quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Salmo 73:O Dilema de Asafe

O Salmo 73 trata de um dilema muito grande entre muitos cristãos: 'se somos filhos de Deus, porque nem sempre prosperamos e sim os ímpios?' Realmente é um problema que têm trazido várias inquietações à inúmeras pessoas dentro das Igrejas e que às vezes até abandonam a própria fé. O salmista Asafe ao comparar suas dificuldades com a prosperidade e felicidade de muitos ímpios ficou por um tempo, totalmente desanimado. Ele deixa claro isso no vs. 2 e 3: "os meus pés quase que se desviaram (...) Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios." Mais à frente, com certeza tomado de enorme angústia, faz uma afirmação, muitas vezes repetidas no íntimo de muitos crentes nos dias de hoje: "Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração; e lavei as minhas mãos na inocência."(vs 13) E desabafando de forma queixosa, reclama por estar passando dificuldades e duvida se vale a pena continuar acreditando e servindo ao Deus Todo-Poderoso: "Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã." (vs 14) Mas quando ele resolve buscar as respostas do próprio Deus, o Senhor revela o fim dos ímpios e a verdadeira recompensa dos justos: "Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles Certamente tu os puseste em lugares escorregadios; tu os lanças em destruição. Como caem na desolação, quase num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores. Como um sonho, quando se acorda, assim, ó Senhor, quando acordares, desprezarás a aparência deles." (vs 17-20) Deus então mostra para ele a diferença entre os Seus servos e aqueles que vivem firmados nas coisas terrenas. Asafe agora pode compreender que o plano de salvação eterna reservado à todos que seguem ao Senhor e faz a Sua vontade é o que somente importa. O salmista agora proclama em alto e bom som: "Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti."(vs25) e finaliza de forma grandiosa: "A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre."(vs 26) E compreende o mais importante: que se supervalorizasse as coisas terrenas e humanas, certamente continuaria frustrado e desanimado. É como afirma o Apóstolo Paulo: "Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens."(1 Cor 15:19) Portanto, não importa que ímpio prospere: nossa riqueza maior e única é o próprio Deus, Sua Palavra e Seu Espírito. A nossa vida, a nossa existência é Ele! Não importa a situação que estamos vivendo, e sim podermos ratificar a afirmação do Profeta Habacuque : "Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação." (Hc 3:17,18).

pare de reclamar de sua vida, leia este salmo com atenção

Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração. Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos. Pois eu tinha inveja dos néscios, quando via a prosperidade dos ímpios. Porque não há apertos na sua morte, mas firme está a sua força. Não se acham em trabalhos como outros homens, nem são afligidos como outros homens. Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno. Os olhos deles estão inchados de gordura; eles têm mais do que o coração podia desejar. São corrompidos e tratam maliciosamente de opressão; falam arrogantemente. Põem as suas bocas contra os céus, e as suas línguas andam pela terra. Por isso o povo dele volta aqui, e águas de copo cheio se lhes espremem. E eles dizem: Como o sabe Deus? Há conhecimento no Altíssimo? Eis que estes são ímpios, e prosperam no mundo; aumentam em riquezas. Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração; e lavei as minhas mãos na inocência. Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã. Se eu dissesse: Falarei assim; eis que ofenderia a geração de teus filhos. Quando pensava em entender isto, foi para mim muito doloroso; Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles. Certamente tu os puseste em lugares escorregadios; tu os lanças em destruição. Como caem na desolação, quase num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores. Como um sonho, quando se acorda, assim, ó Senhor, quando acordares, desprezarás a aparência deles. Assim o meu coração se azedou, e sinto picadas nos meus rins. Assim me embruteci, e nada sabia; fiquei como um animal perante ti. Todavia estou de contínuo contigo; tu me sustentaste pela minha mão direita. Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás na glória. Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti. A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre. Pois eis que os que se alongam de ti, perecerão; tu tens destruído todos aqueles que se desviam de ti. Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras. Salmos 73:1-28

