terça-feira, 13 de março de 2012
LUTERO E A REFORMA PROTESTANTE
Martinho ou Martim Lutero, teólogo alemão e o artífice da Reforma Protestante, nasceu a 10 de novembro de 1483 em Eisleben.
Embora nascido em família pobre, Lutero obteve bons estudos primários e posteriormente recebeu formação acadêmica na Universidade de Erfurt. Obteve bacharelado em Artes em 1502. Três anos mais tarde passa a estudar Direito, conforme o desejo dos pais, porém altera seu destino ao seguir posteriormente a vida religiosa, entrado para a Ordem Agostinianos, ordenando-se em 1507. Em su8a viagem a Roma, entrou em contato com a alta classe religiosa e observou, desde logo, sua riqueza ostensiva e imoral. Entrou para a Universidade de Wittenberg e doutorou-se em Teologia em 1512.
Intrigado com o que havia visto em Roma, passou a dedicar-se às suas teses. A indignação de Lutero voltava-se principalmente para o caráter mercantilizado das indulgências, em que aqueles considerados pecadores pagavam determinadas somas à igreja para a remissão de seus pecados. Assam, elaborou noventa e cinco artigos em que analisava as falhas doutrinárias da igreja, assim como os abusos materiais cometidos pela instituição religiosa. Suas teses logo ganharam fôlego ao serem largamente propagadas, alimentando assim o espírito revolucionário religioso, sendo acusado de heresia por seus próprios companheiros.
Às primeiras notícias quanto à divulgação e o teor das idéias de Lutero, o Papa Leão X passou a condenara severamente Lutero, exigindo mudanças em sua posição. Em contrapartida, Lutero dá mais fôlego às suas idéias reformistas ao publicar uma série de obras, entre elas “Da liberdade Cristã” e “Do Cativeiro Babilônico da Igreja”, passando a atacar os sacramentos e o papado de modo mais incisivo que de início. O marco de sua total separação da igreja deu-se em 1521, quando foi excomungado. Lutero passou a ser duramente perseguido, tendo sido obrigado a refugiar-se no Castelo de Wartburg. O movimento reformista, desencadeado por suas idéias, tornou-se então independente de sua participação, passando inclusive por várias divisões internas. Em Wartburg, Lutero dedicou-se à célebre tradução do Novo Testamento para o alemão.
Convém lembrar que na época da Grande Reforma, os anabatistas (batistas) existiam por toda parte da Europa. Jesus tinha prometido que as forças demoníacas jamais venceriam a sua Igreja, Mateus 16:18. Depois de sua ressurreição ele apareceu à sua igreja e prometeu estar com ela até a consumação dos séculos, Mateus 28:18-20. O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo de Deus, disse: “A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém” (Efésios 3:21).
Cremos que a Igreja de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nunca morreu. Cremos que esta mesma Igreja estará na terra pregando a palavra de Deus até a volta do Senhor Jesus. Todas as demais denominações existentes no mundo são frutos das idéias rebeldes dos homens que não aceitam totalmente a vontade de Deus em suas vidas. Infelizmente Lutero era um desses homens.
Lutero era um homem inteligente, porém, muito genioso. Ele tinha toda razão em revoltar com os procedimentos de sua Igreja. A Igreja Católica tinha chegado a uma situação deplorável, a ponto de vender licença para quem quisesse pecar. Eram as famosas indulgências. Quem tinha mais possibilidades financeiras, podiam, com a compra das indulgências da Igreja Católica, cometer qualquer tipo de pecado. Os pontífices vendiam a salvação aos seus fiéis e, em virtude da mentalidade da época, isso gerou lucros fabulosos para a igreja que explorava a uma população já miserável e carente, desvirtuando-se totalmente da moral. Para completar, inúmeros indivíduos que exerciam atividades eclesiásticas eram completamente despreparados para a função e preocupavam-se exclusivamente com os lucros fáceis que ela, e a posição social que dela advinha, gerava. No entanto, certos teólogos passaram a denunciar todo esse panorama e, gradualmente, a Igreja Católica caiu em descrédito. Membros da elite intelectual eclesiástica passaram a estudar novas formas de espiritualidade baseando-se no humanismo, misticismo, filosofia clássica e outras vertentes do pensamento humano.
