Tito (Tit 2:13), Pedro (I Ped 5:4), e Paulo (I Cor 4:5) todos falaram da vinda dEle. Os anjos também confirmaram a sua segunda vinda em Atos 1:10, 11. Todos estes, porém, seriam desacreditados e desqualificados se nós não tivemos a afirmação de Cristo que ele iria retornar (Mt 24:27, 36; 26:64). Cristo voltará. Nós temos uma testemunha de quatro - aqueles que profetizaram dele, aqueles que andaram com ele, seus anjos, e Si mesmo. A veracidade de seu advento futuro não poderá ser duvidada. III. Porque Ele Está Vindo Por que Ele está vindo é talvez uma pergunta que nos perplexa. A resposta para esta pergunta pode ser achada na razão atrás de Seu primeiro advento - João 3:16. !Porque Deus amou? será o suficiente para explicar uma dos razões da sua segunda vinda. Era o amor, o amor de Deus - colocado em ação por Sua graça - que nos assegura a sua segunda vinda. A sua primeira vinda foi colocada em ação porque Ele amou o mundo (Jo 3:16), a segunda porque ele amou os seus (Jn 14:23). Se a sua primeira vinda providenciou a salvação para nós, e com ela cidadania divina, então a segunda, enfim, nos dará o fim das nossas esperanças e desejos como cidadãos do céu (Fil 3:20), mas não morando ali. Tudo isso nos traz a nossa segunda razão - a misericórdia. O que menos a sua misericórdia nos concederia viver para a eternidade no céu, louvando a Deus e comendo na sua mesa? No pecado, nós odiávamos Deus, o ignoramos (Rom 3:10, 11), e curtíamos viver e rolar na sujeira da iniqüidade em qual nós nascemos. Ninguém merecia a salvação, mas, para aqueles que aceitam o sacrifício de Cristo, Ele estará voltando (He 9:28). Segue o raciocínio que se nós não merecíamos a salvação, conforme Efésios 2:8, então não merecíamos aquilo que veio com a salvação - entre outros, sendo incluído na segunda vinda de Cristo. Finalmente, Cristo está voltando porque Ele disse! A fé verdadeira não precisa de nenhuma instigação do que o fato que Cristo disse e afirmou tal ou tal coisa. Em Cristo, qualquer coisa menos fé é um afronta á sua santidade (Ro 14:23). Porque Cristo está voltando? Porque ele disse que está! Acredite. IV. Quando Ele está Voltando? Matemáticos sem numero e a mesma quantidade de !Estudiosos bíblicos? têm tentado, desde a antigüidade, calcular a data da sua vinda - baseada em princípios matemáticos - ou predizê-la - baseado em revelação !divina? ou inspiração emocional. Todos têm falhado miseravelmente. As predições mais velhas da sua vinda eram feitas por vários historiadores antigos que calcularam que Cristo voltaria em AD 72 - dois anos depois da destruição de Jerusalém, que eles compararam a Armagedom e o começo simbólico da tribulação. Predições para este século incluem 1911, 1918, 1932, e 1945. Todos têm sido provados errados: mas, novas datas continuam de aparecer. As predições mais recentes incluem 1999, 2000, 2002, e 2005. Parece-me que se todos os matemáticos e estudiosos fossem inspirados divinamente como dizem ser, então teriam algum tipo de concordância entre as datas - mas não há. Vendo como o homem é falível, devemos prestar atenção somente á o que Cristo, o Filho de Deus, e Deus, diz a respeito de sua própria vinda. Será repentina - Mt 24:27 O dia e hora são incógnitas - Mt 24:36 O tempo do seu advento será não anunciado (como o de um ladrão) - Apoc 16:15 Na hora em que achamos que Ele não virá, Ele virá - Luc 12:40. Assim como o homem é errático, e variando muito neste respeito, a Palavra de Deus é firme e não sujeito a influencias que variam. Um aspecto da sua vinda é muito claro - nós não sabemos e não podemos saber o tempo da Sua vinda. VI. Qual É o Propósito da Sua Vinda? Retribuição - Mt 16:27 Tomar o que é dEle (trono da sua glória) - Mt 25:31 Separar os seus do mundo - Mt 25:32 Julgar - II Tim 4:1 Trazer á luz e manifestar o encoberto - I Cor 4:5 VI. Conclusão A. Você está preparado para a vinda dEle? Você está de fato pronto para a vinda dEle? Você está pronto para ser julgado perante o seu Criador. Você está preparado para ter os seus pensamentos internos e as maquinações encobertas do seu coração manifestado para a sua tristeza e vergonha? Como será você, como aquele rei ímpio de Dan 5, quando pesado na balança? Será achado em falta? Se Deus tem lhe trazido a ver a ser entristecido pelo seu pecado e como o