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A Segunda Vinda de Cristo novo estudo

Mt 26:64 Ben Gardner I. Introdução Há apenas cinco dias nós celebramos, com confraternização, comida, e troca de presentes, a primeira vinda de Cristo. Este evento que tanto celebramos era ansiosamente esperado desde os tempos antigos, predito pela profecia, e ainda desacreditado pelos Judeus. O primeiro advento de Cristo era um tempo precioso - pois seu primeiro advento era um tempo de dar; Deus dando Seu filho para que o mundo não perecesse em razão da condenação do pecado. Sua vinda era um evento em qual todo mundo - ambos Judeu e Gentio - poderia olhar para o passado em gratidão, porque ele providenciou salvação para todos. Aquele primeiro dia da Era Cristã era um tempo precioso - um dia em que, por um pouco de tempo, os pastores de ovelhas poderiam esquecer as injustiças da vida, a opressão Romana, e olhar maravilhados para o presente de Deus para o mundo - um pequeno e inofensivo bebê. Talvez sejam por estas razões que nós nos seguramos às tradições vazias do passado - repetindo-as ano após ano. Por causa destes razões, sem duvida, nós colocamos os nossos mentes no bebê na manjedoura, relemos as histórias do seu nascimento com tanta reverencia, e contamos as nossas crianças a história de uma outra criança que em tudo era sujeito a seus pais (Lu. 2:51) - assim como eles deveriam ser! O primeiro advento de Cristo não promete mal a ninguém; não ameaça ninguém. O segundo advento de Cristo é um evento também predito pela profecia e esperado ansiosamente por muitas pessoas - mas não pode nem igualar a fama e prestígio de seu primeiro advento. Será por quê? Primeiramente, será um tempo de tomar, e não de dar. Segundo, a sua vinda não será para todo mundo. É claro, ele voltará para ambos Judeu e Gentio, mas nem todo Judeu e Gentio será o alvo da sua vinda. Para os não salvos, a segunda vinda de Cristo significa ser deixado. O segundo advento marca uma nova fase, talvez mais terrível, na separação da humanidade pecaminosa e Deus santo. II. Ele Está Voltando. Cristo está voltando. Como sabemos? Primeiro, temos a testemunha da profecia Velho-Testamentaria - Malaquias 4:1 fala de julgamento e fogo sobre os ímpios. Como ainda veremos, o julgamento do pecado é uma das razões por que Cristo virá. Temos ainda as testemunhas daqueles que andaram com Cristo aqui na terra. Tiago (Tg 5:8), João (I Jo 2:28), Tito (Tit 2:13), Pedro (I Ped 5:4), e Paulo (I Cor 4:5) todos falaram da vinda dEle. Os anjos também confirmaram a sua segunda vinda em Atos 1:10, 11. Todos estes, porém, seriam desacreditados e desqualificados se nós não tivemos a afirmação de Cristo que ele iria retornar (Mt 24:27, 36; 26:64). Cristo voltará. Nós temos uma testemunha de quatro - aqueles que profetizaram dele, aqueles que andaram com ele, seus anjos, e Si mesmo. A veracidade de seu advento futuro não poderá ser duvidada. III. Porque Ele Está Vindo Por que Ele está vindo é talvez uma pergunta que nos perplexa. A resposta para esta pergunta pode ser achada na razão atrás de Seu primeiro advento - João 3:16. !Porque Deus amou? será o suficiente para explicar uma dos razões da sua segunda vinda. Era o amor, o amor de Deus - colocado em ação por Sua graça - que nos assegura a sua segunda vinda. A sua primeira vinda foi colocada em ação porque Ele amou o mundo (Jo 3:16), a segunda porque ele amou os seus (Jn 14:23). Se a sua primeira vinda providenciou a salvação para nós, e com ela cidadania divina, então a segunda, enfim, nos dará o fim das nossas esperanças e desejos como cidadãos do céu (Fil 3:20), mas não morando ali. Tudo isso nos traz a nossa segunda razão - a misericórdia. O que menos a sua misericórdia nos concederia viver para a eternidade no céu, louvando a Deus e comendo na sua mesa? No pecado, nós odiávamos Deus, o ignoramos (Rom 3:10, 11), e curtíamos viver e rolar na sujeira da iniqüidade em qual nós nascemos. Ninguém merecia a salvação, mas, para aqueles que aceitam o sacrifício de Cristo, Ele estará voltando (He 9:28). Segue o raciocínio que se nós não merecíamos a salvação, conforme Efésios 2:8, então não merecíamos aquilo que veio com a salvação - entre outros, sendo incluído na segunda vinda de Cristo. Finalmente, Cristo está voltando porque Ele disse! A fé verdadeira não precisa de nenhuma instigação do que o fato que Cristo disse e afirmou tal ou tal coisa. Em Cristo, qualquer coisa menos fé é um afronta á sua santidade (Ro 14:23). Porque Cristo está voltando? Porque ele disse que está! Acredite. IV. Quando Ele está Voltando? Matemáticos sem numero e a mesma quantidade de !Estudiosos