Não agüentando mais este clima de total perversidade dos líderes católicos, Lutero examinou as Escrituras Sagradas e descobriu que a salvação é pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei. Assim sendo, ele declarou guerra contra a Igreja Católica, e em 1512 começou a pregar contra a salvação pelas obras. Fez muitas conferências confirmando que o justo iria viver da fé. E nisso ele tinha razão. Em vários sermões ele condenou a prática da venda da indulgência. Em 31 de outubro de 1517 ouviram-se fortes marteladas na porta da Igreja de Wittenburg. Era Lutero condenando o Papa Leão X e seus legados numa bula de 95 teses. Entre estas teses, algumas eram especialmente desafiadoras:
· “Os pregadores de indulgências erram quando declaram que o perdão do Papa livra o pecador da penitência”.
· “Os que se julgam seguros da salvação pelas cartas do Papa, serão amaldiçoados eternamente, e na companhia de seus e mestres”.
· Por que o Papa não esvazia o purgatório pelo amor?”
Devido a essa bula Lutero foi excomungado pelo Papa Leão X em 1519. Mas, apoiado pelos imperadores regionais e pelo povo de muitas cidades alemãs, Lutero levou a afinco suas idéias. Ao meio de muita confusão e guerras ele conseguiu realizar uma revolução na Igreja Católica da Alemanha em 1521. Esta Igreja foi chamada de Luterana
Seus seguidores foram chamados de Luteranos. Na Alemanha e em alguns outros países do norte europeu ela se tornou a religião oficial do país. A maioria das igrejas católicas que existiam nesses países – incluindo os fiéis, prédios e padres – simplesmente se tornaram luteranos. Geralmente as freiras se casaram co ex-padres. O termo missa foi conservado. As formas litúrgicas de dirigir a missa quase não mudaram. O batismo infantil era uma lei que deveria ser cumprida. A hierarquia continuava a mesma, sendo o primeiro chefe da Igreja Luterana o próprio Lutero.
Lutero bem que podia se unir aos anabatistas (antigos batistas) e evitar muitos problemas com a Igreja Católica. Porém, ele queria reformar a Igreja, e quem sabe, ter o prazer de ficar na história eclesiástica como o primeiro padre que se rebelou contra o Papa. Os anabatistas se encontravam espalhados, pregando clandestinamente, particularmente na Boêmia, Morávia, Suíça e Alemanha. Eles tinham que viver escondidos porque não havia a liberdade de pregar o Evangelho de Cristo. Os anabatistas estavam pagando um preço alto pela fidelidade aos ensinamentos das Escrituras Sagradas. Todos que vinham do catolicismo eram batizados à semelhança de Cristo nas águas. A Igreja Católica estava enfurecida porque não aceitava outra forma de batismo, a não ser a forma de aspersão. Em razão disso, vasto numero de anabatistas, em quase todos os países da Europa, preferiram perecer miseravelmente por afogamento, fogueira ou decapitação, do que renunciar os ensinamentos das Sagradas Escrituras.
Quando Lutero protestou contra a Igreja Católica, os antigos anabatistas que estavam vivendo clandestinamente devido a perseguição da Igreja Romana, por um período curto de tempo respiraram aliviados. Animados com a revolta de Lutero, os irmãos começaram a vislumbrar uma liberdade que muito tempo não gozavam. Infelizmente esta tão sonhada liberdade não durou muito. Pois o mesmo Lutero que se revoltou contra a libertinagem da Igreja Católica, se contrapôs aos anabatistas por causa da imersão largamente pregada e praticada pelos irmãos. Lutero rejeitou somente os absurdos da Igreja Católica, porém trouxe para o seio da Igreja Luterana as doutrinas principais do catolicismo. Uma destas doutrinas era a regeneração batismal e a forma de aspersão.
Os anabatistas do século XVI não aceitaram como válido os batismos dos protestantes históricos. Devido a esta rejeição, Lutero que era extremamente genioso, ordenou a morte de mais de 100.000 (cem mil) anabatistas em um só dia na Alemanha. Sem dúvida alguma, o sangue destes cem mil irmãos será cobrado no dia do juízo.