afeta, e quiser escapar da resultante condenação do Inferno - então corre á porta de escape que Ele tem providenciado. Ou seja, salvação pela morte dAquele que há de vir. A formula é simples - confia somente em Cristo, pela fé, para a salvação (Gal 3:26). Apenas Ele pode salvar (Jo 14:6). B. E Qual deve ser o nosso atitude enquanto esperamos para a Sua Vinda? Para nós que já estamos em Cristo, o que deve ser o nosso atitude? Primeiramente, vamos ser apercebidos (prontos) - conforme Mt 24:44. Dois mil anos de aparente inatividade na parte de Cristo pode ter nos feito sonolentos. Já parece que estamos entrando na ultima parte dos últimos tempos. Ao nosso redor guerras matam e mutilam, e desastres, tanto naturais como mecânicos, ocorrem. A terra em si movimenta e grunhida enquanto a própria natureza clama contra os resultados da primeira queda de Adão. Assim são as indicações como Cristo nos revelou que seriam em Mt 24:6, 7 e Mk 13:7, 8. A intensidade das coisas que acontecem ao nosso redor que estamos bem no ultimo tempo da era final. Talvez nós tenhamos entrado na noite do longo e doloroso dia dos últimos tempos, e o próximo acontecimento de porte magnífica vai ser a vinda de Cristo. Mas, no outro lado, talvez não esteja. Talvez em comparação ao tempo em que ele virá nos estamos ao meio dia. Talvez haja muitos anos, milhares talvez, até que Ele vem. Não importa. O que importa é que Cristo está voltando, e Ele voltara subitamente e repentinamente. Nós devemos estar presentes. Não devemos ser achados como as cinco virgens tolas de Mateus 25, inativas e não preparadas. Devemos estar ao voltar dEle, obedecendo a sua grande comissão, obrando nas suas terras que são brancas para a ceifa (Jn 4:35). Não devemos desperdiçar os nossos talentos, porque, quando Ele as nos deu, Ele nos mandou - !Ocuparem até que venho." Finalmente, vamos ser ocupados em viver irrepreensivelmente (I Tess 5:23) e em caridade (não julgar) um ao outro (I Cor 4:5). Como é triste quando um Crente tem medo da vinda de Cristo! Quando Ele aparece nas nuvens vamos não permitir o nosso gozo e prazer em ve-Lo ser inibido por tristeza e culpa pelos nossos pecados pessoais, e pecados para com os nossos irmãos. É verdade, a luz pura da Sua santidade nos iluminará até os nossos almas - e revelará nossas falhas. Não devemos ser desencorajado, portanto. Como Paulo, no fim das nossas vidas ou na vinda de Cristo, devemos poder dizer com certeza, !Combati o bom combate ... guardei a fé." II Tim 4:7.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

quanto vale quem vç ama?

Nós não percebemos o quanto as pessoa são valiosas para nós,vivemos nos dias atuais totalmente preocupados com o futuro,em ganhar dinheiro,viver melhor que nen percebemos as pessoas que estão a nossa volta, certo dia um amigo meu um pequeno empresario, dono de uma padaria, me disse;sabe pedro, vejo vç brincando com seus filhos e lembrei que tive sempre tão oculpado com os negócios que nem vi meus filhos crescerem, há... se eu pudesse voltar no tempo.Quando olhei ele estava com os olhos cheios de lagrimas,e eu peguei essa esperiencia para min,e pude ver que essa falta de amor que nós vivemos hoje,filhos matando pais,eu pude meditar,hoje está todos tão preocupados em ganhar dinheiro e viver financeiramente melhor que colocam seus fihos nas creches ou a cuidados de babás, e as crianças acabam cresçendo sem o amor dos pais,,fica uma familia totalmente estranha, sem amor ,compaixão e laços familiar. As familias estão acabando, separações,brigas e falta de amor,e é essa a intenção de satanás é destruir o que de mais bonito existe neste mundo, a familia. Infelizmente muitos lares evangelicos está acontecendo isso, não podemos permitir isso no nosso meio, temos que trabalhar mais, tambem nunca deixar nossa familia de lado,fazer tudo com muita sabedoria, pedir ao senhor para nos ensinar a viver como o senhor quer,porque quem nós amamos tem um valor tão grande. que nós não sabemos,só damos conta deste valor quando a perdemos não podemos deixar isto acontecer,DEUS tem prioridade na familia, porque todos nós que hoje andamos na luz temos paz com DEUS nosso pai atravéz de JESUS CRISTO o nosso senhor, portanto nos tornamos uma grande familia, E BREVE HABITAREMOS COM O SENHOR PARA SEMPRE.
pedro.f.rocha