bíblicos? têm tentado, desde a antigüidade, calcular a data da sua vinda - baseada em princípios matemáticos - ou predizê-la - baseado em revelação !divina? ou inspiração emocional. Todos têm falhado miseravelmente. As predições mais velhas da sua vinda eram feitas por vários historiadores antigos que calcularam que Cristo voltaria em AD 72 - dois anos depois da destruição de Jerusalém, que eles compararam a Armagedom e o começo simbólico da tribulação. Predições para este século incluem 1911, 1918, 1932, e 1945. Todos têm sido provados errados: mas, novas datas continuam de aparecer. As predições mais recentes incluem 1999, 2000, 2002, e 2005. Parece-me que se todos os matemáticos e estudiosos fossem inspirados divinamente como dizem ser, então teriam algum tipo de concordância entre as datas - mas não há. Vendo como o homem é falível, devemos prestar atenção somente á o que Cristo, o Filho de Deus, e Deus, diz a respeito de sua própria vinda. Será repentina - Mt 24:27 O dia e hora são incógnitas - Mt 24:36 O tempo do seu advento será não anunciado (como o de um ladrão) - Apoc 16:15 Na hora em que achamos que Ele não virá, Ele virá - Luc 12:40. Assim como o homem é errático, e variando muito neste respeito, a Palavra de Deus é firme e não sujeito a influencias que variam. Um aspecto da sua vinda é muito claro - nós não sabemos e não podemos saber o tempo da Sua vinda. VI. Qual É o Propósito da Sua Vinda? Retribuição - Mt 16:27 Tomar o que é dEle (trono da sua glória) - Mt 25:31 Separar os seus do mundo - Mt 25:32 Julgar - II Tim 4:1 Trazer á luz e manifestar o encoberto - I Cor 4:5 VI. Conclusão A. Você está preparado para a vinda dEle? Você está de fato pronto para a vinda dEle? Você está pronto para ser julgado perante o seu Criador. Você está preparado para ter os seus pensamentos internos e as maquinações encobertas do seu coração manifestado para a sua tristeza e vergonha? Como será você, como aquele rei ímpio de Dan 5, quando pesado na balança? Será achado em falta? Se Deus tem lhe trazido a ver a ser entristecido pelo seu pecado e como o afeta, e quiser escapar da resultante condenação do Inferno - então corre á porta de escape que Ele tem providenciado. Ou seja, salvação pela morte dAquele que há de vir. A formula é simples - confia somente em Cristo, pela fé, para a salvação (Gal 3:26). Apenas Ele pode salvar (Jo 14:6). B. E Qual deve ser o nosso atitude enquanto esperamos para a Sua Vinda? Para nós que já estamos em Cristo, o que deve ser o nosso atitude? Primeiramente, vamos ser apercebidos (prontos) - conforme Mt 24:44. Dois mil anos de aparente inatividade na parte de Cristo pode ter nos feito sonolentos. Já parece que estamos entrando na ultima parte dos últimos tempos. Ao nosso redor guerras matam e mutilam, e desastres, tanto naturais como mecânicos, ocorrem. A terra em si movimenta e grunhida enquanto a própria natureza clama contra os resultados da primeira queda de Adão. Assim são as indicações como Cristo nos revelou que seriam em Mt 24:6, 7 e Mk 13:7, 8. A intensidade das coisas que acontecem ao nosso redor que estamos bem no ultimo tempo da era final. Talvez nós tenhamos entrado na noite do longo e doloroso dia dos últimos tempos, e o próximo acontecimento de porte magnífica vai ser a vinda de Cristo. Mas, no outro lado, talvez não esteja. Talvez em comparação ao tempo em que ele virá nos estamos ao meio dia. Talvez haja muitos anos, milhares talvez, até que Ele vem. Não importa. O que importa é que Cristo está voltando, e Ele voltara subitamente e repentinamente. Nós devemos estar presentes. Não devemos ser achados como as cinco virgens tolas de Mateus 25, inativas e não preparadas. Devemos estar ao voltar dEle, obedecendo a sua grande comissão, obrando nas suas terras que são brancas para a ceifa (Jn 4:35). Não devemos desperdiçar os nossos talentos, porque, quando Ele as nos deu, Ele nos mandou - !Ocuparem até que venho." Finalmente, vamos ser ocupados em viver irrepreensivelmente (I Tess 5:23) e em caridade (não julgar) um ao outro (I Cor 4:5). Como é triste quando um Crente tem medo da vinda de Cristo! Quando Ele aparece nas nuvens vamos não permitir o nosso gozo e prazer em ve-Lo ser inibido por tristeza e culpa pelos nossos pecados pessoais, e pecados para com os nossos irmãos. É verdade, a luz pura da Sua santidade nos iluminará até os nossos almas - e revelará nossas falhas. Não devemos ser desencorajado, portanto. Como Paulo, no fim das nossas vidas ou na vinda de Cristo, devemos poder dizer com certeza, !Combati o bom combate ... guardei a fé." II Tim 4:7.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

quanto vale quem vç ama?