Martinho Lutero morreu na cidade que nascera, Eisleben, Alemanha, em 18 de fevereiro de 1546.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Jesus e a BMW
Muitos estão indignados com um vídeo publicado no YouTube em que uma cantora gospel (filha do líder de uma grande igreja de Belo Horizonte-MG) e seu marido fazem afirmações fúteis a respeito do Senhor Jesus e seu ministério terreno. O rapaz chega a afirmar que o jumento montado por Jesus era uma espécie de BMW da época, e que Ele só teria nascido numa estrebaria porque não havia vagas nos hotéis!
Há uns vinte anos, mais ou menos, os pastores que priorizavam as riquezas eram duramente criticados. Hoje, líderes de grandes ministérios e seus célebres familiares — o nepotismo eclesiástico também se banalizou, nesses tempos pós-modernos — dizem, sem nenhum constrangimento, que Jesus era rico e desfrutou do bom e do melhor neste mundo. E ai dos que discordarem! Serão tachados de miseráveis, frustrados, invejosos... Isso para dizer o mínimo, pois os fãs de celebridades (que não são, evidentemente, seguidores de Jesus) costumam chamar os críticos dos seus ídolos de filhos da... (piii) ou mandá-los para p... (piii) que p... (piii), etc.
Nota-se que o jovem casal mencionado tem aprendido com quem bebeu nas fontes escuras e turvas da teologia da prosperidade. Sua “visão de Reino” é a mesma de famosos telepregadores do mercantilismo da fé, como Kenneth Copeland, Frederick Price, Benny Hinn, Morris Cerullo, Mike Murdock e John Avanzini. Todos estes asseveram que Jesus usava roupas da moda (de corte especial, sem costura), tinha uma ótima casa, grande o bastante para receber os seus discípulos. Price, inclusive, afirma que dirige um Rolls Royce porque está seguindo os passos do Mestre. Para esses telemilionários, o Senhor tinha um tesoureiro porque seu ministério arrecadava muito dinheiro!
Um único versículo bíblico colocaria por terra todas as aludidas invencionices a respeito de Jesus: Mateus 8.20. Aqui, o Senhor afirma: “As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20). Mas é bom observar a profecia de Zacarias 9.9 acerca da entrada triunfal do Rei em Jerusalém. Ao montar em um jumentinho, Jesus demonstrou a sua humilidade e a sua pobreza (2 Co 8.9; Fp 2.5-8).
Alguém poderá argumentar: “Na Bíblia não há promessa de prosperidade ao povo de Deus?” Sim. Mas a prosperidade bíblica não é reducionista; sua ênfase não recai no materialismo. A palavra “prosperidade”, do latim prosperus, significa “feliz, ditoso, florescente”. E, nesse sentido, a Palavra de Deus afirma: “O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro do Líbano. Os que estão plantados na Casa do SENHOR florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes” (Sl 92.12-14).
Segundo a Bíblia, florescer como uma árvore significa prosperar em todos os sentidos (Sl 1.1-3) e dar muito fruto (Jo 15.1-5). Ora, uma árvore não cresce apenas para cima ou para os lados; cresce também para baixo; tem raízes. Essa é a prosperidade que o Senhor quer dar aos seus filhos: um crescimento em todas as direções. É um grande engano encarar a prosperidade material como um fim em si mesmo (Mt 6.33).
Por que a teologia da prosperidade faz tanto sucesso, atrai multidões e encontra pronta aceitação no coração das pessoas? Porque os seus propagadores, à semelhança dos falsos profetas de Israel, descobriram a mensagem que o povo quer ouvir! Em Ezequiel 13.10-19, está escrito: “andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz [...] os profetas de Israel que profetizam de Jerusalém e veem para ela visão de paz, não havendo paz [...] Vós me profanastes entre o meu povo [...] mentindo, assim, ao meu povo que escuta a mentira”.
Os telepregadores da prosperidade mandam os crentes repreenderem o demônio da miséria e determinarem a sua prosperidade. Mas, em Romanos 15.26, está escrito: “Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém”. Observe que o texto menciona uma coleta para ajudar pobres dentre os santos. Não seria mais fácil para Paulo repreender o demônio da pobreza?