Nós não percebemos o quanto as pessoa são valiosas para nós,vivemos nos dias atuais totalmente preocupados com o futuro,em ganhar dinheiro,viver melhor que nen percebemos as pessoas que estão a nossa volta, certo dia um amigo meu um pequeno empresario, dono de uma padaria, me disse;sabe pedro, vejo vç brincando com seus filhos e lembrei que tive sempre tão oculpado com os negócios que nem vi meus filhos crescerem, há... se eu pudesse voltar no tempo.Quando olhei ele estava com os olhos cheios de lagrimas,e eu peguei essa esperiencia para min,e pude ver que essa falta de amor que nós vivemos hoje,filhos matando pais,eu pude meditar,hoje está todos tão preocupados em ganhar dinheiro e viver financeiramente melhor que colocam seus fihos nas creches ou a cuidados de babás, e as crianças acabam cresçendo sem o amor dos pais,,fica uma familia totalmente estranha, sem amor ,compaixão e laços familiar. As familias estão acabando, separações,brigas e falta de amor,e é essa a intenção de satanás é destruir o que de mais bonito existe neste mundo, a familia. Infelizmente muitos lares evangelicos está acontecendo isso, não podemos permitir isso no nosso meio, temos que trabalhar mais, tambem nunca deixar nossa familia de lado,fazer tudo com muita sabedoria, pedir ao senhor para nos ensinar a viver como o senhor quer,porque quem nós amamos tem um valor tão grande. que nós não sabemos,só damos conta deste valor quando a perdemos não podemos deixar isto acontecer,DEUS tem prioridade na familia, porque todos nós que hoje andamos na luz temos paz com DEUS nosso pai atravéz de JESUS CRISTO o nosso senhor, portanto nos tornamos uma grande familia, E BREVE HABITAREMOS COM O SENHOR PARA SEMPRE.
pedro.f.rocha

As grandes Promessas de Deus

Adão e Eva tinham, no Jardim do Éden, perfeita comunhão com Deus e o melhor ambiente que se possa imaginar. Com acesso à árvore da vida, eles não envelheciam, nem adoeciam. Quase não tinham restrições; um fruto somente era proibido. Mas o diabo, na forma de uma serpente, tentou Eva e ela comeu do fruto proibido, e o repartiu com Adão. Essa desobediência fez com que eles fossem separados de Deus, expulsos do jardim, e privados da árvore da vida. Mas Deus desejava trazer o homem de volta à perfeita harmonia com ele. Para isso tinha desenvolvido um plano restaurador antes mesmo de haver criado o mundo. Quando o primeiro casal pecou, ele começou a desenvolver esse plano progressivamente. Através do Velho Testamento, Deus fez promessas importantes que levaram o homem a entender como o Senhor haveria de reconciliá-los consigo. Ameaça à serpente Imediatamente depois do pecado do homem, Deus amaldiçoou o diabo: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gênesis 3:15). Essas palavras revelavam como Satanás continuaria a opor-se aos melhores interesses do homem, mas um descendente da mulher destruiria o poder dele. A referência ao descendente da mulher é incomum, porque quase sempre a linhagem é traçada através do homem. À luz do cumprimento podemos ver como essa declaração foi apropriada, uma vez que o descendente em questão, Jesus Cristo, não teria um pai terrestre. A derrota de Satanás é descrita na forma de um homem pisando sobre uma serpente, assim ferindo seu próprio calcanhar, mas esmagando a cabeça dela. Essa promessa seria cumprida de um modo notavelmente claro. Promessas a Abraão Muitas gerações mais tarde, Deus chamou Abraão para sair de sua pátria e vagar como peregrino numa terra estranha. Abraão confiou em Deus e fez como ele mandou. Deus prometeu a Abraão três coisas: Œ "De ti farei uma grande nação";  "Em ti serão benditas todas as famílias da terra" e Ž "Darei à tua descendência esta terra". A história bíblica traça o cumprimento dessas promessas. A família de Abraão continuou peregrinando na terra de Canaã até o tempo de seu neto, Jacó. Este se mudou com sua família para o Egito, onde ela começou a multiplicar-se rapidamente. Seus descendentes se tornaram tão numerosos que os governantes egípcios se preocuparam que eles pudessem tentar dominar o país. Como resultado, escravizaram a família de Abraão, mas Deus foi fiel à sua promessa e chamou Moisés para libertar o povo. Através de Moisés, Deus feriu o Egito com dez pragas, fazendo com que os egípcios libertassem os descendentes de Abraão, agora chamados israelitas. Moisés levou-os do Egito até o Monte Sinai, onde Deus fez uma aliança com eles. Por esse tempo, a promessa de Deus de fazer da família de Abraão uma grande nação tinha sido cumprida. Havia mais de 600.000 homens adultos, além das mulheres e crianças. A geração que saiu do Egito foi incapaz de possuir a terra prometida, mas seus descendentes o fizeram. Guiados por Josué, a nação entrou na terra onde Abraão tinha peregrinado e a conquistaram. Observe a declaração clara do cumprimento da promessa de Deus. "Desta maneira, deu o SENHOR a Israel toda a terra que jurara dar a seus pais; e a possuíram e habitaram nela" (Josué 21:43; veja também Josué 23:14-15; 1 Reis 4:21; Neemias 9:7-8). Deus advertiu-os que se o desobedecessem, seriam expulsos da terra prometida (Deuteronômio 8:19-20; 28:63-65). Eles desobedeceram e foram levados cativos pelos assírios e babilônios séculos mais tarde. A promessa mais importante que Deus fez a Abraão foi que um dos seus descendentes abençoaria todas as nações do mundo. Essa promessa foi mais explícita do que aquela em Gênesis 3, no qual um descendente da mulher esmagaria a Satanás. Tal agora não seria qualquer descendente da mulher, mas também um descendente de Abraão. O esmagamento da serpente por ele resultaria em bênçãos para todas as famílias da terra. Promessa a Davi Séculos depois da promessa feita a Abraão, Natã apresentou uma promessa de Deus a Davi: "Quando teus dias se cumprirem e descansares com teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino" (2 Samuel 7:12). Essa promessa explicava mais sobre a intenção de Deus, revelando que seria através de um descendente de Davi que as promessas anteriores seriam cumpridas. Isto não era uma alteração do plano de Deus, uma vez que Davi era um descendente de Abraão, mas definia de qual família israelita viria o descendente prometido. Este não somente esmagaria a serpente e abençoaria todas as famílias da terra, como também estabeleceria um reino eterno. Os profetas expuseram com mais detalhes a promessa feita a Davi. Ele mesmo havia predito que o rei serviria como sacerdote em seu trono (Salmo 110). Amós ligou a reconstrução da tenda de Davi às bênçãos aos gentios prometidas a Abraão (Amós 9:11-12). Isaías falou da natureza justa de seu reinado (Isaías 9:6-7; 11:1-10) e Jeremias revelou que ele seria fiel (Jeremias 23:5-6). Ezequiel mostrou que não haveria coroa para os descendentes de Davi desde o tempo do cativeiro até que o descendente prometido chegasse (Ezequiel 21:25-27). Ele também caracterizou o rei que haveria de vir como um pastor que cuidaria de seu povo com brandura (Ezequiel 34:23-24; 37:24-25). Expectativa Ao tempo do Novo Testamento, muitos previram o cumprimento dessas promessas maravilhosas. Simeão "esperava a consolação de Israel" (Lucas 2:25). Ana representava aqueles que "esperavam a redenção de Jerusalém" (Lucas 2:38). José de Arimatéia "esperava o reino de Deus" (Lucas 23:51). Deus tinha preparado pessoas espirituais para o desenvolvimento de seu plano. Suas muitas promessas e a exposição delas pelos profetas despertaram certa expectativa nos corações do seu povo. Os primeiros anúncios de que aquelas grandes promessas estavam sendo cumpridas deram alegria aos que ouviram as notícias. O anjo Gabriel disse a Maria: "Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim" (Lucas 1:32-33). Zacarias, inspirado pelo Espírito Santo, falou como Deus estava cumprindo as promessas que havia feito a Davi e a Abraão (Lucas 1:67-79, especialmente 69,73). João Batista e, mais tarde, Jesus e seus discípulos pregaram: "O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo" (Marcos 1:15, veja também Mateus 3:2; 4:17; 10:7). Cumprimento Jesus cumpriu