Jesus nunca falou dos perigos de ser pobre. Mas, por inúmeras vezes, discorreu sobre os perigos de ser rico (Mt 6.19-21; Lc 12.16-21, etc.). Em 1 Timóteo 6.8-10, encontramos as razões pelas quais alguém abandona o verdadeiro Evangelho para seguir a teologia da prosperidade: falta de contentamento, priorização das riquezas, amor ao dinheiro. Em Eclesiastes 5.10, também está escrito: “O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade”.
É pecado ser rico? Não. Mas é perigoso. Isso porque a sensação — apenas a sensação — de que a riqueza coloca alguém numa posição superior em relação às pessoas pobres torna o crente um alvo fácil do Inimigo (1 Tm 2.9). Há uma grande probabilidade de os ricos se ensoberbecerem e se tornarem avarentos, desprezando os pobres e perdendo, com isso, a comunhão com Deus (Tg 2.9).
Quem não se contenta com o que possui, priorizando a busca de riquezas e o amor ao dinheiro, é capaz de fazer qualquer coisa para ganhar mais e mais dinheiro, até mesmo mercadejar a Palavra de Deus (2 Co 2.17, ARA). A avareza é uma espécie de idolatria (Ef 5.5), e nenhum idólatra entrará no Reino de Deus (1 Co 5.11; Ap 21.8). O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.
O dinheiro, em si, é necessário para a nossa manutenção. Contudo, existe o perigo de o chamado “vil metal” ocupar o primeiro lugar em nosso viver. E isso tem acontecido na vida de alguns líderes e pregadores, que, pelo dinheiro, são capazes até de negar “o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (2 Pe 2.1).
De acordo com a Palavra de Deus, os falsos mestres, cuja motivação é o dinheiro, são capazes de fazer, por avareza, “negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2 Pe 2.3). E não é isso que vemos em nossos dias? Os falsos mestres estão por aí vendendo as suas “indulgências”, pregando um evangelho falso, centrado no “ter”.
Que Deus nos guarde! Façamos a sábia oração de Agur: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecendo, venha a furtar e lance mão do nome de Deus” (Pv 30.7-9).
Não ambicionemos, pois, as coisas altas (Rm 12.16). Não tenhamos como referenciais as celebridades gospel, pois elas, em sua maioria, não têm compromisso com a Palavra de Deus. Sigamos o conselho da Palavra do Senhor: “Sejam os vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei” (Hb 13.5). E ainda: “Aquele que tem o olho mau corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a pobreza” (Pv 28.22).
domingo, 11 de março de 2012
Razões para vç crer que a biblia é verdadeira e as afirmações pela ciencias
Fatos científicos na Bíblia
A Bíblia e a posição da Terra no espaço
Em um tempo que se acreditava que a Terra estava situada em cima de um grande animal ou gigante (1.500 A.C.), a Bíblia falou da posição da Terra no espaço: “O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.” (Jó 26:7). A ciência não descobriu que a Terra não era sustentada por nada até 1650.
As Escrituras falam de uma estrutura invisível
Só há pouco tempo atrás, a ciência descobriu que tudo que nós vemos é composto de coisas que não conseguimos ver – átomos. Em Hebreus 11:3, escrito há 2000 anos atrás, a Escrituras nos dizem que “aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”.
A Bíblia revela que a Terra é redonda
As Escrituras nos dizem que a Terra é redonda: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra” (Isaías 40:22).
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A palavra traduzida como “círculo” aqui é a palavra em hebraico chuwg, que também pode ser traduzida como “circuito” ou “bússola” ( dependendo do contexto). Ou seja, ela indica algo esférico, arredondado ou arqueado – não algo que é plano ou quadrado. O livro de Isaías foi escrito aproximadamente entre 740 e 680 anos A.C. São pelo menos 300 anos antes de Aristóteles sugerir, em seu livro Sobre os Céus, que a Terra talvez fosse uma esfera. Dois mil anos depois (num tempo em que a ciência acreditava que a Terra fosse plana) as Escrituras inspiraram Cristóvão Colombo a navegar ao redor do mundo.
A Bíblia e a ciência da Oceanografia
Mathew Maury (1806 – 1873) é considerado o pai da oceanografia também chamada de oceanologia. Ele percebeu a expressão “veredas dos mares” em Salmos 8:8 ( escrito 2.800 anos antes) e disse, “Se Deus disse que há veredas no mar, eu vou encontrá-las”. Maury então acreditou literalmente no que Deus disse e foi procurar essas veredas, e nós devemos muito a sua descoberta das correntes continentais quente e fria. O seu livro sobre oceanografia permanece um texto básico sobre o assunto e ainda é usado em universidades.
A Bíblia e as ondas de rádio
Deus fez a Jó uma pergunta muito estranha em 1.500 a.C. Ele perguntou: “Ou mandarás aos raios para que saiam, (Page 13) e te digam: Eis-nos aqui?” (Jó 38:35). Isso parece ser uma afirmação cientificamente ridícula – que a luz pode ser enviada, e depois se manifestar em fala. Mas você sabia que toda radiação eletromagnética, de ondas de rádio ao raio-X, viaja na velocidade da luz? É por isso que você fazer uma comunicação instantânea sem fio com alguém do outro lado do mundo. O fato de que a luz podia ser enviada e depois se manifestar em fala não foi descoberto pela ciência até 1846 ( 3.300 anos depois) , quando “o cientista britânico James Clerk Maxwell sugeriu que a eletricidade e as ondas leves eram duas formas da mesma coisa” (Modern Century Illustrated Encyclopedia).
A Bíblia e Entropia
Três lugares diferentes na Bíblia (Isaías 51:6; Salmos 102:25,26; e Hebreus 1:11) indicam que a Terra está se deteriorando. Isso é o que a Segunda Lei da Termodinâmica (a lei da entropia crescente) afirma: que em todos os processos físicos, todo sistema ordenado ao longo do tempo tende a se tornar mais desordenado. Tudo está se desgastando e deteriorando à medida que a energia está se tornando cada vez mais escassa. Isso significa que o Universo irá se deteriorar ao ponto que (em tese) haverá uma “morte da energia térmica” e portanto não haverá mais energia disponível para o uso. Isso só foi descoberto pela ciência recentemente, mas a Bíblia afirma isso de forma concisa.
A Bíblia e o ciclo da água
As Escrituras nos informam “Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.” (Eclesiastes 1:7). Essa frase parece não ser profunda. Mas quando é considerada com outras passagens bíblicas, ela torna-se mais fantástica. Por exemplo, o rio Mississipi despeja aproximadamente 518 bilhões de galões de litros de água a cada 24 horas no Golfo do México. Para onde vai toda essa água? E esse é só um entre milhares de rios. A resposta está no ciclo hidrológico, tão bem explicado na Bíblia.
Eclesiastes 11:3 diz que “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra”. Olhe para as palavras resumidas da Bíblia em Amós 9:6 Ele ... o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra”. A idéia de um ciclo completo da água só foi compreendido pelos cientistas no século dezessete. Entretanto, dois mil anos antes das descobertas de Pierre Perrault, Edme Mariotte, Edmund Halley, e outros, as Escrituras mencionaram claramente um ciclo da água.
A Bíblia e a primeira Lei da Termodinâmica
As Escrituras dizem, “Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.” (Gênesis 2:1). O original em hebraico usa o particípio para indicar que uma ação completada no passado nunca mais iria acontecer. A criação foi “acabada” de uma vez por todas. Isso é exatamente o que a primeira lei da termodinâmica diz. Essa lei (chamada geralmente de lei da conservação da energia ou massa) afirma que nem a massa nem a energia podem ser criadas ou destruídas.
Foi por causa dessa lei que a teoria do “Estado-imutável” ou “Criação contínua” foi desconsiderada. Hoyle dizia que em alguns pontos do universo chamados “irtrons”, a matéria ou a energia estava sendo criada constantemente. Mas, a primeira lei da termodinâmica afirma exatamente o contrário. Realmente não há “criação” ocorrendo hoje em dia. Tudo está “acabado” exatamente como a Bíblia diz.