aquelas grandes promessas. Ele esmagou a cabeça de Satanás. O propósito da missão de Jesus foi amarrar "o homem forte" (o diabo) e tirar dele as almas que estavam sob seu domínio (Mateus 12:29; 1 João 3:8). Horas antes da crucificação, Jesus avisou que aquele seria o tempo da grande derrota do diabo: "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (João 12:31; veja também 14:30; 16:11). Sua crucificação e ressurreição cumpriram exatamente o que Deus tinha predito no Éden (Gênesis 3): Jesus, descendente da mulher, esmagou a cabeça de Satanás e assim feriu seu próprio calcanhar. Ele triunfou sobre as forças do mal (Colossenses 2:15; 1 Pedro 3:22) e conquistou a morte e o Hades (Apocalipse 1:17-18). Em resumo, "Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida" (Hebreus 2:14-15). Jesus era o descendente de Abraão, através do qual Deus abençoou todas as famílias da terra. As Escrituras definem cuidadosamente a linhagem de Jesus de modo a demonstrar que ele estava qualificado para cumprir as promessas que Deus fez (Mateus 1:1-17; Lucas 3:23-38). Através de Jesus a bênção prometida a Abraão chegou aos gentios (Gálatas 3:14; Atos 3:18-26; 26:6) e Abraão se tornou o pai de muitas nações (Romanos 4:9-17). Jesus, um descendente de Davi, estabeleceu um reinado eterno. Várias das próprias passagens nas quais os profetas expuseram essa promessa são citadas explicitamente no Novo Testamento, como aplicando-se hoje ao reino de Cristo. Pedro citou a profecia do Salmo 110, que o Cristo reinaria como sacerdote em seu trono e declarou: "Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo" (Atos 2:36). A profecia de Amós foi lembrada por Tiago em Atos 15:13-18 e a de Isaías por Paulo em Romanos 15:12. Jesus, "a Raiz e a Geração de Davi", foi exaltado sobre todas as coisas como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Apocalipse 19:16; 22:16). Deus resolveu o problema do pecado e restaurou a comunhão outrora rompida no Éden. Ele preparou o povo através de promessas e profecias, e no tempo certo (Tito 1:3; 1 Timóteo 2:6) enviou Jesus para cumprir tudo o que ele tinha anunciado. A Deus seja a glória.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

o armagedon se aproxima, se preparem pra encontra com o senhor JESUS CRISTO

Tensão aumenta quanto a possível ataque de Israel ao Irã AE - Agência Estado Os tambores da guerra entre Israel e Irã nunca rufaram tão alto e, de Washington a Moscou, autoridades passaram a ver um ataque israelense como uma questão de "meses". A tensão subiu ainda mais na semana passada em meio à guerra nas sombras. Aparentemente, os ataques a alvos israelenses na Índia e na Geórgia, além de um complô desbaratado na Tailândia, eram retaliações do Irã ao assassinato de seus cientistas nucleares. O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, tem encampado a tese de que, quando a usina iraniana de Fordo - construída 90 metros abaixo de uma montanha perto da cidade sagrada de Qom - entrar em operação, a aviação israelense não terá mais capacidade de desferir um golpe significativo no programa iraniano. Apenas os EUA têm a tecnologia para destruir a instalação. A partir do momento em que estocar em Fordo urânio suficiente para fazer a bomba, Teerã terá entrado no que Barak chama de "zona de imunidade" em relação a Israel. A cartada militar, então, estará apenas nas mãos dos americanos. Diante desse cenário, o secretário da Defesa dos EUA, Leon Panetta, considera que há uma "grande chance" de Israel atacar o Irã "em abril, maio ou junho", escreveu David Ignatius, colunista do Washington Post. "O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu não quer que o futuro de Israel dependa dos EUA. Antes, uma matéria de capa da revista do New York Times também previra que um ataque israelense "não passará de 2012". "Certamente há uma urgência que não existia antes, pois ficou claro que os iranianos estão transferindo urânio para Qom", disse ao Grupo Estado Efraim Inbar, diretor do Centro de Estudos Estratégicos Begin-Sadat. "Todos os integrantes do gabinete israelense apoiam a ideia de atacar o Irã. Uma bomba nuclear iraniana é simplesmente inaceitável para Israel. A questão é ''quando'' atacar. Muitos ainda acham que é preciso dar tempo para as operações secretas em andamento", afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O RETORNO DE CRISTO A TERRA