A Bíblia e a dimensões de um navio
Em Gênesis 6, Deus revelou a Noé as dimensões da arca de 42 milhões de litros cúbicos que ele deveria construir. Em 1609 em Hoor na Holanda, um navio foi construído de acordo com essas medidas (30:5:3), revolucionando a construção de navios. Por volta do ano 1900 todos os grandes navios nos oceanos tinham aproximadamente a mesmas proporções da arca (confirmado pelo “Registro de Navio de Lloyd” no Almanaque Mundial).
A Bíblia e as leis meteorológicas
A Bíblia descreveu um “ciclo” de correntes de ar dois mil anos antes de os cientistas descobrirem: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.” (Eclesiastes 1:6). Nós sabemos agora que o ar ao redor da Terra gira em gigantescos círculos, no sentido horário em um hemisfério e no sentido anti-horário no outro hemisfério.
A Bíblia e a Ciência
“Na antiguidade e no que foi chamado de Idade das Trevas, o homem não sabia o que ele sabe hoje sobre a humanidade e o cosmos. Eles não conheciam a fechadura, mas eles possuíam a chave, que é Deus. Agora muitos têm excelentes descrições da fechadura, mas eles perderam a chave. A solução ideal é a união entre ciência e religião. Nós devemos ser proprietários da fechadura e da chave. A verdade é que à medida que a ciência avança, ela descobre o que foi dito há milhares de anos na Bíblia” Richard Wurmbrand, Provas da Existência de Deus.
quinta-feira, 8 de março de 2012
A chegada do fim
O ano de 2012 chegou e com ele muitas especulações sobre o fim do mundo. A data ganhou mais destaque na mídia depois do lançamento do filme 2012 (lançado em 2009), com um enredo baseado na datação do calendário Maia, o mundo teria seu fim no dia 21 de dezembro de 2012. Dirigido por Roland Emmerich, e distribuído por Columbia Pictures, o filme faz referência aos eventos cataclísmicos que resultam com a destruição da terra. A despeito das críticas enfrentadas, mais uma vez, como tantos outros filmes apocalípticos (Armagedom, Independance Day, Impacto Profundo etc), o tema do fim do mundo volta à discussão.
Contudo, ao analisarmos as condições mundiais predominantes hoje, o caos presente na família, nas instituições sociais e até na própria natureza; verificamos que tais condições fundamentam a ideia de que o mundo está na “plenitude dos tempos”, de fato, aproxima-se seu fim. O materialismo, a busca do prazer, a falta de padrões morais, a violência sem precedentes, as injustiças sociais, a corrupção em todos os setores; tudo nos mostra que o fim está perto.
Para estudiosos dos temas escatológicos (que tem haver com os eventos finais da história humana), a convicção da iminente segunda vinda de Jesus a este mundo, reside no cumprimento das profecias. Assim, mais do que nunca em toda a história humana, as pessoas precisam se apegar à palavra de Deus e examinar as profecias concernentes ao tempo do fim.
Estamos vivendo o clímax da história da raça humana, e devemos ter lúcidos em nossa mente todos os eventos que terão lugar antes do maior evento de todos os tempos: a segunda vinda Cristo.
A Willian Hill, uma das mais famosas casas de apostas da Europa, situada na Inglaterra, emitiu algunhas opiniões sobre as possíveis causas que levariam o mundo ao fim. Por Exemplo:
a) Poluição: provocada por lixo ou acidentes nucleares como o que aconteceu com chernobill, na Rússia.
b) Invasão de Extraterrestres: segundo esta empresa, 47% dos americanos acreditam nesta possibilidade.
c) Efeito Estufa: com o aumento da temperatura da terra, causando o descongelamento das geleiras dos pólos, provocando grandes inundações.
d) Sede Global: Provocada pela escassez de água potável.
e) Fome Global: Provocada pela falta de alimentos e aumento da população.
f) Caus Urbano: Provocado por terroristas , guerrilheiros e pessoas revoltadas.
g) Epidemias: Provocado por bactérias resistentes espalhadas pelas asas da globalização do planeta através dos meios de transportes.
h) Guerra Mundial: O uso da bomba atômica em uma terceira guerra mundial e as epidemias são as duas causas mais apontadas. As bombas atômicas que existem no mundo, poderiam destruir a terra dezenas de vezes
COMO DE FATO TERMINARÁ A HISTÓRIA DESTE MUNDO?
Quando nos voltamos para a palavra de Deus, chegamos ao conhecimento de que tanto precisamos. Muitas pessoas têm uma tremenda ansiedade com relação ao futuro e o que nos aguarda; por isso tem buscado na astrologia, na cartomancia, no zodíaco, em búzios e taros o conhecimento com relação ao futuro. Mas para aqueles que acreditam em Deus e Sua Palavra, não precisam destes artifícios, pois na Bíblia temos as respostas para todas estas perguntas.
O próximo acontecimento na cadeia profética será a gloriosa volta de Jesus (Apocalipse 1:7). Disse Jesus que quando o evangelho fosse pregado a toda criatura, então ele voltaria (Mateus 24:14). Estamos vivendo dias em que a globalização e o avanço tecnológico permitem aos pregadores atingir milhões de pessoas ao mesmo tempo, logo esta tarefa se torna possível.
Quando Cristo aparecer nos céus em glória e majestade, todos os que morreram em Cristo ressuscitaram para receberem sua recompensa (I Tessalonicenses 4:16,17). Nenhuma pessoa que ao longo da história deste mundo se salvou, já recebeu sua recompensa (exceções apresentadas na Bíblia: Elias (II Reis 2), Enoque (Gênesis 5:24) Moisés (Judas 1:9 e Mateus 17:1-3). Isto quer dizer que todos receberão a recompensa só na volta de Jesus. Então todos os salvos irão para os céus e lá reinarão com Cristo mil anos (Apocalipse 20:4). Enquanto isto, todos os ímpios estarão mortos (Apocalipse 20:5) e Satanás estará aprisionado por uma cadeia de circunstâncias, pois não terá ninguém a quem tentar (Apocalipse 20:1-3). Logo depois dos mil anos a cidade santa, a nova Jerusalém descerá dos céus (Apocalipse 21:10), então o Diabo será solto, sairá a seduzir todas as nações para invadirem a santa cidade que desceu dos céus, mas enquanto marcham pela superfície, Deus mandará fogo dos céus e destruirá a todos os ímpios, Satanás e aos anjos caídos (Apoc. 20:9,10); este mesmo fogo que destruirá aos inimigos de Deus também purificará esta terra, e aqui será a habitação do povo de Deus para todo o sempre (Isaías 65:17-25).
Esta é a grande verdade da palavra de Deus para nossos dias, esta é a verdadeira escatologia bíblica. Que Deus te abençoe e que estejas te preparando para o grande dia da volta de Jesus
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
A aliança entre russia e irã,profecias biblicas
Quando a União Soviética desmoronou, em 1991, muitos disseram: “O urso está morto!” Mas o urso russo não morreu; ele simplesmente hibernou e hoje está acordando com grande fúria, uma vez que o primeiro-ministro Vladimir Putin tenta restaurar à nação moderna a glória anterior da Mãe Rússia.
O “urso” russo tem estado ocupado fazendo novos amigos. Os mais significativos são os países islâmicos dedicados à destruição de Israel, com os quais a Rússia está formando alianças. O mais notável de todos eles é a Pérsia, ou seja, o Irã dos dias modernos.
Olhando milhares de anos à frente, através das lentes da história profética (a profecia é simplesmente a história antecipada), o profeta Ezequiel viu vários eventos surpreendentes (Ez 36-39), alguns dos quais nos avisam para mantermos os olhos voltados para o urso.
Primeiro, Ezequiel disse que o povo de Israel, espalhado por todo o mundo, retornaria à terra de Israel, sua antiga pátria, dada a ele por Deus. E os judeus já retornaram. Vieram da Europa, da Rússia, da Etiópia, da América, de nações da antiga União Soviética, e de um grande número de outros países para os quais haviam sido espalhados.
E, segundo, em 14 de maio de 1948, aconteceu um milagre que tanto os eruditos quanto os céticos haviam dito que era impossível: Israel renasceu como nação.
A invasão vindoura
Entretanto, Ezequiel escreveu sobre uma ainda futura guerra na qual a Rússia (chamada “Magogue”, Ez 38.1-4) e uma coalizão de nações (todas atualmente islâmicas) virão contra Israel em uma tentativa de destruí-lo: “a Pérsia, a Etiópia e a Líbia estão com eles, todos com escudo e capacete” (v.5).
A primeira nação que as Escrituras mencionam na coalizão é a Pérsia, agora chamada de Irã. O estudioso da Bíblia David Jeremiah escreveu o seguinte:
As muitas alianças de Vladimir Putin da Rússia:
Putin aplaude enquanto o chefe da corporação nuclear estatal da Rússia troca documentos com o ministro do Exterior do Japão.
Putin com o príncipe-herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Zayued Al Nahyan.
O próximo país que Ezequiel cita é a Pérsia, nome que aparece trinta e cinco vezes no Antigo Testamento. Para nós é fácil identificar a Pérsia, porque ela reteve o nome que tinha nos tempos da Antigüidade até o ano de 1935, quando se tornou a nação do Irã. Aproximadamente quatro décadas e meia mais tarde, o Irã trocou seu nome oficial para República Islâmica do Irã. Hoje, com sua população de 70 milhões de habitantes, o Irã tornou-se o viveiro para o desenvolvimento rápido do islamismo militante e do ódio anti-semita.[1]
A realidade do aquecimento das relações do urso russo com o Irã é evidente a partir das manchetes na mídia:
• “A Rússia Planeja Mais Cinco Usinas Nucleares no Irã” – por Peter Baker, The Washington Post, 27 de julho de 2002.
• “Em Israel, Putin Defende Negócios com a Síria e o Irã” – por Molly Moore, Washington Post Foreign Service, 29 de abril de 2005.
• “O Kremlin Está Pronto Para Defender o Irã” – por Mikhail Zyar e Dmitri Sidorov, Mosnews.com, 13 de setembro de 2005. Os autores dizem que o Irã quer “aliados confiáveis como a Rússia e a China”.
• “A Rússia Faz Acordo de um Bilhão de Dólares em Armas Com o Irã” – Associated Press, 2 de dezembro de 2005. Esse artigo, publicado pelo site da FOX News, chama a Rússia de “o aliado-chave do Irã”.
Durante anos, a Rússia não ficou feliz por ter de sentar-se nos bancos de trás do ônibus, por assim dizer. No ano passado, depois dela ter invadido a Geórgia, Robert Baer escreveu na revista Time que a Rússia quer um império:
A invasão da Geórgia pela Rússia tem menos a ver com a Ossétia do Sul do que com uma Rússia que nunca se perdoou por perder um império – ou por ser tratada como uma potência de segunda categoria durante todos esses anos. O ressentimento da Rússia apenas cresceu à medida que os preços do petróleo aumentaram. (...) Ao invadir seu país vizinho, a Rússia cruzou o Rubicão. (...) A questão agora é: o que mais ela está tramando por causa daqueles 17 anos de humilhação? Uma coisa deveríamos aguardar com certeza: agora mesmo Moscou está lançando olhares para o Irã, a rota mais direta para a restauração de sua influência no Oriente Médio.[2]
Resgate e redenção
Que chances o pequenino Israel teria contra o urso russo e seus muitos filhotes islâmicos? A resposta está em Ezequiel 38.18: “Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a minha indignação será mui grande”. Deus ficará enfurecido, Se levantará em defesa de Israel e finalmente destroçará a coalizão (Ez 38.18-39.10).
O resultado do resgate divino será a redenção de Israel:
“Saberão que eu sou o Senhor, seu Deus, quando virem que eu os fiz ir para o cativeiro entre as nações, e os tornei a ajuntar para voltarem à sua terra, e que lá não deixarei a nenhum deles. Já não esconderei deles o meu rosto, pois derramarei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus” (Ez 39.28-29).
Deus não esquecerá as promessas de Sua aliança; Ele não abandonará o povo de Sua aliança.
A Rússia e o Irã estão em marcha, e têm más intenções com relação a Israel. Mas o Deus que fez os judeus retornar será o Deus do resgate e da redenção de Israel.
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