Sof 1:14-15,18 (NIV) "O grande dia do Senhor está perto; sim, está perto, e se apressa muito; ei-la, amarga é a voz do dia do Senhor; clama ali o homem poderoso. Aquele dia é dia de indignação, dia de tribulação e de angústia, dia de alvoroço e de assolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas, ...Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor; mas pelo fogo do seu zelo será devorada toda a terra; porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada". Apo 19:15 (Phi) "Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações; ... e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso". Isa 66:15-16 (NIV) "Pois, eis que o Senhor virá com fogo, e os seus carros serão como o torvelinho, para retribuir a sua ira com furor, e a sua repreensão com chamas de fogo. 16 Porque com fogo e com a sua espada entrará o Senhor em juízo com toda a carne; e os que forem mortos pelo Senhor serão muitos". Heb 12:29 (Phi) "pois o nosso Deus é um fogo consumidor". Lucas 12:49 (RSV) [Jesus:] "Vim lançar fogo à terra; e que mais quero, se já está aceso?" Sal 69:24 (NIV) "Derrama sobre eles a tua indignação, e apanhe-os o ardor da tua ira." Sal 76:10 (NIV) Na verdade a cólera do homem redundará em teu louvor, e do restante da cólera tu te cingirás. O Propósito da Ira de Deus não é Disciplina A ira de Deus, neste sentido final, não é direcionada para melhorar e santificar, mas para destruir e julgar eternamente. Deus disciplina aqueles que ama, para o bem (1 Pe 4:17-19). Os verdadeiros seguidores de Cristo não precisam ter medo da ira de Deus. Ela está sendo "reservada" e está para ser direcionada para aqueles que rejeitam a revelação de Deus sobre Ele mesmo. 2 Tess 1:8-9 (NIV) "E tomar vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus; os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna..." Naum 1:2 (Amp) "O Senhor é um Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de indignação; o Senhor toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos." 1 Tess 5:3 (NIV) "Pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão". Os cristãos não precisam temer a ira de Deus. Nós temos a promessa de Deus que somos Seus escolhidos. É verdade que devemos temer a Deus, uma vez que Ele nos "comprou" e Ele é conhecido por deixar Seus servos passarem por alguns testes bem severos, mas não temos nada a temer em relação a ira vindoura de Deus se acreditamos e seguimos a Cristo. A ira não é para os filhos de Deus. Deus pode disciplinar, castigar, ou testar-nos, mas sempre de forma construtiva-para o nosso bem! Objeto de Ira, ou Objeto de Misericórdia e Glória? João 3:36 (NIV) "Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus." Rom 2:6-11 (Phi) "E que retribuirá a cada um segundo as suas obras; a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em favor do bem, procuram glória, e honra e incorrupção; mas ira e indignação aos que são contenciosos, e desobedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre a alma de todo homem que pratica o mal, primeiramente do judeu, e também do grego; glória, porém, e honra e paz a todo aquele que pratica o bem..." Rom 9:22-24 (NIV) "E que direis, se Deus, querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para a perdição; para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que de antemão preparou para a glória, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?" Rom 11:22 (NIV) "Considera pois a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; para contigo, a bondade de Deus, se permaneceres nessa bondade; do contrário também tu serás cortado." 1 Tess 5:9 (NIV) "Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo"